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Costa Boal Homenagem Grande Reserva Tinto

110,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Uvas colhidas na vinha da aldeia de Cabêda, Alijó conferem-lhe uma expressão muito própria. A frescura do lugar com altitude e afloramentos graníticos e o refrescamento das castas Tinto Cão e Sousão resulta numa união harmoniosa e única.
04101

Ficha informativa

Colheita
2011
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Costa Boal
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
15⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14.5

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Após vários anos a trabalhar para outras casas de vinho, Luís Seabra decidiu contruir o seu próprio caminho, criando 2013 a sua empresa, com a missão de produzir vinhos que expressem o sítio de onde vêm, elaborados com uma filosofia de intervenção mínima respeitando a sua natureza e o seu carácter.
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O Corta Fogo branco resulta da colaboração entre dois enólogos de renome: Anselmo Mendes, uma referência no Alvarinho de Monção e Melgaço, e Mário Sérgio Alves Nuno, ícone da Bairrada. Este vinho combina a frescura da casta Alvarinho, vinificada em barricas de 400 litros, com a elegância da casta Bical, fermentada em barricas de 500 litros, cada um na sua adega. Após um estágio de nove meses em madeira, os vinhos foram reunidos na adega de Anselmo Mendes, em Melgaço, para o engarrafamento em junho de 2021. Com apenas 2622 garrafas produzidas, o Corta Fogo é um branco que reflete a ambição e a genuinidade dos seus criadores. Criado a partir da vontade de dois amigos que partilham valores comuns, este vinho é uma ode às memórias e às histórias contadas à lareira pelos avós, e não surgiu de
Nariz não exuberante, mas nítido com sugestões de raspas de lima, toranja, maçã verde e leve aipo. Com corpo leve, mostra firmeza e definição, percepção mineral, textura cremosa providenciada pelo trabalho das borras, acidez (naturalmente) brilhante. Um vinho suculento e altamente gastronómico.
Cada garrafa de ‘Maria Fernanda’ contém não apenas um vinho, mas uma viagem. É o resultado de uma alquimia única, onde a nobreza dos terraços do Douro encontra a coragem das mãos que moldaram a terra ao longo dos séculos. Cada vintage é uma obra-prima em um capítulo diferente desta narrativa do vinho ‘sem início ou fim’.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda. São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
O nariz abre-se com um bouquet complexo e elegante de flores delicadas e especiarias doces que evoluem para notas ligeiramente frutadas e um toque de gengibre com uma pitada de verbena e menta. No final, é surpreendente com notas minerais e de tabaco.
Criar um vinho é uma arte que em Portugal fomos aperfeiçoando ao longo de séculos, hoje reforçada por um maior conhecimento e melhores meios. A experiência adquirida ao longo do tempo por João Portugal Ramos, leva-o a acreditar que um vinho reflete a natureza da terra que o viu nascer e é a expressão de quem o produz. O saber, a experiência e a tecnologia permitem aperfeiçoar com rigor os diversos fatores que influenciam a personalidade de um vinho.
Vinho de cor vermelha-rubi intensa – aromas florais combinados com frutos vermelhos silvestres. Do estágio em madeira resultam notas balsâmicas suaves e nuances a especiarias. Na boca, revela corpo e taninos bem equilibrados, notas intensas de fruta com final complexo e prolongado. O caráter duriense e a resiliência da vinha. Perfeito para pratos fortes, carnes vermelhas e queijos intensos
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
Cor rubi, aroma muito intenso a frutos do bosque. Na boca mostra estrutura, densidade, frescura e elegância. Final muito longo e persistente. Recomenda-se o seu consumo entre 16 e 18º. Possui caixa de cartão individual, o que o torna um excelente presente.
ESGOTADO
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.