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Vinho Pedra Cancela Intemporal Cx 2 Garraf

76,50 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis
Excelentes notas de evolução no nariz, sugestões de mel, pêra e maçã cozidas. Acidez espectacular, resulta muito elegante, com muito nervo, um branco persistente e resistente, que seduz pela envolvência, equilíbrio, e a imensa classe. Excelente exemplar do potencial do Dão para gerar brancos longevos.
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Ficha informativa

Colheita
2012
Tipo de vinho
Branco
Produtor
Lusovini
País
Portugal
Capacidade
75cl
Servir a
10-12⁰C
Alergénicos
Contém sulfitos
Teor Alcoólico
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Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
A Adega Cooperativa Regional de Monção foi fundada a 11 de Outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e situa-se em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço. Aqui a matéria-prima, aliada à cuidada seleção das uvas e tecnologias moderna de vinificação, são a garantia da qualidade dos seus produtos, reconhecidos não só em Portugal, como também em grande parte do países da Europa, África, América do Norte e do Sul.
Amarelo palha ligeiro e brilhante. Aroma muito complexo e multicamada, com notas de fruta de caroço, feno, tosta subtil e notas de panificação. Boca intensa, cheia e ampla, com um equilíbrio notável entre a amplitude e a frescura ácida. Final longo e texturado.
Caracterizado pela sua cor rubi aberto, com um aroma complexo e harmonioso, este vinho possui uma boca elegante com boa acidez e taninos suaves, terminando muito salgado e longo. É a escolha ideal para acompanhar um prato de carne ou queijo!
De cor pálida, pétalas de rosa, este vinho apresenta-se como um verdadeiro bouquet de flores, com aromas de citrinos e frutos vermelhos, tais como a framboesa e os morangos, assim como a fruta branca. Na boca é seco, frutado e aromático, degustando-se como um sorbet de frutos silvestres, que nos transporta bem longe com a sua frescura, e que se prolonga com elegância durante muito tempo. Esta é uma nova geração de vinho Rosé de Pinot Noir, surpreendente e agradavelmente gastronómica.
Cor: Vermelha profunda e consistente. Aroma: Intenso a frutos pretos, amora, a par dos aromas florais, cassis, especiarias e floresta. Boca: Encorpado com taninos robustos mas polidos com uma acidez e frescura marcantes onde sobressai a fruta preta e o chocolate. Mostra-se um vinho cheio, concentrado e complexo com grande potencial de envelhecimento. Final de Boca: Equilibrado, expressivo, longo e persistente.

Carvalhas Branco: Um branco duriense de uma jovem e brilhante cor citrina com intensos aromas de flor de laranjeira e alperce com nuances minerais e vegetais típicas que combinam com notas de madeira muito bem integradas. Excelente estrutura, com imensa complexidade e volume de sabores frutados, no entanto, revela enorme frescura e intensidade, terminando muito longo e persistente.

Carvalhas Vinhas Velhas Tinto: Um vinho de impressionante exuberância aromática onde se salientam notas de frutos vermelhos e fruta preta aliados a nuances herbacias e especiadas demonstrando uma harmoniosa integração com a madeira de carvalho através de subtis notas de baunilha.  Os taninos firmes e muito redondos, com sabores realçados por uma equilibrada acidez que torna a prova longa e persistente.

O projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da ligação apaixonada que os seus 3 fundadores, João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias, mantêm com o Douro, há mais de duas décadas. Depois de tantos anos a serem surpreendidos por esta região vitícola única, em 2009 chegou a altura de mostrar a forma como viam os vinhos do Douro. A história da empresa começa nesse ano, com vinhos brancos de Murça, uma zona esquecida pelo progresso, mas que produz vinhos únicos e cheios de identidade. Em 2010, iniciou-se um investimento na adega em Martim, Douro, e, em 2012, na região berço do Alvarinho, Monção. Em 2013, também se iniciou uma parceria no Alentejo, vinificando-se em instalações de terceiros as uvas escolhidas e adquiridas na região de Estremoz. Com o crescimento do projeto, uniu-se
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta). Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar. No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.