No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Vinho
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Cor granada. Mostra notas de fruto seco e em passa, ameixa, figo, algum vegetal seco, matagal e uma afinação muito própria. Bem construído na boca, tem amplitude, fruto de qualidade e um registo clássico. Taninos imensos, longo e de sabor persistente.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Um vinho tinto único do Vale do Douro, elaborado a partir de um blend de uvas autóctones portuguesas, entre as quais a Touriga Nacional, a Tinta Roriz e a Tinta Barroca. As vinhas são cultivadas de forma sustentável, com foco na mínima intervenção e no respeito pelo meio ambiente.
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Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Cor rubi, aroma muito intenso a frutos do bosque. Na boca mostra estrutura, densidade, frescura e elegância. Final muito longo e persistente.
Recomenda-se o seu consumo entre 16 e 18º.
Possui caixa de cartão individual, o que o torna um excelente presente.
Um vinho tinto elegante e bem estruturado, com uma cor rubi profunda. Nariz complexo com notas de fumo e couro, poderoso e harmonioso no palato. Perfeitamente equilibrado.
Estes vinhos são conhecidos pela sua elegância e estrutura, sendo o formato Magnum ideal para um envelhecimento mais lento e harmonioso.
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg