Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Quinta de Lemos Touriga Nacional

28,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
04328

Ficha informativa

Colheita
2016
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta de Lemos
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
14

16 outros produtos na mesma categoria:

A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho. Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
Turra Pet-Nat nasce em 2020 com o intuito de trazer aos dias de hoje um vinho natural e histórico. A forma manual com que é feito lembra os vinhos produzidos nas gerações dos nossos avós, trazendo à actualidade o melhor que era feito na região durante séculos.
Scala Coeli, deve o seu nome ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, normalmente conhecido por Mosteiro da Cartuxa, local onde os monges cartuxos viveram em silêncio e oração. Resulta das melhores vinificações de cada ano de castas menos tradicionais ao Alentejo. Foi produzido pela primeira vez em 2005.
Os terrenos que viriam a ser Vega Silicia, foram disputados durante anos entre Peñafiel e o Mosteiro de Valbuena e foi em 1477 que os monges e o conselho chegariam a um acordo. Estes últimos teriam a jurisdição e as terras aráveis e os monges teriam a cobertura florestal. Mas foi em 1577 que o nome Vega de Sicilia apareceu pela primeira vez na história, quando se referia à propriedade. Durante séculos a propriedade foi explorada e comprada ao Marquês de Valbuena, por Toribio Lecanda em 1848, onde o seu filho Eloy Lecanda, começa a produzir vinho de forma profissional na adega da propriedade. Assim, surge a necessidade de construir instalações, escritórios e armazéns de envelhecimento. O objetivo seria produzir vinho de qualidade igualável ao produzido em Bordéus. Em 1982, a família Álvare
Fermentado em barricas usadas de 400 litros, combina assinalável cremosidade com a frescura própria da casta, a fruta sempre presente em notas de laranja e toranja, nuances florais campestres a acompanhar. Profundo e amplo, com perfeito equilíbrio ácido, cheio de sabor e presença no longo final.
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação. Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Quinta São Gião Vinhão, resulta de uma cuidadosa seleção das uvas, com a tradicional pisa em lagar de pedra. Este é um vinho de cor intensa, frutado, com notas de frutos silvestres, complexo e estruturado, com final longo e persistente.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Malhadinha Tinto 2021 surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento. Surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Cor: Citrina. Aroma: Exuberante. Sobressaem os aromas citrinos (tangerina, toranja) e tropicais frescos (maracujá). Notas minerais. Paladar: Harmonioso. Acidez equilibrada. Corpomédio com boa textura. Termina com um final persistente.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling. Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Cor: Salmão pálido. Aroma/Bouquet: No nariz, o vinho é vigoroso e intenso, com aromas de casca de laranja e groselha vermelha. Paladar: Um Côtes de Provence rosé incrivelmente elegante, com camadas de fruta equilibradas por uma acidez refrescante. O paladar tem uma suavidade redonda e um final apertado e firme.
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.