Vinho de cor granada carregada, com aroma de frutos pretos maduros, sugerindo amoras e ameixas, envolto em notas de especiarias, em boca é um vinho amplo, profundo com boa estrutura e grande complexidade aromática, termina com final agradável e persistente.
Vinho
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O vinho Morais Rocha Reserva Tinto tem 14 meses em barricas de Carvalho.
Francês Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
O cuidado com os nossos produtos não termina com a venda. A exigência da casa Morais Rocha leva a que os seus produtos aquando exportados sejam devidamente acondicionados em contentores de modo a garantir que não hajam alterações nos mesmos, quer por diferenças térmicas, quer por outros agentes agressivos externos.
Da marca Fita Preta de António Maçanita, o Tinto do Pote de Barro é um projeto da linha Signature Series que procura encontrar o perfil de “vinho de talha” antigo utilizando vinhas velhas de mistura e o antigo processo de vinificação em talha.
Com uvas cultivadas em regime de produção biológica certificado, é um vinho que estagiou em ânfora de barro durante 90 dias. Tem notas de frutos vermelhos, pimenta preta, tem textura de boca, é fresco e tânico.
É um vinho ideal para harmonizar com pratos de comida de tacho, aconchegante, como estufados ou guisados.
Com 31,3 hectares, a quinta permanece frutífera em terreno xistoso, escravo e duro. Outrora cultura de sequeiro, aqui vive-se um clima seco com baixa pluviosidade, onde a influência de ventos quentes, no pico do estio, ensejam pequenos redemoinhos por entre a vinha, fazendo lembrar um ambiente quente, quase africano.
Rodeada por uma área de silvo pastoril, na herdade existem várias espécies que coabitam em plena harmonia. Através de um olhar atento, ao visitar a nossa quinta pode-se encontrar uma grande diversidade de plantas, mas também de animais. A produção de azinho, sobro e pinheiro, proveniente das plantas autóctones, tais como a esteva, o rosmaninho, e o poejo, e a vida dos animais como a lebre, a perdiz, o javali, a raposa e até garças e libelinhas, conferem a esta quinta uma biodi
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete.
“Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
O lagar de Silvã de Cima, situado junto à vinha da Taboadella, emerge no penedo monolítico de natureza rupestre, representando um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão. Este local singular contrasta com a adega contemporânea, cuja arquitetura é concebida com materiais naturais como madeira e cortiça. Uma varanda proporciona uma vista panorâmica, abrangendo a magnífica extensão de vinhas circundada por uma vasta floresta.
Neste ambiente harmonioso, onde passado e futuro entrelaçam-se, os vinhos ganham vida na vinha e na paisagem. O cuidado meticuloso e a paciência dedicada permitem resgatar a essência da natureza do passado, projetando, ao mesmo tempo, a produção de vinhos excecionais para o futuro. Esta abordagem preserva a notável tipicidade da região, mantendo vivo o caráter
A Rocim inspira-se na qualidade dos vinhos do Dão, ao produzir os seus novos vinhos com a marca "O Estrangeiro". Este vinho tinto é um field blend, proveniente de vinhas velhas, que após fermentar em depósitos de cimento, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Deste modo é um vinho tinto que se apresenta de cor rubi brilhante, marcado pela fruta vermelha fresca, notas terrosas e exóticas. Na boca revela uma grande profundidade e elegância.
Os Douro Boys têm um objetivo claro: elevar os vinhos secos do Douro ao reconhecimento adequado da sua qualidade inerente e posicioná-los em pé de igualdade com o vinho do Porto. Com isto em mente, visam colocar o Vale do Douro no mapa do vinho mundial e, ao mesmo tempo, melhorar a imagem dos vinhos portugueses em geral. Esta jornada é uma prova do compromisso da região em produzir vinhos excecionais e diversificados, que vão além do famoso Vinho do Porto. O legado dos Douro Boys é uma contribuição importante para a indústria vinícola em Portugal e no mundo.
Aroma de boa complexidade com saliência para os frutos pretos como a ameixa, especiarias a pimenta, cravinho e ligeiro caril, componente balsâmica a cedro e a caixa de tabaco, algumas notas arbustivas e madeira muito bem integrada.
Cor vermelho granada. No nariz, a Touriga Nacional dá-nos a componente floral com aromas de bergamota e manjericão, enquanto a Touriga Franca se expressa em sabores como o mirtilo e a amora. Muito elegante e estruturado. Final longo com notas persistentes de fruta madura.
O aroma é concentrado, com notas a fruta preta e especiarias. No boca é encorpado, tem um sabor complexo onde sobressaiem a fruta preta e tem uns toninos intensos, mas bem integrados que conferem ao vinho um final longo e fresco. É um vinho muito gastronómico.