O vinho Cebolal Emerso é um vinho profundo e misterioso cheio de passado e carregado de futuro. Estagiou no Oceano Atlântico a uma profundidade entre 15 e 30m durante 14 meses. A ondulação do mar, a fauna e a flora marítimas criaram uma obra que é única, que não se repete. “Emerso” revela-se-nos assim como objeto artístico, numa colaboração poética da techné humana e da natureza.
Vinho
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Esta é a primeira edição do Amma, limitado a apenas 1333 garrafas. Amma é a junção das iniciais dos nossos nomes: António, Marta, Martim e Alice, num vinho que é a celebração da nossa família e do nosso amor. Feito a partir das melhores uvas e das melhores barricas, com estágio prolongado em barrica e na garrafa, é aquele vinho especial eleito por nós como o melhor que fizemos até hoje. Amma de amar a família aquilo que conseguimos alcançar juntos.
A imensidão do céu azul, a brisa única do norte alentejano e o solo de xisto dão aos vinhos da Herdade Monte da Cal uma elegância, frescura e carácter únicos. A tranquilidade do Alentejo num copo de Monte da Cal.
Vindima manual com selecção na parcela. Fermentação com leveduras indígenas com temperatura controlada entre os 21ºC e 25ºC. Fermentação em inox com bago inteiro e 20% dos engaços. Maceração de 30 dias. Fermentação Maloláctica em tonel de carvalho francês. Estágio: 18 meses em tonel de 5000L de carvalho francês.
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente.
A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
Tem Aragonês e Tinta Grossa, de vinhas não regadas. Aroma vivo, com fruta madura e num registo com boa complexidade onde a fruta sobressai e a madeira se integra no conjunto. Boa prova de boca, envolvente, cheio e com barrica no ponto. Um vinho encorpado, mas com muito boa tensão e persistência.
O vinho Herdade da Candeeira Barro tinto combina tradição e modernidade, revelando elegância e frescura distinta. A sua cor rubi antecipa um aroma de terra fresca e frutas vivas, e no paladar, é robusto, mas suave e revigorante, com uma textura aveludada.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente.
A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.
Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.
Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
Apresenta-se com cor rubi intensa. No aroma, temos fruta madura e abundantes notas florais que lhe conferem frescura e elegância. Muito boa complexidade na prova de boca, as notas de madeira são discretas, privilegiando a bergamota e frutos vermelhos maduros. Um Reserva de “terroir” expressivo e personalizado.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
A Vinha do Ujo foi plantada em 1930, em patamares horizontais pré-filoxéricos, sendo o solo suportado por pequenos muros de xisto. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. Cimentadas em pequenos socalcos expostos a Norte, entre altitudes que variam dos 180 aos 210 metros, são tratadas ano após ano pelas mãos experientes de quem vive o Douro dia após dia.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à
Cor rubi intensa. Com aroma intenso e complexo, frutos vermelhos silvestres, com notas balsâmicas suaves e nuances a especiarias. Apresenta-se na boca com corpo e taninos bem equilibrados, notas intensas de fruta com final complexo e prolongado.
O Andreza Grande Reserva tinto é um vinho elaborado com as castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão, cultivadas em solos xistosos, sob um clima quente e seco com grandes amplitudes térmicas. Apresenta uma cor vermelho profundo com reflexos anil, e um aroma muito intenso e poderoso, mas ao mesmo tempo fresco, onde o óleo de bergamota, típico da Touriga Nacional, se destaca em perfeito equilíbrio com notas de frutos do bosque, mirtilo, amora preta e uma madeira elegante e muito bem integrada. Estagiou durante 12 meses em barrica, adquirindo complexidade e estrutura. Na boca, revela-se extraordinariamente elegante, com volume, frescura e equilíbrio notável, culminando num final excepcionalmente longo onde reaparecem as notas florais e dos frutos do bosque.