Cor vermelho escuro com núcleo preto. Aroma de bouquet puro e nobre, frutos silvestres e especiarias. Na boca é elegante mas poderoso, taninos jovens e cremosos, muito extrato de fruta doce, bela mineralidade, final de boca muito duradouro. Grande potencial de envelhecimento.
Vinho
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- Colheita: 2016
Aroma muito rico e complexo com notas de frutos do bosque, especiarias e bergamota. Muito estruturado na boca, com imensas camadas de complexidade. Os taninos são firmes, mas afinados e sedosos. Tudo com enorme elegância e finesse. Termina longo e mineral. Vinho de guarda, com elevado potencial de envelhecimento.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
Com notas florais e tostadas, aliadas a uma mineralidade cítrica, formam um aroma vigoroso e complexo.
Principal Grande Reserva Branco Magnum junta as castas Chardonnay e Sauvignon Blanc num clima de influência Atlântica, produzindo um vinho com notas florais, para além de notas cítricas e tostadas, assim como de grande elegância e estrutura.
Este vinho branco da Bairrada é complexo e elegante, tem notas de aveia, baunilha e cereal tostado. Estagiou 12 meses em barricas de Carvalho Francês e 6 meses de estágio após engarrafamento. Acompanha bem charcutaria, carnes e peixes assados e queijos de estrutura média.
É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Produzido a partir das castas Sousão, Tinto Cão, Touriga Franca e Touriga Nacional é um vinho tinto adicional, vinificado com pisa a pé em lagar e envelhecido durante 18 meses em barricas de carvalho francês.
Cor rubi, límpida e pronunciada. Aroma de grande intensidade e elegância: belas notas frutadas aliadas à excelência da barrica. Na boca é estruturado e equilibrado, fresco e vibrante. Excelente acidez. Retrogosto muito longo.
Aroma fino e com fruta muito delicada, com predominância de uma fruta vermelha muito atraente. Boa estrutura da boca, com taninos finos e boa acidez. Um conjunto elegante. Frutas e estrutura, bom esqueleto, mas com elegância no final da boca.
Cor amarelo palha, aroma de compota, fruta desidratada e damasco. Boa acidez, mineral e cremoso final persistente e encorpado.
Mãos Reserva Branco é um vinho gastronómico com aroma predominante a amendoim, folhas de chá e notas cítricas. Na boca é denso e amanteigado. Acidez bem presente no fim de prova. Um branco encorpado com potencial de envelhecimento.
Vermelho intenso, Nariz intensa e complexa com fruta vermelha e chocolate.Impressões fumadas, harmoniosamente combinadas com especiarias Entrada impactante, seguido da fruta preta e das especiarias. Combinação perfeita entre a elegância dos taninos e a frescura de uma notável acidez. Termina longo e mostrando toda a sua forte estrutura. Vinho impar.
O Quinta Maria Izabel tinto é um vinho clássico do Douro, com uma cor rubi-granada. O aroma revela esteva e frutos vermelhos, que evoluem para notas balsâmicas, com um toque de cedro e especiarias. Na boca é aveludado e fresco, com um final longo.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.