Aroma elegante, cheio de notas minerais, com notas de fruta madura e ligeiras notas tostadas. Muito boa estrutura na boca, equilibrada por uma excelente acidez cítrica e um final muito longo.
Vinho
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Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego.
Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante.
Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
De cor cristalina com nuances esverdeadas, este vinho mostra a autenticidade da casta, de forma fresca e elegante. Notas de pêra e flores brancas no aroma. Com bom volume de boca e estruturado, evidenciando a tosta da barrica em harmonia com uma acidez vibrante e um caráter cítrico.
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
Aroma complexo, mineral, frutos de polpa branca, pêssego, casca de limão e algum verniz. Estruturado, equilibrado, volumoso e final muito refrescante.
Cor amarela citrina com laivos esverdeados. Complexo no aroma com notas de fruta como pêra, marmelo, nuances de uma erva verde que dá frescura e uma subtil nota do estágio em barrica. Tem a elegancia típica do Encruzado estagiado em barricas e a cremosidade do gouveio. Boca com muito volume, textura e acidez muito integrada conferindo uma frescura gastronómica. Termina longo e muito equilibrado.
Frutos de polpa amarela, um traço cremoso e rico de baunilha, e um lado químico que lhe aumenta o mistério. Poderoso na boca, cheio de vigor, mas sempre contido, com acidez integrada, final reservado, equilibrado, com uma secura que sugere pratos ricos como uma caldeirada à fragateiro.
A Quinta Dona Matilde, localizada entre Régua e Pinhão, é uma referência histórica da região do Douro.
Fundada por Manoel Moreira Barros em 1927, as suas vinhas foram erguidas nos solos xistosos e a emblemática pirâmide de xisto é símbolo do trabalho árduo e compromisso com que a família Barros sempre se guiou.
Em 2007, nasceu o projeto Quinta Dona Matilde, que mantém a tradição e conhecimento transmitidos por gerações.
Muito aromático, floral, fruta tropical e no final algumas notas cítricas. Com uma sensação de doçura mas muito seco, fresco e com elevada acidez.
De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
Cor: Amarelo citrino muito leve.
Aroma: Muito fresco e mineral, notas citrinas e forais muito típicas dos vinhos brancos de altitude do Douro.
Sabor: Fresco com frutado vivo.
Final de Boca: Médio
Gastronomia: Como aperitivo, com peixes grelhados, mariscos, pastas, pizzas...
Para se produzir o melhor vinho há que criar as melhores condições. O primeiro passo passou por encontrar um local de vinificação acessível, com um clima ameno, altitude elevada, espaçoso e bem dimensionado, que permitisse conciliar as tradicionais práticas vinícolas durienses com os contributos da enologia moderna.
Assim, nasce o Secret Spot Wines, um projeto da Quinta da Faísca, que se localiza na região de Favaios, Douro. Produtores de uma gama diversificada e de qualidade, apresentam produtos como o Vinho, o Moscatel e o Azeite.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.