A Casa Agrícola Brites Aguiar estende-se por 200 hectares de terra xistosa, distribuidos pelas encostas do Rio Torto e da Ribeira de Galegos. Rodeados pelo microclima duriense, cada cultura tem o seu lugar de eleição, pois até aos finais da década de 60, o suporte económico da Casa Agrícola, era o Olival. Com o decorrer dos anos, a cultura passou para segundo plano, priorizando a Vinha até aos dias atuais. Outras culturas continuam a ser exploradas, no entanto o foco é cultura de vinha para produção de vinho.
Os vinhos da Casa Agrícola Brites Aguiar são apresentados com a gama Bafarela e Brites Aguiar, sendo este último, o expoente máximo do seu portfólio, apenas produzido em anos excecionais.
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Existem 2069 produtos.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Titan of Douro Vale dos Mil rosé é produzido exclusivamente a partir da casta Mourisco, utilizando apenas o mosto de lágrima. A fermentação decorre em barricas de carvalho francês com leveduras indígenas, seguida de um envelhecimento de 12 meses.
Apresenta uma cor leve de casca de cebola e aromas elegantes de flor de pessegueiro, cereja, framboesa e notas fumadas. Na boca, é sedutor, tenso e vibrante.
Luís Leocádio é um enólogo duriense apaixonado pela autenticidade do vinho português. Com uma abordagem que alia tradição e inovação, criou a marca Titan, expressão da sua visão pessoal sobre a região do Douro, de Távora-Varosa e da Beira Interior. Produzidos a partir de vinhas velhas em altitude e com mínima intervenção, os vinhos Titan refletem frescura, elegância e identidade, revelando
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Este Barcelo Fugitivo monovarietal é um vinho com um carácter distinto, delicadeza aromática e excelente estrutura, produzido segundo métodos de vinificação ancestrais com uvas de vinhas velhas.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passare
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Presente em exclusivo nos vinhedos antigos da Serra da Estrela, e famosa pelos elevados níveis de acidez, esta casta era normalmente plantada na entrada das vinhas – não sendo definitivamente a melhor uva para comer. O seu nome diz tudo: Uva-Cão, a “uva que guarda a vinha”. Aos mais curiosos e aos mais sensíveis, um aviso: a acidez deste vinho é marcante!
Cor salmão. Aroma de framboesa e morango. Boca cheia e ligeiro tanino que lhe prolonga o final.
Cor salmão muito aberta. Aroma leve e fresco e de uma limpeza e pureza singular. Na boca apresenta estrutura, acidez viva, mas amigável; tenso e com um final longo e marcante.
Vigoroso na cor e no aroma, onde predominam as notas florais e a fruta madura em harmonia com a madeira. Na boca evidencia boa estrutura, sabores maduros, frescura e taninos vigorosos que lhe dão um longo e saboroso final.
Dueto de Touriga Nacional e Touriga Franca. Cor rubi bastante profunda. Aroma de ameixa e cereja em licor, alguma passa, com apontamentos de chocolate de leite e especiaria doce. Na boca apresenta fruta preta mais fresca, nuances de grafite e pedra molhada. De belo recorte, com tanino denso, acidez provocativamente intensa, muito focado e sério. Final prolongado.
Cor amarela. Aroma profundo com nuances de toranja e pêra. Na boca apresenta-se muito denso e fresco num final longo.
Aroma muito limpo a laranja caramelizada, marmelada e mel. Bom balanço entre doçura e acidez. Elegante e de grande prazer.
Cor profunda como as montanhas de onde saiu. Aroma profundo e intenso a frutos vermelhos e azeitona preta, com fortes laivos de mineralidade, como a riqueza mineralógica-hídrica da região (a maior da Europa). Palato forte e estruturado como o granito que sustenta as cepas, mas com a subtileza, a suavidade e a frescura do vale que o produz. A menta e as especiarias são os traços dominantes. As sensações são sempre individuais, mas o produto (o vinho) é sempre coletivo.