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Pai Abel Branco

46,90 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo. O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal. Embora elaborad
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03730

Ficha informativa

Colheita
2022
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta das Bágeiras
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
7-14⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
13

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O Quinta do Vesúvio tinto encanta com sedutores aromas florais, cravinho e nuances de fumo da madeira. No paladar, frutas ricas e acidez equilibrada destacam-se, enquanto os taninos finos conferem imponente estrutura, definindo a excelência característica da Quinta do Vesúvio. A propriedade Quinta do Vesuvio remonta ao século XIX e pertence à família Symington, desde 1989. Uma magnífica Quinta da região do Douro, totaliza cerca de 326 hectares, dos quais 133 são plantados com vinha. O contraste entre as cotas da propriedade, proporciona aos vinhos estrutura, complexidade e potencial de envelhecimento inigualáveis, bem como a preservação dos métodos tradicionais de produção de vinho, que destacam a Quinta do Vesuvio como a única que continua ativamente a criar os seus vinhos com esta bas

Pai Abel Branco

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Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.

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O Barca Velha de 1983 revela aromas ainda com alguma fruta vermelha, madeira nobre, balsâmico, terroso, tabaco, com ligeiras notas resinosas, mentoladas, especiarias e azeitonas. No paladar, mostra-se seco, estruturado e equilibrado entre acidez e teor alcoólico com taninos de excelente qualidade e persistentes. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à frente de uma grande

Turra Craft Arinto

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Edição limitada de 962 garrafas, feito com Arinto. Aroma discreto com leves notas citrinas e alguma fruta branca, tudo um pouco escondido. Na boca sente-se uma acidez que espevita bem o vinho, o estilo é leve e será muito bom companheiro de peixe e marisco.

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O Pezat 2022 apresenta uma cor granada-púrpura de intensidade média a profunda. Surge da taça com notas de ameixas suculentas, cerejas pretas e chá de hortelã, com toques de bolo de especiarias e cravinho. O paladar, de corpo médio, é vibrante e suculento, com taninos suaves e uma espinha dorsal vivaz, terminando com um toque picante.

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Os vinhos de Colares são um paradoxo sem igual em Portugal. Desde a vinha, que não sofreu com a Filoxera devido a estar plantadas em solos arenosos, à qualidade distinta que estes vinhos albergam. As características únicas do vinho de Colares devem-se às suas castas, solo e clima temperado e húmido no Verão e, ainda, ao facto de 80% da vinha estar instalada em solos arenosos, respeitando a prática tradicional de viticultura. O vinho de Colares só atinge a sua máxima qualidade passados vários anos, embora o estágio mínimo seja de 18 meses. Dado a este fator, a comercialização é muito limitada.

Druida Tinto

26,00 €
O Druida nasce das uvas provenientes das vinhas plantadas em altitude. Foi fermentado em lagar, mantendo os engaços e maturou por quase dois anos em barricas. Apresenta-se com uma enorme intensidade e finura aromática, com bagas silvestres, notas florais elegantes, tudo muito fino e preciso, cheio e envolvente, com fruta de grande qualidade. Este jovem produtor trabalha com vinhas de 30 anos de idade até centenárias pela região centro do país. As do Dão estão implantadas num planalto a 500 metros de altitude. O clima, com grandes amplitudes térmicas, é influenciado principalmente pela Serra do Caramulo a oeste e pela Serra da Estrela a Sudeste. Os solos são graníticos e à superfície existe uma surpreendente abundância de calhau rolado. Os vinhos são feitos numa antiga adega de pedra, ond
Vinho de cor vermelha intensa e brilhante. Apresenta aromas a frutos vermelhos, com notas de especiarias conferidas pela madeira. O sabor é rico, com taninos sumarentos e bem presentes. A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que

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O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente. A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas