Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, o Crochet2011. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Vinho
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O curtimento não se nota na cor citrina aberta, mas é muito evidente no aroma complexo, com muitas notas de casca, vegetal seco, laranja e citrinos maduros. Grande harmonia na boca, num registo cheio e profundo, mas com perfeito equilíbrio de acidez. Um vinho branco muito civilizado, elegante, vibrante e longo.
Cor palha brilhante, com um nariz tímido a transportar para erva seca e fruto de caroço, em boca o volume acompanha uma tensão e persistência característica de pão tostado. Elegante e com carácter.
Cor palha nublado de media intensidade, aroma muito jerezano assente na amêndoa tostada e notas salinas, em boca apresenta-se afiado no ataque e amplo na persistência, um branco de muita arte.
Produzido unicamente em anos extraordinários, junta a intensidade de Reguengos de Monsaraz à vitalidade da altitude de Portalegre. Cada parcela foi vinificada e estagiou em separado. Feito para durar, representa a ambição do Esporão de fazer os melhores vinhos que a natureza proporciona, de modo responsável e inspirador.
A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivação é o legado de todos os seus vinhos produzidos e a principal razão para terem alargado a gama para outros produtos e territórios.
A Herdade do Esporão, situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que ajuda a produzir em
Descubra o Conde Vimioso Vinha do Convento Tinto, uma verdadeira expressão de um terroir único no Tejo. Originário de vinhas enraizadas em calhau rolado, este vinho é engarrafado apenas em anos excecionais, capturando o legado e a magia do local. Uma obra-prima pensada para perdurar por décadas, refletindo a generosidade e a história do rio Tejo.
Este vinho distinto é meticulosamente vinificado a partir de uvas selecionadas, arrefecidas e processadas com técnicas que preservam sua riqueza aromática e fenólica. Após uma cuidadosa fermentação e maceração, estagia por 24 meses em barricas novas de carvalho francês, onde se define o seu lote final através de uma seleção rigorosa, garantindo uma qualidade superior e uma harmonia excecional entre as barricas.
O Conde Vimioso Vinha do Convento
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O aroma tem uma combinação de frutos vermelhos a lembrar mirtilos, amoras e ameixas pretas. Na boca impressiona de imediato pela sua vivacidade. Musculoso e intenso revela uma grande capacidade de guarda. Estamos na presença de um grande vinho.
Cor aberta, bonita. No aroma define-se pela extrema elegância, bagas silvestres, cerejas, mirtilos, um leve vegetal. A boca surpreende pela firmeza, com taninos mais vivos do que se esperaria, muita garra aliada a enorme frescura e precisão. Largo, definido, vibrante.
O João Pato Touriga Nacional tinto é um vinho regional da Bairrada pensado para ser apreciado jovem: frutado e intenso, é um tinto de perfil marcante.
Aroma expressivo com notas de frutos silvestres e leve balsâmico. Conjuga a elegância e concentração, com boa acidez e taninos sedosos. O final é longo e persistente.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Este vinho é produzido a partir da casta Malvasia, casta típica da região e que permite ostentar a designação D.O.C. Colares. A vinha tem a particularidade de estar instalada em solos tradicionalmente designados "chão de areia". O clima é muito específico devido à proximidade do mar e da serra de Sintra. O vinho exprime toda essa especificidade climática e pedológica da região.
Média cor, aroma complexo, marcado pelas notas balsâmicas. Na boca surpreendente pela sua frescura salinas que conjugam com forte tanino oferecendo ao vinho alguma persistência.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai