Nascido em solos de lava, ricos em nutrientes minerais, O vinho tinto Terras de Lava é um IG Açores e expressa de forma genuína o terroir vulcânico.
A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico foi fundada em 1949, quando os produtores locais se uniram para tentar recuperar as castas nobres e a cultura da vinha em curral de pedra, hoje classificada como Património Mundial pela UNESCO. Ao longo dos anos, mais associados se uniram a esta causa, contando agora com 250, entre mulheres, homens e famílias que dedicam a vida à sua paixão e a uma arte secular. Hoje com 75 anos de história é a produtora de vinhos nos Açores mais antiga e que continua a respeitar e a preservar as tradições vitivinícolas. Esta aliança constitui a qualidade dos vinhos criados em solos açorianos.
Vinho
Existem 40 produtos.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega, passaram pela mesa de escolha onde é feita uma seleção rigorosa, com entrada para as cubas de fermentação por gravidade. Fermentação alcoólica espontânea. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
A Casa Relvas é um projeto familiar, iniciado em 1997 em São Miguel de Machede, em Redondo, por Alexandre Relvas e que visa dar continuidade à história de cinco gerações com uma forte paixão pelo Alentejo e sua natureza genuína. Ao longo dos anos, a família foi crescendo em par com o negócio e não demorou muito a que este, hoje, totalize cerca de 750 hectraes de floresta de montado, 225 hectares de olival e 350 hectares de vinha 100% em produção integrada.
Com as três herdades - Herdade de São Miguel, Herdade da Pimenta e a Herdade de São Miguel de Machede - a Casa Relvas tem capacidade de produzir, anualmente, 6 milhões de garrafas de vinho, das quais 70% são para satisfazer as necessidades do mercado externo, estando presente em mais de 30 países no mundo, oferecendo o melhor do Alentejo.
Vinho produzido a partir de uvas de vinhas centenárias, com produções muito reduzidas, cujos cachos têm uma refinada e invulgar qualidade. Este vinho é um vinho único, intenso e cheio de personalidade.
O Morgado do Quintão Negra Mole 2023 é um vinho regional do Algarve (clarete), elogiado pela sua elegância e frescura, com cor púrpura suave e notas de frutos vermelhos (morangos, groselhas).
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter.
Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
Inspirado por uma personalidade introspectiva, enigmática e reservada, representa a essência do "Mestre Lucas".
Cor ruby e concentrada. Aroma exuberante e frutos do bosque. Taninos redondos e bom volume de boca pronunciada.
É um vinho de cor granada viva, aroma de frutos vermelhos maduros, algum floral e especiarias cedidas pela madeira que lhe confere boa complexidade. Na boca é macio, intenso, encorpado com taninos firmes e redondos, bem estruturado e com um final de prova profundo e persistente.
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
Cor aberta rubi. Nos aromas apresenta notas de cereja, ameixa e um leve toque vegetal. Na boca revela frescura e mineralidade.
Taboadella Villae passou a ser chamado Taboadella Unoaked.
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.