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Quinta da Romaneira Carrapata

45,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
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A casta Arinto dos Açores, exclusiva destas ilhas, tornou-se na predileta dos viticultores pela sua resistência, produtividade e versatilidade enológica. Destaca-se principalmente nas parcelas junto ao mar, sendo hoje a mais cultivada na região. Origina vinhos de grande frescura e salinidade. Origem: Este vinho resulta de uvas de apenas uma parcela integrada na Cerca dos Frades em Santa Luzia, na costa norte da ilha do Pico.
Cor rubi típica da casta, aromas frescos de frutos vermelhos, framboesa, cereja, amora, groselha e cassis, com delicadas notas florais, com destaque para a violeta. Os aromas evoluem para aromas de alcaçuz e pimenta moída. Na boca apresenta um belo equilíbrio e agradável acidez, nuances de tosta discretas e bem integradas, o que lhe confere grande elegância e delicadeza, permitindo ser uma extraordinária harmonização gastronómica. Um vinho com grande potencial de envelhecimento.

O Maritavora Reserva Branco 2023 é um vinho branco produzido na região do Douro, em Portugal. Elaborado a partir das castas Códega do Larinho, Rabigato e Viosinho, este vinho apresenta uma estrutura equilibrada e um caráter fresco. Com 12,5% de álcool, é acompanhar pratos de peixe, frutos do mar e saladas. A sua capacidade de 0,75L torna-o uma escolha prática para diversas ocasiões, oferecendo uma experiência de degustação que reflete as características únicas da região do Douro

Cor citrina, com aroma de grande intensidade e elegância. Muito frutado (frutos brancos e citrinos) com notas minerais e um toque de fumo. Na boca é estruturado e equilibrado, fresco e vibrante. Excelente acidez. Belas notas tostadas. Final muito longo.
O Marqués de Murrieta Reserva 2020 é um vinho tinto ícone de Rioja, Espanha, elaborado com predominância de Tempranillo (aprox. 82% a 88%), além de Graciano, Mazuelo e Garnacha. Com 14% de teor alcoólico, passa por 21 meses em carvalho, resultando em um perfil clássico, elegante, com notas de frutas vermelhas/negras maduras, especiarias e toques balsâmicos.
Aroma muito exuberante com predominância de características florais, casca de limão, leve vegetal e notas suaves de buxo. Elegante com uma acidez muito presente e um final muito fresco.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas. Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem. Nasceu assim a nova Casa da Passare
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar. São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Oops! Este vinho nasceu assim! Único! Vindima no limite da maturação, e aí decidimos que, se a natureza assim quis assim será. “Que entrem as uvas – sãs e lindas – para dentro da adega e vamos ao trabalho!”. Pomada boa, cheia de fruta e vigor. De cor rubi intensa, invade a boca com explosões de intensas frutas vermelhas, um perfeito equilíbrio entre a acidez e taninos durienses que lhe garantem toda a elegância da fruta viva na boca. Beba e seja levado para os socalcos do Douro onde é possível sentir toda a intensidade do cheiro que esta região maravilhosa tem na primavera. Qalt Unoaked é a simplicidade das uvas numa garrafa de vinho. Desfrute!
Cor: Vermelha profunda e consistente. Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta. Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento. Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Este vinho demonstra uma cor violácea, e um perfil aromático suave e frutado. É um vinho complexo no palato, profundo, mas delicado. Os aromas de fruta madura que se sentiam no nariz surgem com subtileza também na boca e prolongam-se no final da prova.
Chryseia 2011 é um vinho extraordinariamente incrível. A sua cor muito escura e intensa, reflete o que de bom o Douro Vinhateiro consegue colocar numa garrafa. No nariz é frutado, rico em aromas a cerejas pretas, ameixa preta e chocolate, com as notas a carvalho bem integrado e discreto. Na boca revela uma belíssima estrutura, frescura e mineralidade, onde os taninos aveludados são longos, flexíveis e elegantes. Termina longo, persistente e cremoso. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a elegância e o equilíbrio, tendo profundidade sem ser pesad
Arinto dos Açores Indígenas De António Maçanita é um vinho branco complexo, salino e mineral, com aromas a frutos tropicais e sabores cítricos intensos. É um vinho branco que apresenta uma estrutura aveludada, com enorme concentração aromática, corpo límpido e puro, com notas salinas e minerais e uma acidez cítrica impressionante.