Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.
Vinho
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Uvas provenientes da vindima dos nossos associados são descarregadas e imediatamente desengaçadas e esmagadas.
A fermentação ocorre em depósitos de inox com temperatura controlada a 26-28ºC. Durante este período é feita a maceração ou curtimenta, durante 15 dias.
O Herdade Papa Leite My Way tinto é uma fusão perfeita das castas Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Envelhecido por 24 meses em barricas de carvalho francês, apresenta uma bonita cor granada opaca, com tonalidades violeta, e um aroma cativante de frutos vermelhos, enriquecido por subtis notas de baunilha e chocolate. No paladar, exibe maturidade, com as notas de madeira perfeitamente integrada, proporcionando densidade e persistência.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo
Herdade Papa Leite Religiosamente Guardado é um vinho tinto de edição limitada, obtido pelas castas Syrah, Alicante Bouschet, Merlot e Cabernet Sauvignon. Apresenta-se de cor granada e de aromas a fruta preta madura, como a ameixa. Destacam-se, igualmente, notas de especiaria fina e frutos secos. Na boca é muito equilibrado, incrivelmente fresco e volumoso.
A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, conta
O vinho do Enxarrama é bastante tinto e encorpado, crystallino, cheiro tartsoso, e não suave, de sabor quente e macio, com travo (...) bem pronunciado. Não é um vinho alcoólico, nem aromático, é um vinho forte e bastão, que bem por causa do seu tanino pode tolerar o seu volume em álcool (...) Talvez por estas razões, quasi tanto por suas outras qualidades, é elle mais que nenhum outro de Évora procurado para a venda a retalho nos armazéns de Lisboa.
A marca Cartuxa é um dos principais ativos da Fundação Eugénio de Almeida e atual marca “umbrela” da Adega Cartuxa. A insígnia traduz a identidade dos vinhos Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e do mítico Pêra-Manca. Excelência, qualidade e individualidade, num estilo muito próprio que marca a diferença e define um clássico do Alentejo. A aposta da Fundação Eugénio de Almeida na criação de produtos de excelência tem sido reconhecida ao longo dos últimos anos com diversos prémios.
O Tapada do Chaves Reserva é o resultado da combinação das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet da vinha Moutas e de uma vinha velha plantada em 1901, localizada a uma altitude entre 350 e 400 metros. É um vinho de cor granada com grande concentração, revelando uma enorme complexidade aromática, com notas de frutos silvestres, esteva, resina, terra e nuances de couro com toques balsâmicos. Na boca é muito elegante, com bom volume e fruta madura muito presente, expressando o perfil clássico do Alentejo. Os taninos são firmes, tem boa acidez, equilíbrio e excelente envolvência.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão ent
O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter.
Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
O gosto de receber os amigos e a família e a paixão pelos vinhos levou José Rodrigues, empresário da região de Setúbal, a procurar um lugar onde pudesse reunir estes dois prazeres. Foi em 2011 que, depois de muito procurar, descobriu o refúgio ideal. Uma propriedade no Alentejo, a cerca de 10 Kms de Évora, situada numa zona de paisagem protegida pela Rede Natura 2000, que o encantou de imediato.
A casa do Monte da Ribeira era a única edificação a pontuar a propriedade. Começou por adquirir um tractor e algumas alfaias para apoio do assento agrícola e o seu espírito inquieto não sossegou enquanto não concretizou o desejo de plantar uma vinha. «Fui muitas vezes avisado para desistir, diziam-me que não sabia onde me estava a meter, porque plantar uma vinha e fazer vinho dá muito trabalho… Mas
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.
Esta edição limitada, comemorativa dos 60 anos da Fundação Eugénio de Almeida, percorre a nossa história, através de uma seleção de oito vinhos e um azeite, todos exclusivos, numa tiragem de apenas 1.000 garrafas de cada. EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60 ANOS DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA.
A casta Petit Verdot foi a nossa inspiração, a nossa riqueza, a base e a razão deste Reserva. Aromaticamente é expressivo, intenso e envolvente. Os frutos do bosque mesclados com notas florais de violetas, envolvidas numa nota tímida de tosta e pimenta conquistam-nos de imediato. O estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês confere complexidade e estrutura, mas simultaneamente elegância e equilíbrio. Um Reserva que termina longo, que persiste e insiste em nos conquistar…
O Kelman As Tourigas Grande Reserva Tinto é um vinho excecional, proveniente de uma vinha velha com cerca de 80 anos, onde as castas Touriga Nacional e Touriga Fêmea (Touriga Brasileira) se destacam. Após a colheita manual, a maceração delicada valorizou a tipicidade destas castas autóctones, realçando a extração de fruta e taninos frescos. O estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de terceiro uso conferiu complexidade ao vinho, que se apresenta com uma cor rubi profunda, com reflexos vermelhos e violáceos ainda bem presentes.
No aroma, destaca-se a fruta madura, evocando a fruta negra, acompanhada por suaves notas florais. A Touriga Fêmea traz um toque de elegância, enquanto a Touriga Nacional oferece madureza e frescor, resultando num equilíbrio perfeito. Aromas de bosque, c
Vinho de cor rubi profunda. Aroma a frutos vermelhos bem maduros. Revela notas de especiarias bem como aromas balsâmicos. Apresenta uma madeira de excelente qualidade muito bem integrada. Final de boca extremamente longo.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante.
Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808.
A Quinta
Quinta de Ferradosa Douro Tinto é um vinho que demonstra um nariz muito concentrado com alguma frescura. Na boca tem muita fruta vermelha como morangos e framboesas aliados a notas florais. Os taninos estão bem presentes e trazem ao vinho uma estrutura marcante. O equilíbrio do vinho é-lhe dado por uma frescura acentuada, tornando este Quinta da Ferradosa um vinho muito elegante.