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Maria Izabel Branco Magnum (1,5L)

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Castas
Aroma
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um bom caractere mineral, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar, citrinos leve aroma a fumo e especiarias.
Sabor
Franco na boca apresenta-se mineral, envolvido com acidez temperada pelo grau de concedida pela parcial maloláctica realizada em barrica.
Cor
Amarelo descorado
04025

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Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa. Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Nos bastidores deste projeto estão Nuno Faria, madeirense e restaurateur (100 Maneiras ) e António Maçanita, considerado Enólogo do Ano 2018 e entusiasta de terroirs extremes, amigos há mais de 15 anos e que juntaram forças para explorar e celebrar o potencial destas ilhas encantadas numa garrafa de vinho.
Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada. Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região. Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Cor vermelha muito profunda e densa. Aroma intenso e complexo, dominado pelos frutos pretos maduros, como amora e o "cassis", pelos aromas florais, como a violeta e complexado pelos aromas provenientes da sua "elevage" em barrica. Notam-se ainda alguns aromas característicos da evolução na garrafa, que contribuem para aumentar ainda a sua grande complexidade. É um vinho concentrado, denso, de elevada estrutura. Possui uma acidez equilibrada, taninos firmes e muito maduros, bem envolvidos no seu corpo e volume. O seu equilíbrio encontra-se num conjunto de sensações, onde a concentração, a riqueza e pujança se tornam decisivas. Estas características, em conjunto com a grande intensidade do seu aroma retronasal, conferem-lhe um final de grande persistência, que permitindo prever uma longa evo
Um vinho único desde a sua criação, M.O.B. representa as inicias de Moreira, Olazabal, Borges, uma joint-venture dos produtores de vinho Jorge Moreira (Poeira), Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão) e Jorge Serôdio Borges (Wine & Soul).
Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas. A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente. A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
A Vieira de Sousa - Vines and Wines, Lda é uma empresa familiar com tradição secular na produção de vinhos do porto. Na Quinta do Roncão pequeno surgiu a marca Vieira de Sousa, honrando o nome da família que de geração em geração aprendeu a bem fazer os nossos vinhos, aproveitando o melhor que o douro e as suas gentes têm para oferecer. Temos como filosofia manter o estilo clássico e tradicional do vinho do porto, sempre com o sabor e saber familiar como base a todo o processo. As nossas quintas estão situadas ao longo dos rios douro e pinhão com diferentes altitudes e diferentes exposições solares, o que nos permitem a produzir vinhos equilibrados e de grande qualidade todos os anos.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal. A Casa Ferreirinha e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII,
Este Vinho Verde é produzido exclusivamente com uvas tintas da casta Vinhão. O método de produção deste vinho é um processo estilo “Curtimenta”. Este método consiste em esmagamento das uvas para lagar de pequena dimensão com pisa e remontagem do mosto para extracção máxima da cor presente nas cascas da uva. É um Vinho Verde com estilo típico, elegante e versátil, perfeito para saborear com comida tradicional minhota.
Muito concentrado na cor, grande profundidade no nariz, complexo, com muitas nuances aromáticas, é um vinho equilibrado, nenhum aroma se sobrepõe a outro. Estagiou em barricas de carvalho francês. Vibrante e de grande elegância, apresenta uma excelente integração da madeira e surpreende pela grande variedade de sabores. Final de boca muito longo. As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é la