Nariz sensual, chamativo, conjugando guloso fruto com densas sensações especiadas e queimadas. Boca carregada, muito suave, saborosa, mas com vibração limitada. Impressiona pela enorme suavidade de textura.
Vinho
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O aroma tem uma combinação de frutos vermelhos a lembrar mirtilos, amoras e ameixas pretas. Na boca impressiona de imediato pela sua vivacidade. Musculoso e intenso revela uma grande capacidade de guarda. Estamos na presença de um grande vinho.
Rubi profundo com centro completamente opaco. Aroma muito intenso de fruta preta tipo amoras e cassis, cedro, couro, fumo e tosta madeira. Muito encorpado, com taninos poeirentos, lembrando pó de giz. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova. Final muito longo.
Ataíde Semedo Gran Reserva é um 100% Touriga Nacional com identidade Ataíde Semedo, com notas de fruta vermelha, chocolate e pimenta, e uma frescura caraterísticas de um terroir de influência Atlântica.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
Um vinho exclusivo elaborado a partir das castas de Cabernet Sauvignon, Merlot e Touriga Nacional: 1 garrafa de JFF Tinto + 2 copos de Zieher.
Criado com uvas da casta Baga plantada em solo argilo-calcário, em vinhedos com uma idade média de 40 anos. Vinificado em cubas de inox durante 10 dias, foi amadurecido em pipos usados (de 650l) durante 12 meses. Acompanha pratos com carne de caça bem como outros pratos de carnes vermelhas. Durará por mais de 15 anos.
Cor aberta, bonita. No aroma define-se pela extrema elegância, bagas silvestres, cerejas, mirtilos, um leve vegetal. A boca surpreende pela firmeza, com taninos mais vivos do que se esperaria, muita garra aliada a enorme frescura e precisão. Largo, definido, vibrante.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
Uma vez que a sua vinha está plantada em "Pé Franco", esta vinha tem uma produção de 800Kg por hectare, aproximadamente um cacho por videira. Fermentação em Tonel (10-12 dias). Estágio em barricas novas de carvalho Vosges e Nevers de 500l durante 22 meses.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
“Raro” é uma palavra que usamos para descrever algo extraordinário, escasso ou que ocorre com pouca frequência, e é exatamente dessa forma que percebemos este vinho – como uma raridade no sentido mais nobre do termo. Originário de um ano particularmente quente em várias regiões, mas que, na Bairrada, resultou na criação de vinhos de excepcional elegância, combinando delicadeza e força. Este Outrora, oriundo de nossa vinha secular situada no Vale de Cadoiços, encapsula o que consideramos ser a quintessência da variedade, demonstrando o seu máximo esplendor em anos particularmente favoráveis.
O ano de 2015 destacou-se pela sua austeridade inicial, mas também por uma pureza de fruta singular e uma elegância paradoxal que nos cativou desde o início. Percebemos que estávamos diante de uma cria
O João Pato Touriga Nacional tinto é um vinho regional da Bairrada pensado para ser apreciado jovem: frutado e intenso, é um tinto de perfil marcante.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborados segundo os procedimentos das gerações anteriores, os vinhos da Quinta das Bágeiras não são vinhos de modas, mas que estão sempre na moda, revelando a cada colheita o caráter da região e das pessoas que os produzem.
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar.
São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.