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Batuta Tinto

79,00 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Um vinho com bastante estrutura, mas que mantêm a delicadeza, elegância e frescura, que tanto caracteriza a Niepoort. De perfil mineral, tem aromas a frutos silvestres com nuances florais. Textura sedosa, com taninos bem polidos, impressiona pelo seu equilíbrio, terminando longo e persistente. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal. Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro. Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Por
04408

Ficha informativa

Colheita
2018
Tipo de vinho
Tinto
Produtor
Niepoort
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
12-18⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
12.5

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Os vinhos do Porto Colheita Feuereheerd foram cuidadosamente selecionados e amadurecidos em barricas de carvalho curado para produzir uma suavidade rica com o melhor equilibrio e elagância dos tawnies velhos. De cor brilhante com tons de tijolo e dourado. No nariz, notas de frutos secos e geleia de marmelo. Na boca, é um vinho fresco e doce, com sabores de geleia de ameixa madura.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
O Quinta do Crasto Touriga Nacional é um vinho produzido apenas em anos verdadeiramente excecionais. Estagia durante 18 meses em barricas de carvalho francês com tosta ligeira, cuidadosamente concebidas para realçar a frescura e os aromas distintivos desta casta. Apresenta uma cor violeta viva e concentrada, com aromas primários intensos e expressivos, marcados por uma frescura notável, notas de frutos silvestres e nuances subtis de madeira. Na boca revela-se macio e envolvente, com grande elegância e presença, evoluindo para um vinho de excelente volume, estrutura firme e taninos frescos de textura fina. O final é longo, persistente, equilibrado e especiado, deixando agradáveis sensações de frescura. Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é
Apresenta uma bela cor vermelha ligeiramente violeta. Aromas intensos dominados por frutos vermelhos, notas florais de violeta e especiarias. Intenso e com perfil bem característico, é um vinho persistente, com final fresco e longo.

Um alvarinho elegante com aromas típicos da
casta, predominando os aromas a frutos tropicais e
a estrutura suave conferido pela madeira de
carvalho francês durante 3 meses.

A harmonia e delicadeza do sabor frutado, pouca
acidez, fresco e estruturado, fazem deste vinho um
vinho singular no mundo dos vinhos.

O Vinevinu Almanua F "Foudre" é uma expressão refinada e autêntica da influência atlântica no vinho branco português. Produzido com um olhar atento ao detalhe, este vinho revela-se como uma escolha sofisticada para os apreciadores mais exigentes.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal. Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Um vinho 100% Pinot Noir, que apresenta grande complexidade e textura. Na boca é saboroso, com excelente acidez, de perfil vegetal e final poderoso. Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta Terra que, à data, era apenas uma ideia.
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
Um vinho com uma extrema complexidade, evidenciada pelos anos de estágio em garrafa, que lhe conferiram maturidade sensorial sem eliminar a frescura dos aromas, com uma suavidade o equilíbrio que só longos anos de estágio permitem alcançar.

100% da casta Moscatel Galego, uma casta com uma identidade muito própria, caracterizada pelos seus aromas florais e cítricos. Procurámos fazer um vinho leve, fresco e jovial, baseado na acidez e na expressão aromática da casta. Tal como o gato, é dócil mas com uma personalidade única e muito vincada.

Plantadas a mais de 500 metros de altitude na região de Alijó, as uvas de Moscatel Galego foram vindimadas em meados de Setembro e, em seguida, transportadas em frio para a adega da Quinta de Nápoles. 

O processo de fermentação alcoólica foi iniciado em cubas de inox e a baixa temperatura com as borras finas, sendo interrompido com frio, para posterior passagem para cuba isotérmica, assim se mantendo um teor equilibrado de açúcar e acidez.

Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.

Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.

Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.