O vinho kosher é produzido de acordo com as leis dietéticas judaicas (kashrut). Para ser considerado kosher, deve ser elaborado por judeus observantes e utilizar equipamentos e ingredientes kosher. Esta produção abrange uma variedade de estilos, desde tintos e brancos até espumantes, com muitos vinicultores a focarem-se na qualidade. Os vinhos kosher são apreciados não só pela comunidade judaica, mas também por amantes de vinho em geral, oferecendo uma experiência rica e respeitando as tradições.
A Quinta da Ribeira fica situada em Meca, no antigo concelho medieval dos Montes de Alenquer, e é actualmente sede da Sociedade Agrícola Félix Rocha. Esta quinta começou a ser produtiva em meados do século XIX por iniciativa do Sr. Felix Rocha, avô dos actuais proprietários. Por volta de 1925, fo
Vinho
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Cor rubi, com laivos violáceos. É untuoso com notas de frutos vermelhos onde predomina a framboesa. Algumas notas de anis e moderadamente picante. Taninos redondos e elegantes e um final intenso e prolongado.
Aromas frescos e frutados com notas cítricas e tropicais. Bom volume de boca. Final agradável e persistente com nuances minerais.
Entrar na Quinta da Lapa é entrar num tempo diferente. Individual, privado e inesquecível. O lugar existe há mais de 300 anos e tem uma história que não pesa porque vive. Num copo de vinho, num passeio, numa noite, numa festa ou num simples momento de partilha.
O perfil dos vinhos Quinta da Lapa é a um tempo mineral e profundo, conseguindo aliar uma excelente maturação fenólica a uma grande frescura, quando normalmente isso só se consegue com vinhedos de altitude.
O Montalegre Vinhas Velhas Tinto é um vinho de destaque da região de Trás-os-Montes, reconhecido pela sua estrutura e frescura, características típicas do terroir de altitude desta zona do norte de Portugal.
De cor rubi, encorpado, com um aroma intenso a frutos vermelhos e baunilha, com algumas notas florais. Na boca apresenta volume, acidez bem incorporada na fruta e taninos sedosos. O final é longo, harmonioso e elegante.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling.
Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Opaco na cor, com aroma de ameixa seca e amora acompanhado de canela, chocolate de leite e algum café. Um floral intenso surge mais tarde. Mastigável, de corpo cheio, com tanino maduro e redondo e sabor de fruta em compota. Final morno mas bem persistente.
O Quinta de Sobreiró Único é um vinho intenso mas equilibrado, de grande complexidade aromática, bom volume de boca e final longo. Vinho com grande potencial de envelhecimento.
Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.
Cor profunda como as montanhas de onde saiu. Aroma profundo e intenso a frutos vermelhos e azeitona preta, com fortes laivos de mineralidade, como a riqueza mineralógica-hídrica da região (a maior da Europa). Palato forte e estruturado como o granito que sustenta as cepas, mas com a subtileza, a suavidade e a frescura do vale que o produz. A menta e as especiarias são os traços dominantes. As sensações são sempre individuais, mas o produto (o vinho) é sempre coletivo.
Muito encorpado, muito seco, alguma frescura, mas com elegância. Amplo e bem persistente, com madeira bem integrada, um conjunto muito agradável.