É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Vinho
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O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chave
Vinho com aroma e paladar muito fresco, com aromas de fruta branca, ligeiramente tropical e algumas notas de chá e minerais. Algumas notas “mentoladas” e citrinas. Na boca apresenta-se bem fresco, mineral, com volume, estrutura e final persistente. Ressalta a frescura e volume com acidez e mineralidade também marcante.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Quinta dos Carvalhais localiza-se no concelho de Mangualde, junto a Nelas e Alcafache. O solo, o clima, a experiência de
Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Um branco fresco, elegante, preciso, cujo nariz e prova fazem lembrar a magia do pó de arroz. Um vinho onde o menos é mais, feito em cuba de betão e a partir das 15 castas existentes numa vinha velha do Dão. Cítrico, floral e mineral, de nariz fresco e uma elegância delicada e leve (tem 13% mas não damos por ela, tal é o seu equilíbrio) e de boca fina, oferecendo uma prova sem altos nem baixos. Um vinho em que a enologia se “limitou” a realçar a natureza e uma colaboração entre a Defio Wine, Carlos Raposo, Burel Factory (que assina o bonito e condizente rótulo em burel) e WiseShape (cubas em betão 100% portuguesas).
A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Para este monocasta limitamo-nos a conjugar a força da frescura com uma capacidade de envelhecimento majestosa.
Cor límpida e brilhante. No nariz, destacam-se aromas exuberantes, com notas florais e exóticas bem marcadas. Na boca, é elegante e expressivo, com frutos de polpa branca a envolverem uma acidez vibrante e refrescante. Um vinho leve, cheio de energia, perfeito para dias de sol.
Vinho muito fresco e complexo, com fruta cítrica, em harmonia com discretas nuances florais e fortes notas minerais próprias do “terroir”, complexado por ligeiras notas de madeira. “Battonage” por um longo período confere-lhe um volume de boca surpreendente. Final muito longo, fresco e mineral. É um branco ideal para acompanhar todo o tipo de peixes, marisco ou carnes brancas.
Cor amarela esverdeada, aroma com notas cítricas, mel e frutos tropicais bem conjugado com a madeira onde estagiou. Fresco e elegante na boca, com final persistente. Pode estagiar em boas condições por um período de pelo menos 5 anos. Este vinho harmoniza-se perfeitamente com peixes estufados e assados ou bacalhaus no forno. Encontra ainda boa maridagem com queijos azuis de pasta cremosa.
Cor amarela. Aroma profundo com nuances de toranja e pêra. Na boca apresenta-se muito denso e fresco num final longo.
O Alvarinho mais fresco e elegante de sempre. A sua estrutura complexa, aliada a uma boa acidez e mineralidade, fazem deste Alvarinho um vinho que dá que falar.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pera-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.