Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Vinho
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É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Herdade da Candeeira Reserva branco, proveniente da Serra d´Ossa, é um espetáculo de luz e frescura entre os sobreiros. De cor amarelo palha, revela aromas complexos de fruta madura, frutos secos e delicada barrica. Na boca, é amplo e persistente, com a harmonia das castas Arinto, Antão Vaz e Roupeiro.
O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chave
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
A Herdade do Sobroso possui cerca de 1600 hectares e situada no concelho alentejano da Vidigueira. Delimitada pela Serra do Mendro a norte, pelo Rio Guadiana a leste e a sul pela enorme planície que se estende até perder de vista, é possível encontrar uma excelente harmonia geográfica que se assenta na riqueza das suas terras.
A Herdade do Sobroso caracteriza-se por apresentar solos franco-argilosos e arenosos, apostando na implantação de vinhas de acordo com critérios que visam a produção de uvas com elevada qualidade. No que diz respeito ao clima, esta região é conhecida pelos seus Invernos frios, seguidos por Verões longos e quentes.
É um vinho branco complexo e luxuoso, de perfil seco e mineral. Com caráter aromático aberto, apresenta um bouquet suave a nozes e baunilha, com notas de frutas cítricas e tropicais, levemente temperadas com nuances de casca de limão, que lhe proporcionam uma acidez cítrica e equilibrada.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinh
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborad
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Quinta dos Carvalhais localiza-se no concelho de Mangualde, junto a Nelas e Alcafache. O solo, o clima, a experiência de
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
A Barão de Vilar, Vinhos S.A. foi constituída em Janeiro de 1996, a partir de um stock de vinhos adquirido por Fernando Luiz Van Zeller, cedido aos seus dois filhos Fernando e Álvaro. A sua denominação social recupera um título nobiliárquico concedido por D. Maria II de Portugal a Cristiano Nicolau Kopke, o 1º Barão de Vilar, em 1836, que por descendência, se encontra na posse direta da família.
Antes da constituição da Barão de Vilar, a família Van Zeller era proprietária da Quinta do Noval, uma das mais reputadas quintas do sector do Vinho do Porto, de onde é oriundo o mítico "Vintage 1931 Nacional”, considerado um dos dois melhores vinhos mundiais do século XX pela Wine Spectator.
Atualmente, a Barão de Vilar passou a designar-se por Van Zeller Wine Collection, uma empresa que represe
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O Quinta da Vacaria Reserva branco é um vinho elegante, de cor amarelo limão, criado a partir de uma mistura das castas Arinto, Viosinho e Rabigato, revelando frescura e complexidade. No nariz, emergem aromas de frutos exóticos, harmonizados com notas de baunilha e madeira, muito bem integradas. Na boca é volumoso, com uma acidez viva e um final longo.
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez q
O Titan of Douro Vale dos Mil é um vinho branco produzido a partir de vinhas velhas, plantadas a uma altitude entre 750 e 850 metros. Apresenta uma cor palha com reflexos dourados, uma grande intensidade de aromas, destacando notas de lima, zimbro, folha de louro, pão torrado e pedra de isqueiro. Na boca, revela uma grande sensação de frescura e untuosidade, terminando longo e profundo.