O Quinta Vale D. Maria Vinha Francisca revela grande elegância e equilíbrio, mostrando que o Douro é capaz de produzir vinhos com uma frescura excecional, mantendo o corpo e os sabores intensos tradicionais desta região.
A Quinta Vale D. Maria, localizada no coração do Douro, no Cima Corgo, mais precisamente no Vale do Rio Torto, tem uma história que remonta a 1868. No entanto, foi em 1996 que começou uma nova era de excelência, quando Cristiano van Zeller adquiriu a propriedade da família da sua esposa, Joana Lemos van Zeller. Ao longo de mais de duas décadas, Cristiano liderou um trabalho de dedicação e paixão, criando vinhos únicos e de qualidade reconhecida tanto em Portugal como além-fronteiras.
A aquisição da Quinta Vale D. Maria pelo grupo Aveleda em 2017, representa a continuidad
Vinho
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Cor rubi. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Na boca tem um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazendo este vinho longo.
Uma das Quintas com maior prestigio no Douro é a Quinta do Vallado, uma quinta que foi pertença da D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, e que ainda hoje se mantém nas mãos de seus descendentes. Os vinhos Vallado injustamente andaram esquecidos e agora naturalmente recuperaram o tempo perdido. São vinhos de grande importância na história do Douro e que merecem estar nos lugares cimeiros.
Construída em 1716, a Quinta do Vallado perfila-se com uma das mais antigas no Douro. Situa-se bem junto à Régua, nas margens do Rio Corgo. Os destinos desta emblemática Quinta estão nas mãos de João Alves Ribeiro e Francisco Ferreira, ambos descendentes da Ferreirinha, e responsáveis pela gestão da empresa e da Enologia, respectivamente.
Vinho de cor rubi aberta, com aroma fresco a fruta e notas florais. Na boca ressurge a frescura sentida no nariz, envolvida por taninos sedosos, terminando com grande elegância e equilíbrio.
Uvas colhidas na vinha da aldeia de Cabêda, Alijó conferem-lhe uma expressão muito própria.
A frescura do lugar com altitude e afloramentos graníticos e o refrescamento das castas Tinto Cão e Sousão resulta numa união harmoniosa e única.
Profundo e especiado, com muita pimenta branca, notas subtis de sândalo e agulha de pinheiro, também folha de tabaco.
Van Zellers & Co Douro Tinto é um vinho feito à mão, onde a mistura de diferentes uvas e vinhas de três vales principais: Torto, Pinhão e Douro. Este lote produz um vinho marcado por aromas a frutos aromas de frutos vermelhos, é encorpado, redondo e com um final longo.
Dentro desta garrafa, de um 100% Viosinho, está toda uma estética e abordagem pessoal à casta. Várias texturas da mesma casta, através da vindima em duas fases e em duas parcelas bem distintas na Quinta da Assolveira, no Vale do Rio Pinhão. A guarda do vinho foi tão importante quanto as duas (e distintas) vindimas, porque o meu desejo foi quebrar a fruta exuberante da casta, buscando o seu lado mais “amanteigado” e menos terpénico. O uso de duas tanoarias francesas e uma húngara apenas contribuem para tornar a prova deste Viosinho em algo inesquecível.
Ruby. É limpo, muito elegante e bastante frutado. Apresenta notas de Cereja e ameixa maduras, que misturadas com notas de cassis que lhe conferem a complexidade aromática que o torna um vinho muito rico e interessante. É frutado, fresco e saboroso. Revela-se expressivo pelas notas de cereja e ameixa bem madura, taninos suaves e a acidez equilibrada atribuem-lhe complexidade e um final longo.
Fiz referência a este número 2160, por ser a altitude da nascente do Rio Douro, este rio que se estende de Espanha a Portugal, dividindo em 2 distintas margens o Douro Superior, o Cima Corgo e o Baixo Corgo, de onde são selecionadas as uvas para fazer este vinho. Todas as uvas vêm de altitude e todo o Douro tem como Mãe a Serra de Urbión. Quis demonstrar a versatilidade da fruta e frescura da altitude, onde a acidez se torna a espinha dorsal destes vinhos. Assente em tons primários da fruta e em secundários da fermentação e contacto com as películas por 4 dias, mas acima de tudo pôr as mãos nesta magnífica região que é o Douro.
O Quinta do Cerro da Nora Superior tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, apresenta cor vermelho-rubi intensa e límpida. No nariz revela um perfil muito frutado, com notas de frutos vermelhos acompanhadas por delicados apontamentos de flores silvestres.
Na boca é rico e encorpado, com a fruta em destaque. Os taninos mostram-se bem integrados, conferindo equilíbrio e uma agradável sensação de frescura. O final é longo e persistente.
O Quinta do Cerro da Nora Reserva tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional e Sousão, apresenta cor vermelho-granada intensa e límpida. No nariz revela grande complexidade aromática, marcada por fruta preta madura, como ameixa e amora, acompanhada por subtis notas de tabaco.
Na boca mostra-se equilibrado e sofisticado, com fruta expressiva e bem integrada. O estágio em barrica acrescenta nuances de especiarias e tabaco, enquanto os taninos se apresentam presentes mas harmoniosos. O final é longo e persistente.
O Quinta do Cerro da Nora Grande Reserva tinto, elaborado a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Vinhas Velhas, apresenta cor vermelho-granada intensa e límpida. No aroma destaca-se pela sua expressividade frutada, com notas de frutos vermelhos, acompanhadas por apontamentos de azeitona preta e pimenta preta.
Na boca revela elegância, volume e textura aveludada, com a fruta bem presente e nuances provenientes do estágio em barrica de qualidade, complementadas por uma subtil mineralidade. Os taninos surgem finos e bem integrados, conferindo equilíbrio e frescura. O final é longo e persistente.
O Quanta Terra Manisfesto é um vinho complexo, com uma cor púrpura intensa e aromas de frutos pretos. Na boca é intenso, com taninos densos, alguma frescura, nuances de especiarias e muita persistência.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
De cor rubi, densa e intensa, e aromas maduros com notas de frutos vermelhos.
Na boca o vinho é expressivo e equilibrado, mineral e com taninos maduros no final.
No nariz é intenso com notas de frutos pretos, madeira nova, tostado, chocolate. Na boca é concentrado e elegante, muito bom equilíbrio entre fruta e madeira. Complexo, fresco e longo, com taninos macios.