Este site contém informação sobre bebidas alcoólicas. Confirme que tem idade legal para consumir bebidas alcoólicas.

Solera Quinta da Alorna

53,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
SOLERA é um vinho excecional que celebra a ancestral tradição dos vinhos fortificados de Jerez e da Madeira, trazendo uma interpretação contemporânea do método de envelhecimento em soleira. Elaborado exclusivamente com a casta Fernão Pires, este vinho representa a fusão perfeita entre tradição e inovação com a assinatura do projeto Quinta da Alorna Creations.
04177

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Quinta da Alorna Creations
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

16 outros produtos na mesma categoria:

O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez. A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah. A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
Aroma frutado forte com notas de frutos silvestres e notas balsâmicas. Na boca mostra sabores de frutos vermelhos e silvestres combinados com taninos equilibrados e estruturados. Apresenta uma acidez muito fresca.
Vinho tinto obtido pelas castas Merlot e Syrah. As uvas colhidas manualmente e a seleção cuidadosa, cria este vinho de carácter especiado com notas de fruta madura. Estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho, tornando-se um vinho com perfil adequado para guarda. Foi a partir de 1700, que a Família Meireles começou a cultivar uvas e produzir vinho em Celorico de Basto, concelho situado na Província do Minho, região Norte de Portugal. Em 1980, Gonçalo Cristovam Meireles Dias, casado com D. Angela Maria Meireles Dias, assumiu a Quinta da Cerca, uma das belas propriedades da Família Meireles. A partir desta época, começaram a investir na expansão da produção de vinho na região dos Vinhos Verdes, construindo uma nova adega com maior capacidade de produção de vinho. Hoje em dia, a Adega
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Cor límpida e brilhante. No nariz, destacam-se aromas exuberantes, com notas florais e exóticas bem marcadas. Na boca, é elegante e expressivo, com frutos de polpa branca a envolverem uma acidez vibrante e refrescante. Um vinho leve, cheio de energia, perfeito para dias de sol.
Muito puro e elegante de cor rubi aberta com nuances violetas. O nariz delicado mas complexo, com notas de frutos do bosque acompanhadas de um leve toque floral e nuances de especiarias. Ao abrir, surge um leve toque terroso. Com boa estrutura, acidez equilibrada, elegância e precisão. O sabor é frutado e fresco, com taninos suaves e bem integrados. De persistência longa com um final agradável e ligeiramente balsâmico. Pode ser consumido jovem, mas também tem um bom grande potencial de envelhecimento, desenvolvendo mais complexidade ao longo do tempo.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX. Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista. Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas. Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
O Malhadinha Tinto 2021 surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento. Surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
O Quinta do Tamariz Pet Nat Loureiro 2022 é um espumante extra bruto, elaborado com uma seleção de uvas da casta Loureiro. É produzido através do método ancestral, tendo o final da fermentação ocorrido em garrafa, estando por este motivo, sujeito a criar depósito. Apresenta um aroma a frutos brancos e a flores. Na boca revela muita fruta fresca, como maçã e pera, com acidez média, muito fresco e um final agradável. Um Pet Nat para se desfrutar a qualquer hora do dia! 
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
O projeto enológico Wines From Another World (WFAW), segue a sua jornada singular pelos mais emblemáticos terroirs do planeta. Após as edições Júpiter (Alentejo, Portugal), Uranus (Priorat, Espanha) e Saturn (Mosel, Alemanha), é a vez de Neptune se juntar a coleção - um vinho originário da região da Toscana, criado por Bibi Graetz, considerado atualmente uma das figuras mais influentes do panorama vinícola italiano. Vibrante e jovem de forma notável, mas simultaneamente profundamente complexo, o Neptune Code 0.6 2015 encarna a essência do mais distinto terroir da Toscana. A elegância das vinhas centenárias de Lamole, aliada a frescura e profundidade de Olmo, destaca-se claramente. Taninos sedosos e um final interminável estão perfeitamente integrados na textura rica e estratificada do vinh