A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade.
Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Vinho
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A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade.
Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Terrantez do Pico é um vinho branco monocasta com um aroma marcado por notas de goiaba e pêssego com a presença de fundo do natural perfil vulcânico. Com um forte caráter mineral, mostra em diferentes momentos alguma goiaba, pêssego e amanteigado, tudo com a presença de fundo do natural perfil vulcânico. Boca com volume, muito mineral e profundo. Tem um final untuoso, salgado e muito persistente.
O Verdelho é uma casta autóctone dos Açores, distinta dos “Verdelhos” do continente e partilhada com a vizinha Madeira. elas. Este Verdelho é “o Original”, o das ilhas, o da frescura, o da salinidade, o da mineralidade e do perfume único que fez o Verdelho ser... O Verdelho!
Arinto dos Açores Indígenas De António Maçanita é um vinho branco complexo, salino e mineral, com aromas a frutos tropicais e sabores cítricos intensos. É um vinho branco que apresenta uma estrutura aveludada, com enorme concentração aromática, corpo límpido e puro, com notas salinas e minerais e uma acidez cítrica impressionante.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnológico: desengace total e ligeiro esmagamento, prensagem, arrefecimento e clarificação do mosto. Uma parte do lote fermenta em depósito de aço inox, fermentando a outra parte em barricas de carvalho francês, à temperatura controlada de 16ºC. Após a fermentação segue-se um estágio, sobre borras finas com batonnage periódica, durante12 meses. Por fim, procede-se a filtrações, loteamentos, estabilização tartárica e proteica, filtração final e engarrafamento a que se segue um estágio final de 9 meses em garrafa.
O vinho apresenta uma cor citrina com um “bouquet” onde estão presentes os aromas minerais, florestais, com um sabor fresco, com notas minerais e uma excelente acidez crocante.
Este é um vinho produzido apenas em anos excecionais, a partir das castas que melhor prestação tiveram nesse mesmo ano. Assim, este vinho branco é obtido a partir da casta Encruzado, revelando aromas florais e a frutas de polpa branca, traduzindo-se fresco e cremoso no paladar.
Vinho com cor citrina dourada, aromas elegantes de alguma complexidade, com predominância de fruta de caroço e ligeiras notas de madeira, onde fermentou. Boca elegante com untuosidade notória, bem integrada com a acidez, a proporcionar um final agradável e com alguma persistência.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Cor palha brilhante, com um nariz tímido a transportar para erva seca e fruto de caroço, em boca o volume acompanha uma tensão e persistência característica de pão tostado. Elegante e com carácter.
Com uma cor petróleo pouco convencional e ligeiramente nublada, este vinho revela no nariz uma exuberância intrigante, onde toques oxidativos se fundem com uma leve redução, lembrando pólvora. A fruta cristalizada surge subtilmente em segundo plano, acrescentando uma delicadeza que se equilibra com a intensidade do conjunto. Na boca, o vinho arranca de forma fina, ganhando um volume impressionante à medida que se desenvolve, terminando com uma presença dominante e marcante. De caráter original, é um vinho gastronómico que combina complexidade e força, perfeito para harmonizar com pratos desafiadores e para aqueles que buscam uma experiência única e memorável.
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
Cor citrina brilhante. Aroma intenso e muito elegante, com predominância de notas cítricas diversas, como a lima e a toranja. Na boca é complexo, profundo e estruturado, com uma acidez viva, mas muito bem integrada, que lhe dá uma grande frescura e persistência. No longo final de boca persiste a mineralidade, algumas notas de frutos secos e um leve fumado. Um vinho com grande potencial de envelhecimento.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos.
Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.