Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, o Crochet2011. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Vinho
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- Colheita: 2017
O curtimento não se nota na cor citrina aberta, mas é muito evidente no aroma complexo, com muitas notas de casca, vegetal seco, laranja e citrinos maduros. Grande harmonia na boca, num registo cheio e profundo, mas com perfeito equilíbrio de acidez. Um vinho branco muito civilizado, elegante, vibrante e longo.
Cor palha brilhante, com um nariz tímido a transportar para erva seca e fruto de caroço, em boca o volume acompanha uma tensão e persistência característica de pão tostado. Elegante e com carácter.
Cor palha nublado de media intensidade, aroma muito jerezano assente na amêndoa tostada e notas salinas, em boca apresenta-se afiado no ataque e amplo na persistência, um branco de muita arte.
Produzido unicamente em anos extraordinários, junta a intensidade de Reguengos de Monsaraz à vitalidade da altitude de Portalegre. Cada parcela foi vinificada e estagiou em separado. Feito para durar, representa a ambição do Esporão de fazer os melhores vinhos que a natureza proporciona, de modo responsável e inspirador.
A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivação é o legado de todos os seus vinhos produzidos e a principal razão para terem alargado a gama para outros produtos e territórios.
A Herdade do Esporão, situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que ajuda a produzir em
Descubra o Conde Vimioso Vinha do Convento Tinto, uma verdadeira expressão de um terroir único no Tejo. Originário de vinhas enraizadas em calhau rolado, este vinho é engarrafado apenas em anos excecionais, capturando o legado e a magia do local. Uma obra-prima pensada para perdurar por décadas, refletindo a generosidade e a história do rio Tejo.
Este vinho distinto é meticulosamente vinificado a partir de uvas selecionadas, arrefecidas e processadas com técnicas que preservam sua riqueza aromática e fenólica. Após uma cuidadosa fermentação e maceração, estagia por 24 meses em barricas novas de carvalho francês, onde se define o seu lote final através de uma seleção rigorosa, garantindo uma qualidade superior e uma harmonia excecional entre as barricas.
O Conde Vimioso Vinha do Convento
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Penfolds St Henri Shiraz Vintage 2017 é um aclamado vinho tinto australiano, conhecido pelo seu perfil elegante, maturação em grandes cubas de carvalho velho sem nova influência de carvalho, e grande potencial de envelhecimento.
O aroma tem uma combinação de frutos vermelhos a lembrar mirtilos, amoras e ameixas pretas. Na boca impressiona de imediato pela sua vivacidade. Musculoso e intenso revela uma grande capacidade de guarda. Estamos na presença de um grande vinho.
Cor aberta, bonita. No aroma define-se pela extrema elegância, bagas silvestres, cerejas, mirtilos, um leve vegetal. A boca surpreende pela firmeza, com taninos mais vivos do que se esperaria, muita garra aliada a enorme frescura e precisão. Largo, definido, vibrante.
O João Pato Touriga Nacional tinto é um vinho regional da Bairrada pensado para ser apreciado jovem: frutado e intenso, é um tinto de perfil marcante.
Aroma expressivo com notas de frutos silvestres e leve balsâmico. Conjuga a elegância e concentração, com boa acidez e taninos sedosos. O final é longo e persistente.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Média cor, aroma complexo, marcado pelas notas balsâmicas. Na boca surpreendente pela sua frescura salinas que conjugam com forte tanino oferecendo ao vinho alguma persistência.