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Maria Izabel Branco Magnum (1,5L)

40,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Castas
Aroma
Aroma fresco denotando complexidade. Tem um bom caractere mineral, que confere frescura, combina com notas de frutas de pomar, citrinos leve aroma a fumo e especiarias.
Sabor
Franco na boca apresenta-se mineral, envolvido com acidez temperada pelo grau de concedida pela parcial maloláctica realizada em barrica.
Cor
Amarelo descorado
04025

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Taifa resulta da escolha criteriosa de parcelas mais velhas da casta Arinto e da antecipação da data de vindima para assegurar maior acidez. Estagiou 11 meses em barricas novas de carvalho francês e húngaro, procurando uma harmoniosa ligação à madeira nova e proporcionando longevidade ao vinho. Apresenta um perfume sedutor e charmoso de madressilva, complementado por notas de iodo, sal e alguns laivos de baunilha. Sugestões de pederneira e leve tosta acrescentam dimensão ao sumptuoso leque aromático. Na boca, a rica textura proporciona sabores cremosos de alperce e marmelo e subtis toques de mel, tudo irrepreensivelmente equilibrado pela acidez cítrica. É um vinho complexo e sofisticado que promete uma excelente evolução em garrafa. A Quinta da Fonte Souto é a primeira propriedade adquir
Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
O Robustus 2015 é um vinho de carácter maturado. Após um estágio prolongado em foudres de 2000L desenvolve aromas terciários algo terrosos com ênfase no aroma de turfa. Os taninos são sedutores, mas perfeitamente equilibrados, com grande estrutura, que só as vinhas velhas conseguem transmitir. Na boca impressiona pela sua juventude, leveza e tensão, muito fino com um final longo e persistente. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos,
Os vinhos da Quinta de Bella são uma expressão sofisticada do terroir granítico da sub-região de Prime, em Fragosela (Viseu), no coração do Dão. Este projeto destaca-se pela viticultura sustentável e pela aposta em castas pouco comuns na região, como Pinot Noir e Cabernet Franc, além das tradicionais Touriga Nacional e Sauvignon Blanc. Os vinhos da Quinta de Bella são perfeitos para quem procura elegância, frescura e autenticidade, com um toque internacional graças às castas e técnicas utilizadas.
Produzido em homenagem a Dona Antónia Adelaide Ferreira. Um vinho único, pois é feito a partir de uma vinha no Rio Torto plantada maioritariamente na década de 1940, com um field blend de mais de 30 castas. Um vinho muito raro, só produzido em anos excepcionais, e em quantidades muito reduzidas (aproximadamente 4000 garrafas). O ADELAIDE provém de uma parcela de vinhas muito velhas (algumas com mais de cem anos), com uma mistura de mais de 30 castas diferentes, com : Touriga Franca, Rufete, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barrroca, Tinta Nascida, Malvasia Preta, Mourisco, Bastardo, Touriga Nacional, Tinta Bairrada, Tinta da Barca, Tinta Francisca, Tinta Carvalha, Moscatel de Hamburgo, Tinta Pomar, Piriquita, Moreto, entre outras.
Este icónico tinto da Niepoort tem um bouquet complexo, atraente e refinado, onde delicadas notas florais de violeta se entrelaçam com frutos escuros, com um toque vivo de ervas frescas, nuances de grafite que acrescentam mineralidade e um toque de baunilha que confere alguma doçura, complementado por especiarias. O paladar estruturado e complexo revela notas de especiarias que realçam a profundidade do sabor, conduzindo a um final longo e redondo que se prolonga graciosamente no palato, deixando uma impressão duradoura. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que
O Tecedeiras Grande Reserva é produzido a partir das melhores parcelas das vinhas da Quinta das Tecedeiras. É um vinho cheio de personalidade que reflecte a complexidade e profundidade do vale do Douro e revela um excelente potencial de evolução em garrafa. Conhecida no passado como Quinta da Teixeira ou da Teixeira Velha, a Quinta das Tecedeiras deve o seu nome atual às freiras que a habitaram e se dedicaram à tecelagem do linho, que no passado ali era cultivado. No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela Filoxera, a Quinta subsistiu graças à produção de azeites e frutas. Anos mais tarde, o tempo foi de reconversão da vinha, mas com o cuidado de manter algumas parcelas antigas, herança que oferece hoje à enologia, com a produção de vinhos oriundo das vinhas velhas. D
A Vieira de Sousa - Vines and Wines, Lda é uma empresa familiar com tradição secular na produção de vinhos do porto. Na Quinta do Roncão pequeno surgiu a marca Vieira de Sousa, honrando o nome da família que de geração em geração aprendeu a bem fazer os nossos vinhos, aproveitando o melhor que o douro e as suas gentes têm para oferecer. Temos como filosofia manter o estilo clássico e tradicional do vinho do porto, sempre com o sabor e saber familiar como base a todo o processo. As nossas quintas estão situadas ao longo dos rios douro e pinhão com diferentes altitudes e diferentes exposições solares, o que nos permitem a produzir vinhos equilibrados e de grande qualidade todos os anos.
A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do Arquitecto Arnaldo Barbosa.
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem. Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
Cor: Vermelha profunda e consistente. Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta. Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento. Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.