Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Vinho
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- Tipo de vinho: Tinto
Caracterizado pela sua cor rubi aberto, com um aroma complexo e harmonioso, este vinho possui uma boca elegante com boa acidez e taninos suaves, terminando muito salgado e longo.
É a escolha ideal para acompanhar um prato de carne ou queijo!
Este é o vinho mais emblemático da Herdade do Mouchão, criado maioritariamente com a casta Alicante Bouschet, que encontrou neste terroir caraterísticas únicas que lhe conferem um carácter distintivo.
Após a fermentação em lagares de pedra, estagia em tonéis de carvalho português e mogno durante pelo menos quatro anos, reforçando a sua intensidade, carácter e robustez, passando depois por mais um estágio de pelo menos 18 meses em garrafa.
De cor profunda e concentrada, é um vinho com um carácter marcado pelas especiarias, especialmente indicado para o envelhecimento, pois a sua estrutura, proporcionada pelos taninos, é única e ideal para o envelhecimento.
No início do século XIX, Thomas Reynolds migrou para a região do Alentejo tendo como objetivo o negócio da cortiça. Três gerações dep
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.
Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, o Crochet2011. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas.
Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Vinho de cor granada carregada, com aroma de frutos pretos maduros, sugerindo amoras e ameixas, envolto em notas de especiarias, em boca é um vinho amplo, profundo com boa estrutura e grande complexidade aromática, termina com final agradável e persistente.
Apresenta aroma intenso bem definido, com notas mentoladas e nuances de chocolate negroe bagassilvestresnegras. Boca viva e fresca, bem casada com taninos potentes, num final longo e intenso, de extrema elegância.
O vinho Cebolal Emerso é um vinho profundo e misterioso cheio de passado e carregado de futuro. Estagiou no Oceano Atlântico a uma profundidade entre 15 e 30m durante 14 meses. A ondulação do mar, a fauna e a flora marítimas criaram uma obra que é única, que não se repete. “Emerso” revela-se-nos assim como objeto artístico, numa colaboração poética da techné humana e da natureza.
Vinho de intensidade média e rubi. No nariz intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca, bosque, leve terra e folhas secas. Na boca, Lufinha Herdade do Cebolal Tinto é seco, de acidez alta, álcool médio, tanino áspero, corpo médio, intensidade média, amora, azeitona, ameixa, pimenta branca e final longo.
Esta é a primeira edição do Amma, limitado a apenas 1333 garrafas. Amma é a junção das iniciais dos nossos nomes: António, Marta, Martim e Alice, num vinho que é a celebração da nossa família e do nosso amor. Feito a partir das melhores uvas e das melhores barricas, com estágio prolongado em barrica e na garrafa, é aquele vinho especial eleito por nós como o melhor que fizemos até hoje. Amma de amar a família aquilo que conseguimos alcançar juntos.
Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem.
O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d
Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem.
O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d