Licor Singeverga – Licor de Mosteiro (19 Ervas), Portugal. 19 ervas e plantas aromáticas. Complexo, especiaria, fl. 36% vol.
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Moet Chandon ICE – Champagne Demi-Sec, AOC Champagne. Pinot Noir. 12% vol.
Dinamite blanc de blancs – Blanc de Blancs Brut, Bairrada. Arinto, Bical, Cerceal, Maria Gomesl. 12,5% vol
Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.
Conjunto 3 Licor Doces Tradicionais – Pack 3 Licores Doces Tradicionais Pastel de Nata, Arroz Doce e Mousse Chocolate, Portugal. Pack de 3 licores doces tradicionais portugueses. Ideal. ~17-22% vol.
Moet Chandon Caixa Grand Vinatge Rosé – Champagne Rosé Brut, AOC Champagne. Pinot Noir. 12% vol.
Dinamite blanc de noirs – Blanc de Noirs Brut, Bairrada. Baga. 12,5% vol
O Dinamite Blanc de Noir é um espumante de cor cobre pálido. Aroma intenso e complexo, frutos secos, levedura de pão destacam-se num conjunto austero. No palato a bolha é fina e abundante de espuma suave e cremosa. Revela frescura e persistência no final.
O Gloria Reynolds Art & Tradition 2013 é um vinho tinto de exceção, produzido apenas em anos de qualidade superior. Este vinho representa a arte e a tradição vitivinícola da família Reynolds, que há gerações produz vinhos de grande carácter no Alentejo. Com uma vinificação meticulosa e um longo estágio em barricas de carvalho francês, este vinho exibe uma estrutura notável, complexidade aromática e um impressionante potencial de envelhecimento.
Licor Doce Tradicional – Licor Doce Tradicional, Portugal. Doce, arroz doce, tradicional. Licor doce artesanal portug. ~20% vol.
Champagne Laurent Perrier Milessime 2015 – Champagne Brut, AOC Champagne. Chardonnay. 12% vol.
Giz Cuveé de Blanc – Espumante Bruto, Bairrada. 12,5% vol
Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.
Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
Cor vermelho escuro com núcleo preto. Aroma de bouquet puro e nobre, frutos silvestres e especiarias. Na boca é elegante mas poderoso, taninos jovens e cremosos, muito extrato de fruta doce, bela mineralidade, final de boca muito duradouro. Grande potencial de envelhecimento.
Licor Doce Tradicional Pastel de Nata – Licor de Pastel de Nata, Portugal. Canela, nata, ovo, baunilha. Inspirado no icónico paste. ~17% vol.
Henri Giraud AY Francet blanc – Champagne Brut, AOC Champagne. 100% chardonnay. 12% vol.
Giz cuvee de noirs – Espumante Bruto, Bairrada. Baga. 12,% vol
O Giz Espumante Cuvée de Noirs é um espumante que tem um aroma complexo e bem definido, com notas de fruta vermelha (cereja madura, framboesa) e leves traços florais. Notas de tosta e brioche adicionam complexidade aromática. Na boca mostra ser um vinho elegante, repleto de mineralidade e frescura, refletindo bem os solos calcários de onde provém. É simultaneamente um vinho profundo, estruturado e complexo, com final longo e persistente.
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili