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Fojo 2000

215,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Os vinhos produzidos na quinta são, dependendo dos anos, o Vinha do Fojo ou o Fojo, sempre e exclusivamente da mesma vinha, uma vinha velha com castas misturadas. São vinhos de grande longevidade produzidos de forma tradicional, em lagares com pisa a pé, e fruto do total respeito pela vinha, sem práticas enológicas que manipulam o resultado final e que afastam o vinho da sua origem.
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Ficha informativa

Colheita
2000
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Quinta do Fojo
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
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Com um profundo respeito pelo património, o Bibi Graetz produz vinhos a partir dos vinhedos de alta altitude e os mais emblemáticos da Toscana, onde se encontram velhas cepas de Sangiovese que produzem frutos de caráter e finesse notáveis.
Da sua deslumbrante adega em Fiesole, produz vinhos que refletem a alma de cada local através de viticultura sustentável, seleção cuidadosa das uvas e métodos tradicionais.

As fermentações são impulsionadas por leveduras indígenas, e o envelhecimento realiza-se em velhas barricas de carvalho, permitindo que a pureza da fruta e a expressão do terroir se destaquem.

Cada garrafa é uma homenagem à beleza timeless da Toscânia e ao seu legado vitivinícola.
A Quinta de Lemos localiza-se no vale do Dão, numa área bastante discreta, a uma altitude de 340 metros. Composta por 25 hectares de vinha, plantada nos solos graníticos e arenosos do vale do Dão, e protegida pelas quatro montanhas, são recriadas as condições perfeitas para a produção de vinhos frescos, harmoniosos e com carácter.
Uma mistura elegante, muito mineral, de aroma intenso, com notas cítricas e frutos de cominho, ligeira especiaria, com boa integração da madeira. Vinho cheio de boca, fresco, com final longo e persistente. Excelente corpo e concentração devido ao amadurecimento das uvas na época da colheita.Cor cítrica, clara e clara. Intenso e volumoso, com uma acidez vibrante e bem integrada.
O Vilarissa Valley Grande Reserva é um vinho de cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Estagiou durante 12 meses em barricas novas, 70% de carvalho francês e 30% de carvalho americano. Apresenta uma cor granada limpa e brilhante, com boa intensidade. Na boca é encorpado e muito equilibrado, com destaque para a fruta preta, taninos bem polidos e boa acidez, terminando longo e persistente. 
O Vilarissa Valley Grande Reserva Touriga nacional é 100% Touriga Nacional 

Depois de colocar no carrinho, identifique na finalização da compra, antes da escolha do método de pagamento,  no campo que  se refere a "nota sobre a sua encomenda" qual a opção que pretende.

A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
Crasto Altitude 430 é o resultado da investigação sobre o potencial da vasta gama de castas autóctones do Douro que tem sido realizada pelas equipas de viticultura e enologia da Quinta do Crasto. Produzido com as castas Tinta Francisca e Touriga Nacional, este é um vinho tinto de baixo teor alcoólico, típico das uvas cultivadas em altitude (430 metros), fresco e elegante. Apresenta uma cor granda, aromas limpos que relembram os frutos vermelhos e as especiarias finas. Na boca é envolvente e sedutor. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira,
Este vinho branco da Bairrada é complexo e elegante, tem notas de aveia, baunilha e cereal tostado. Estagiou 12 meses em barricas de Carvalho Francês e 6 meses de estágio após engarrafamento. Acompanha bem charcutaria, carnes e peixes assados e queijos de estrutura média.
Os vinhos da Quinta de Bella são uma expressão sofisticada do terroir granítico da sub-região de Prime, em Fragosela (Viseu), no coração do Dão. Este projeto destaca-se pela viticultura sustentável e pela aposta em castas pouco comuns na região, como Pinot Noir e Cabernet Franc, além das tradicionais Touriga Nacional e Sauvignon Blanc. Os vinhos da Quinta de Bella são perfeitos para quem procura elegância, frescura e autenticidade, com um toque internacional graças às castas e técnicas utilizadas.
As vinhas, plantadas em socalcos, a cerca de 100 metros de altitude e a cerca de 200 metros do mar, têm uma exposição solar extrema. São vinhas certificadas, com produção sustentável. Octávio Freitas pretende que o Galatrixa seja uma homenagem à Madeira e à sua identidade. O pequeno réptil, a Lagartixa, endémico da Madeira é presença frequente entre as vinhas, sendo o primeiro a provar as uvas ainda na fase inicial da maturação. A galatrixa dá nome ao vinho e a imagem reconhece-lhe o direito inequívoco de ser protagonista desta história. A pele deste pequeno réptil, que no seu habitat natural actua como camuflagem, fora do seu entorno provoca o efeito oposto. O rótulo faz-se valer da cor e da textura em baixo relevo, tornando-se irresistível ao toque e dando-nos a oportunidade única de in
Vinho de cor salmão clara e aroma a frutos vermelhos, ligeiro tropical e um toque de mineralidade. Na boca é vivo e fresco, com excelente volume equilibrado pela acidez, e um final fino e persistente com enorme potencial gastronómico.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.