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Vinho Tinto Bota Velha Magnum

28,70 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Cor rubi, aroma muito intenso a frutos do bosque. Na boca mostra estrutura, densidade, frescura e elegância. Final muito longo e persistente. Recomenda-se o seu consumo entre 16 e 18º. Possui caixa de cartão individual, o que o torna um excelente presente.
ESGOTADO
00880

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
João Silva e Sousa
País
Portugal
Capacidade
1,5L
Servir a
16-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

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Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.

O Menin Grande Reserva Branco resulta de uma selecção cuidada de parcelas de Arinto, apresentando um perfil fresco e sofisticado. A elegância aromática traduz o carácter do terroir, conferindo-lhe identidade e equilíbrio.

Vinho de cor citrina e intensidade média. No aroma revela-se muito complexo e elegante, com notas de chá verde, toranja e hortelã pimenta. Na boca revela grande estrutura e untuosidade, pleno de mineralidade e classe.

Ano 2022

100% Arinto

Vol. 13%

De aspeto limpo, brilhante e cor granada com boa intensidade, este vinho é complexo, profundo e elegante. Sobressaem aromas de grande complexidade, com nuances aromáticas que combinam com frutos do bosque, notas balsâmicas e especiarias. No palato revela-se profundo, elegante, complexo, com final de boca elegante e longo.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos. Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Apresenta uma bela cor vermelha ligeiramente violeta. Aromas intensos dominados por frutos vermelhos, notas florais de violeta e especiarias. Intenso e com perfil bem característico, é um vinho persistente, com final fresco e longo.
Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado. Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
O sucesso e o reconhecimento da Quinta da Sequeira é o resultado de um trabalho com paixão, devoção e determinação. O controlo da qualidade começa na vinha, e todos os passos, desde a vinificação até ao produto final, estão sujeitos a rigorosos controlos de qualidade e a elevados padrões de exigência. Para atingir este nível de excelência, todo o processo de produção de vinho é feito na quinta, desde a vinha ao engarrafamento do vinho.
Este vinho demonstra uma cor violácea, e um perfil aromático suave e frutado. É um vinho complexo no palato, profundo, mas delicado. Os aromas de fruta madura que se sentiam no nariz surgem com subtileza também na boca e prolongam-se no final da prova.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Vinho tinto obtido pelas castas Merlot e Syrah. As uvas colhidas manualmente e a seleção cuidadosa, cria este vinho de carácter especiado com notas de fruta madura. Estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho, tornando-se um vinho com perfil adequado para guarda. Foi a partir de 1700, que a Família Meireles começou a cultivar uvas e produzir vinho em Celorico de Basto, concelho situado na Província do Minho, região Norte de Portugal. Em 1980, Gonçalo Cristovam Meireles Dias, casado com D. Angela Maria Meireles Dias, assumiu a Quinta da Cerca, uma das belas propriedades da Família Meireles. A partir desta época, começaram a investir na expansão da produção de vinho na região dos Vinhos Verdes, construindo uma nova adega com maior capacidade de produção de vinho. Hoje em dia, a Adega
Conhecida, desde sempre, como uma das mais nobres regiões vitivinícolas do mundo pelos seus Vinhos do Porto - hoje melhores do que nunca – a região do Douro tem vindo a reinventar-se como produtora de vinhos de mesa marcantes. A Romaneira está na vanguarda desta revolução. Os vinhos da Quinta da Romaneira, em que se destacam os aromas selvagens do Douro e a fruta exuberante, aliados à subtileza e elegância do Velho Mundo, constituem, atualmente, uma agradável descoberta para qualquer grande amante de vinhos.