Cor amarela citrina com laivos esverdeados. Complexo no aroma com notas de fruta como pêra, marmelo, nuances de uma erva verde que dá frescura e uma subtil nota do estágio em barrica. Tem a elegancia típica do Encruzado estagiado em barricas e a cremosidade do gouveio. Boca com muito volume, textura e acidez muito integrada conferindo uma frescura gastronómica. Termina longo e muito equilibrado.
Vinho
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De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
Cor: Amarelo citrino muito leve.
Aroma: Muito fresco e mineral, notas citrinas e forais muito típicas dos vinhos brancos de altitude do Douro.
Sabor: Fresco com frutado vivo.
Final de Boca: Médio
Gastronomia: Como aperitivo, com peixes grelhados, mariscos, pastas, pizzas...
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
Núcleo amarelo limão com nuances de cor verde flecks. Extraordinariamente intenso, complexo, com notas minerais de toranja e notas de carvalho bem integradas e de grande qualidade. Surpreendentemente amplo, cheio de volume, concentração e com boa acidez. O resultado é um perfil elegante, fresco e bem equilibrado. Final muito longo e persistente.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
Fruta, frescura, equilíbrio complexadas por um ligeiro estágio em madeira são as principais características deste vinho. Aromas com notas de pêssego e final longo e mineral. Este vinho é um branco ideal para acompanhar peixes, mariscos, carnes brancas e saladas.
O Titan of Douro Vale dos Mil é um vinho branco produzido a partir de vinhas velhas, plantadas a uma altitude entre 750 e 850 metros. Apresenta uma cor palha com reflexos dourados, uma grande intensidade de aromas, destacando notas de lima, zimbro, folha de louro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, revela uma grande sensação de frescura e untuosidade, terminando longo e profundo.
Cor: Amarelo esverdeado, brilhante
Aroma: Intenso, cítrico, com notas presentes de madeira nova.
Paladar: Sabor intenso com grande complexidade e acidez perfeita: Concentrado na boca, frutos brancos, madeira, muito equilibrado com uma acidez fina, mineral e longo. Muita frescura com grande potencial de envelhecimento.
Mãos Reserva Branco é um vinho gastronómico com aroma predominante a amendoim, folhas de chá e notas cítricas. Na boca é denso e amanteigado. Acidez bem presente no fim de prova. Um branco encorpado com potencial de envelhecimento.
De cor amarelo limão vibrante, este branco reserva é um espetáculo de frescura e complexidade. Aromas de frutas exóticas são harmonizados com notas de madeira e baunilha bem integradas. Na boca, é elegante e volumoso, com uma acidez viva que prolonga o prazer. Um vinho que não passa despercebido.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
O Andreza Reserva branco é produzido a partir das castas Viosinho e Verdelho, provenientes de vinhas situadas na região de Murça, implantadas em solos de xisto a 500-600 metros de altitude. De cor amarelo citrino, apresenta excelente intensidade aromática, com mineralidade marcante e grande complexidade. Na boca, revela-se poderoso e elegante, sustentado por uma acidez equilibrada que lhe confere frescura e precisão. O final é longo e persistente, refletindo a pureza das castas e a autenticidade do terroir duriense.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.