Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
Vinho
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Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada.
Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.
O Charme é um vinho raro produzido pela Niepoort, no Douro, a partir de uma mistura de castas, com predominância de Tinta Roriz e Touriga Franca, dando origem a um tinto elegante e complexo, com taninos macios e envolventes.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhor
Quinta da Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
De cor rubi carregado, impressiona no nariz pela sua extraordinária complexidade e frescura aromática, onde se destacam elegantes notas de esteva, frutos silvestres do Douro e especiaria. Na prova de boca inicia de forma compacta, evoluindo para um vinho muito sedutor, onde podemos encontrar taninos de textura suave em perfeita harmonia com notas retro nasais que lembram frescos aromas de bosque. Termina de forma muito envolvente, em perfeito equilíbrio e com excelente persistência. Um vinho singular que expressa toda a identidade da centenária vinha Maria Teresa.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Que
O Andreza Reserva branco é produzido a partir das castas Viosinho e Verdelho, provenientes de vinhas situadas na região de Murça, implantadas em solos de xisto a 500-600 metros de altitude. De cor amarelo citrino, apresenta excelente intensidade aromática, com mineralidade marcante e grande complexidade. Na boca, revela-se poderoso e elegante, sustentado por uma acidez equilibrada que lhe confere frescura e precisão. O final é longo e persistente, refletindo a pureza das castas e a autenticidade do terroir duriense.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
O Barca Velha de 2015 apresenta uma profunda cor rubi e um aroma extremamente intenso e complexo, onde se destacam notas arbustivas, folha de oliveira, pasta de azeitona, fruta preta e especiarias, acompanhadas por nuances balsâmicas, cedro e caixa de tabaco. A madeira surge discreta e perfeitamente integrada. Na boca revela um ataque poderoso, acidez vibrante e taninos vivos, com notas de frutos vermelhos e especiarias que conduzem a um final muito longo, elegante e de grande distinção.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Apresenta um perfil aromático frutado, complementado por elegantes notas de madeira e tosta que acrescentam complexidade. Na prova de boca revela-se amplo e untuoso, com acidez bem equilibrada, culminando num final longo, persistente e harmonioso.
Vinho branco, proveniente de uma vinha onde a casta Arinto reina, revela-se muito cítrico e mineral de característica Atlântica, harmonizando as notas de ananás, baunilha e especiarias, provenientes da curta interação com a madeira. Foram produzidas cerca de 300 garrafas, numa edição curiosa para consumir agora ou guardar para mais tarde.
Cor vermelha rubi. Aroma quente, que contrasta com um paladar leve e sedoso, como o nome indica, derivado de fruta fresca e notas amanteigadas. Elegante no palato, com um corpo medianamente maduro, taninos suaves e uma sensação de boca persistente.
Quinta da Sequeira Magnum Rosado revela-se com uma acidez equilibrada. Final de boca longo e muito agradável.