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Espumante Murganheira Super Reserva – Espumante Bruto, Távora-Varosa. Bical. 12,5% vol
A Quinta de São José de Peramanca situa-se a 5 quilómetros de Évora, na Estrada Nacional 114, e é facilmente identificável graças ao grande e tradicional casario, marcado pela arquitetura barroca e a igreja de São José a ele adjacente.
A propriedade foi adquirida pela família Grave em 1912, permanecendo até aos dias de hoje, gerida agora por João Grave, e conta com 34 hectares, onde cerca de 15,5 hectares são, exclusivamente, orientados para a cultura da vinha para produção de vinho.
Espumante Pinot Blanc – Espumante Bruto, Bairrada. Pinot Noir. 12,5% vol
O Mil Reis é um vinho que apresenta uma cor violeta concentrada, com um nariz exuberante com notas quentes de frutos pretos e mentolados, terminando com notas tostadas das barricas. Redondo e quente na boca, com uma estrutura firme e boa persistência.
Espumante São Domingos Gr. Reserva Baga – Espumante Bruto, Bairrada. Baga. 12,5% vol
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Pito Pet Nat Palhete apresenta uma cor rosa pálido com perlage fina e persistente. No nariz, oferece aromas de frutos vermelhos, citrinos e notas florais. O paladar é fresco e vibrante, com sabores de morango, framboesa e especiarias. A acidez do vinho proporciona um equilíbrio refrescante à doçura da fruta, enquanto a carbonatação suave acrescenta uma dimensão divertida. Este pét-nat é um exemplo perfeito da vinificação natural na sua melhor forma. É complexo e fácil de beber, sendo uma ótima escolha para qualquer ocasião.…
Dão
O Tapada do Chaves Reserva é o resultado da combinação das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet da vinha Moutas e de uma vinha velha plantada em 1901, localizada a uma altitude entre 350 e 400 metros. É um vinho de cor granada com grande concentração, revelando uma enorme complexidade aromática, com notas de frutos silvestres, esteva, resina, terra e nuances de couro com toques balsâmicos. Na boca é muito elegante, com bom volume e fruta madura muito presente, expressando o perfil clássico do Alentejo. Os taninos são firmes, tem boa acidez, equilíbrio e excelente envolvência.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão ent
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Com 31,3 hectares, a quinta permanece frutífera em terreno xistoso, escravo e duro. Outrora cultura de sequeiro, aqui vive-se um clima seco com baixa pluviosidade, onde a influência de ventos quentes, no pico do estio, ensejam pequenos redemoinhos por entre a vinha, fazendo lembrar um ambiente quente, quase africano.
Rodeada por uma área de silvo pastoril, na herdade existem várias espécies que coabitam em plena harmonia. Através de um olhar atento, ao visitar a nossa quinta pode-se encontrar uma grande diversidade de plantas, mas também de animais. A produção de azinho, sobro e pinheiro, proveniente das plantas autóctones, tais como a esteva, o rosmaninho, e o poejo, e a vida dos animais como a lebre, a perdiz, o javali, a raposa e até garças e libelinhas, conferem a esta quinta uma biodi
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
O Dez Tostões tinto é um vinho cheio de personalidade, com uma cor rubi intensa e profunda. No nariz, revela um aroma quente e cativante, onde se destacam notas de frutos pretos do bosque, envolvidas por um toque subtil de especiarias. Na boca, é rico e cheio, com taninos bem presentes que lhe conferem estrutura e carácter.
Um tinto alentejano que combina na perfeição a elegância da Touriga Nacional, a profundidade do Alicante Bouschet e a versatilidade do Aragonês, resultando num vinho equilibrado e envolvente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
Produzido a partir das castas Trincadeira e Aragonês, apresenta-se encorpado, complexo e elegante, com aroma a fruta passa e essências das madeiras de estágio.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
Cor laranja mel, nariz muito exuberante,
notas de laranja cristalizada, algum
marmelo quase toques de vindima tardia.
Ataque cheio, super texturado a meio de
prova, guloso, mas com muita frescura.