As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Vinho
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Cor amarela citrina com laivos esverdeados. Complexo no aroma com notas de fruta como pêra, marmelo, nuances de uma erva verde que dá frescura e uma subtil nota do estágio em barrica. Tem a elegancia típica do Encruzado estagiado em barricas e a cremosidade do gouveio. Boca com muito volume, textura e acidez muito integrada conferindo uma frescura gastronómica. Termina longo e muito equilibrado.
Van Zellers & Co Douro Tinto é um vinho feito à mão, onde a mistura de diferentes uvas e vinhas de três vales principais: Torto, Pinhão e Douro. Este lote produz um vinho marcado por aromas a frutos aromas de frutos vermelhos, é encorpado, redondo e com um final longo.
Um Reserva de vinhas velhas, criado a partir das castas emblemáticas do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Tinta Amarela e Tinta Barroca. Longa maceração pós fermentativa. Estágio em barricas de carvalho Francês. Boa capacidade para envelhecer.
Cor: Intensos tons de vermelho escuro.
Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde.
Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
Vinho de cor rubi profunda. Aroma a frutos vermelhos bem maduros. Revela notas de especiarias bem como aromas balsâmicos. Apresenta uma madeira de excelente qualidade muito bem integrada. Final de boca extremamente longo.
Considerado o irmão mais novo do Quinta da Touriga Chã, o Puro é a expressão autêntica de seu terroir. Apesar de ser o segundo vinho desse produtor, mostra a classe dos grandes tintos do Douro, com ótima concentração de fruta, lembrando ameixas pretas e amoras, além de notas florais, chocolate e especiarias no nariz. Na boca é equilibrado, frutado, com taninos firmes que conferem uma textura irresistível ao vinho. Resultado do corte de Touriga Nacional (87%) e Touriga Franca (13%) com estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. O aroma é complexo, profundo e elegante, com notas florais combinadas com frutos vermelhos, onde se sobressaem amoras, com nuances de baunilha e especiarias provenientes da madeira. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos
Cor vermelho cereja pálido. Maravilhosos aromas doces: ervas quentes, frutas cereja. Tão puro e elegante com um toque frondoso. Na boca é macio, quente e com uma fruta adocicada. Leve e soberbamente elegante, com lindas notas de cereja e ervas e taninos sutis. Vinho adorável.
O vinho branco Lollipop Lupulo é super viciante no nariz, leve, fresco e com uma sensação agradável na boca.
O vinho branco Lollipop Lupulo é um exemplo perfeito de um vinho da região do Douro.
Quinta da Vacaria Reserva Tinto Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, provenientes de vinhas instaladas em solos xistosos, com exposição solar a sul e situadas entre os 70 e os 300 metros de altitude. A fermentação inicia-se em lagares, um método tradicional que contribui para a intensidade da cor e riqueza de sabor, seguindo-se um período de estágio em barricas. No copo, revela uma cor rubi profunda e expressiva, com aromas intensos de frutos vermelhos, elevada complexidade e um carácter bem definido.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Cor amarelo citrino e aspecto brilhante. O aroma é delicado, com notas citrinas ligeiramente tostadas. Na boca, impressiona pela boa acidez e textura marcante, que lhe conferem uma enorme aptidão gastronómica.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto.
Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,