O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.
Vinho
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Os vinhos do Porto Colheita Feuereheerd foram cuidadosamente selecionados e amadurecidos em barricas de carvalho curado para produzir uma suavidade rica com o melhor equilibrio e elagância dos tawnies velhos. De cor brilhante com tons de tijolo e dourado. No nariz, notas de frutos secos e geleia de marmelo. Na boca, é um vinho fresco e doce, com sabores de geleia de ameixa madura.
Imensa cor, a fruta madura de enorme qualidade a desdobrar-se em notas de ameixa, amoras, bosque, funcho, pimenta branca. O equilíbrio de boca é notável, com menos concentração e mais delicadeza do que em colheitas anteriores. Apesar da juventude o vinho tem uma grande harmonia, com taninos de seda a pontuar o belíssimo final.
Complexo, fresco e com um longo final, é um vinho com uma forte personalidade com evolução em garrafa garantida por vários anos.
A Real Companhia Velha é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, com mais de 258 anos de existência e de actividade interrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.
O Quinta da Sequeira Rosado 2022 é um vinho DOC proveniente da sub-região do Douro Superior, em Portugal, produzido pela prestigiada Quinta da Sequeira. Este vinho de quinta destaca-se pelo seu perfil fresco, equilibrado e muito gastronómico.
Legado representa um tributo de Fernando Guedes e da sua equipa ao melhor que o Douro tem, uma singela homenagem às raízes da Sogrape. Este novo Legado representa um retrato autêntico do terroir da Quinta do Caêdo, mantendo-se fiel ao seu estilo de elegância, harmonia e longevidade.
Domingos Alves de Sousa dá vida aos seus vinhos, seguindo uma tradição familiar iniciada pelo seu avô e à qual hoje se juntam também os seus filhos. Vinificando exclusivamente as uvas das suas Quintas, terroirs verdadeiramente únicos, a qualidade e a singularidade dos seus vinhos são amplamente reconhecidas, com distinções e referências nas mais respeitadas publicações nacionais e internacionais. Com destaque especial para a atribuição do prémio "Produtor do ano” em 1999 e novamente em 2006 pela Revista de Vinhos, tornando-se o primeiro a receber por duas vezes a mais importante distinção para um produtor de vinhos em Portugal.
Proibido Déjà Vu é um vinho cativante, com um aroma intenso a frutos vermelhos maduros. Na boca, revela uma excelente estrutura e equilíbrio, com uma textura envolvente e um final longo e persistente, demonstrando um grande potencial de envelhecimento.
Márcio Lopes nasceu no Porto, em 1983, e o seu gosto pela ruralidade cresceu na companhia dos seus avós, que sempre trabalharam na agricultura. Depois de ter tirado a licenciatura de Engenharia Agronómica, que terminou em 2006, começou a trabalhar com Anselmo Mendes já em 2005, em Melgaço. Depois em 2008 esteve na Austrália, onde realizou duas vindimas, em Rutherglen e na Ilha da Tasmânia. Em 2010, começou com dois projectos pessoais, Pequenos Rebentos e Proibido. Em 2017, abraçou um novo projeto na Ribeira Sacra, Espanha.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
A exigência qualitativa a que o vinho Brites Aguiar obriga origina que só algumas colheitas sejam dignas de ostentar o nome da Família. O Brites Aguiar 2021 é o nono a ficar disponível para o consumidor.
É um vinho de extremos, com concentração e elegância, com taninos presentes mas delicados. Tem um longo fim de boca. Todo o processo de produção, da vinha à garrafa, é balizado por parâmetros de rigor extremo em que todos os detalhes são importantes para que o resultado seja este grande vinho.
Titan of Douro Vale dos Mil rosé é produzido exclusivamente a partir da casta Mourisco, utilizando apenas o mosto de lágrima. A fermentação decorre em barricas de carvalho francês com leveduras indígenas, seguida de um envelhecimento de 12 meses.
Apresenta uma cor leve de casca de cebola e aromas elegantes de flor de pessegueiro, cereja, framboesa e notas fumadas. Na boca, é sedutor, tenso e vibrante.
Luís Leocádio é um enólogo duriense apaixonado pela autenticidade do vinho português. Com uma abordagem que alia tradição e inovação, criou a marca Titan, expressão da sua visão pessoal sobre a região do Douro, de Távora-Varosa e da Beira Interior. Produzidos a partir de vinhas velhas em altitude e com mínima intervenção, os vinhos Titan refletem frescura, elegância e identidade, revelando
De cor rubi, o nariz apresenta um aroma muito intenso a frutos pretos. No palato, o vinho é poderoso, com grande riqueza e uma boa estrutura de taninos. No entanto, mostra mais frescura do que fruta pura. O final possui um toque austero e longo. Trata-se de um vinho com um excelente potencial de envelhecimento.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O 100 Hectares Branco possui uma bela cor citrina e um aroma jovem e muito frutado. A sua excelente acidez proporciona um equilíbrio perfeito e que muito contribui para o excepcional fim de prova, longo e fresco.