Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Vinho
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É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborad
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
Com 70 hectares de vinha cuidadosamente cultivada, a Quinta de Bella Encosta é um projeto que alia tradição e respeito pela natureza, no coração da região do Dão. Na aldeia de Prime, a paixão pela terra e o saber acumulado ao longo de gerações permitiram valorizar um terroir único, onde se pratica uma viticultura sustentável, inspirada nas técnicas clássicas de Bordéus e Borgonha. O resultado são vinhos que refletem autenticidade, elegância e uma forte ligação à origem.
Este vinho foi produzido com uvas de uma única vinha da casta Encruzado, da Quinta do Ribeiro Santo, plantada entre 400 e 600 metros acima do nível do mar, em solos graníticos com grandes afloramentos rochosos e influenciada pelos rios Dão e Mondego.
Apresenta uma cor dourada e um aroma complexo com notas de fruta branca, citrinos e nuances de pedra molhada. Na boca, é fresco, com estrutura e acidez vibrante que demonstra potencial de envelhecimento. O final é longo e vibrante.
Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando início à produção do seu primeiro vinho engarrafado com marca própria,
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria.
O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola.
Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O Mirabilis branco é um vinho sublime feito com uvas provenientes de pequenas vinhas centenárias do Douro, onde predominam o Viosinho e o Gouveio. No paladar é suave e crocante, com extrema elegância e um equilíbrio perfeito entre frescura, estrutura e acidez.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a car
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
Produzido a partir da casta Chardonnay, com uma pequena percentagem de Grechetto, apresenta nariz intenso e complexo mostra notas de citrinos, ananás e flores de acácia que se misturam harmoniosamente com notas de baunilha e sílex. No paladar, é generoso, refinado e bem estruturado, com notas agradavelmente saborosas, bem equilibradas pelas típicas sensações doces de manteiga de avelã.
Castello della Sala é uma zona altamente adequada à produção de vinhos brancos, com uma excepção: Pinot Noir, que encontra neste terroir as condições ideais para se exprimir no seu melhor. A área é caracterizada por um solo que tende a ser argiloso, calcário, e rico em conchas fósseis, com vinhas bem expostas ao sol e com excelentes amplitudes térmicas.
A família Antinori dedica-se à produção de vinho há m
A raridade da casta Alvarinho, a baixa produção e distinção leva a que estas uvas sejam as mais valiosas de Portugal.
A qualidade das uvas advém de razões naturais de solo e microclima, mas também de práticas culturais de quem trata delicadamente as vinhas e apura criteriosamente o melhor estado de maturação para as vindimar, fase capital para a definição da performance do vinho.
No processo de vinificação, a Quintas de Melgaço segue os métodos e práticas enológicos tradicionais, considerados mais adequados para a sub-região, que concorrem para extrair toda a qualidade das uvas que chegam à adega. É nesta fase, que a Quintas de Melgaço imprime, cuidadamente, identidade própria aos vinhos que produz. Previamente ao engarrafamento, os técnicos especialistas atendem a que o vinho apresente