Duas Quintas tinto é um vinho macio, frutado e fresco, com aroma concentrado e complexo a ameixas e cerejas. Na boca, é denso com taninos aveludados e final especiado e estruturado.
Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia de inovação e pioneirismo. Associada a vinhos engarrafados de qualidade e com uma estratégia de vanguarda, esta empresa apoia-se na modernização dos circuitos de seleção, lotagem e envelhecimento, na investigação vitivinícola constante e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.
Início
Existem 1188 produtos.
Cor: Intensos tons de vermelho escuro.
Aroma: Aroma complexo e intenso a Ameixas Negras e frutos silvestres, Flores de Esteva e a frescura do Eucalipto. Evidencia complexidade realçado pela extração minuciosa, um leve carácter seco típico do terroir de Dona Matilde.
Sabor: Na boca é volumoso, com bastante exuberância de aromas e excelente acidez, mas muito elegante, resultando no equilíbrio perfeito e num final de boca longo e intenso.
Frutos de polpa amarela, um traço cremoso e rico de baunilha, e um lado químico que lhe aumenta o mistério. Poderoso na boca, cheio de vigor, mas sempre contido, com acidez integrada, final reservado, equilibrado, com uma secura que sugere pratos ricos como uma caldeirada à fragateiro.
O Quinta do Bronze tinto combina a elegância e a força das castas Touriga Nacional, Sousão, Touriga Franca e Tinto Cão. No aroma, destaca-se a fruta preta densa e profunda, muito compacta, acompanhada por subtis notas de madeira seca. Na boca, impõe-se com estrutura e presença, revelando boa acidez, taninos firmes e um perfil austero, mas sedoso, que conduz a um final convincente e persistente.
A Quinta Dona Matilde, localizada entre Régua e Pinhão, é uma referência histórica da região do Douro.
Fundada por Manoel Moreira Barros em 1927, as suas vinhas foram erguidas nos solos xistosos e a emblemática pirâmide de xisto é símbolo do trabalho árduo e compromisso com que a família Barros sempre se guiou.
Em 2007, nasceu o projeto Quinta Dona Matilde, que mantém a tradição e conhecimento transmitidos por gerações.
Plantada na margem do Rio Torto, que corre no sopé da Quinta Vale D. Maria, existe uma vinha com menos de um hectare, cujas castas – 29 diferentes, com predominância da Tinta Barroca (50%) – estão dispostas num field blend típico das vinhas velhas do Douro. E esta é uma vinha verdadeiramente velha, com a idade média das cepas a rondar os 80 anos. Esta é a vinha do Rio, virada a sul, banhada pelo sol do meio-dia e abrigada da luz solar nos fins de tarde pela montanha que se ergue nas suas costas e lhe proporciona várias horas de sombra. Desde 1996 que daqui saem as uvas que, ao entrar na adega da quinta, a enchiam de aromas vivos e penetrantes.
Muito aromático, floral, fruta tropical e no final algumas notas cítricas. Com uma sensação de doçura mas muito seco, fresco e com elevada acidez.
O Lilipop Tinto 2019 é um vinho Douro singular da Quinta de Tourais, destacando-se pela sua elegância, frescura (13% alc.) e perfil de field blend (uva mistura) com castas menos comuns como Baga, Jaen e Bastardo. Fermentado em lagar, oferece notas de fruta fresca, bosque e taninos finos, sendo uma opção alternativa aos vinhos robustos do Douro.
Este vinho do Douro é produzido com uvas provenientes de uma única vinha na Quinta da Água Alta, junto ao Rio Douro. Esta vinha encontra-se num vale fresco, virada a nascente o que a torna perfeita para a produção de uvas equilibradas para este vinho do Douro.
Cor quase clara, mas muito viva. Aroma, fruta silvestre fresca, madeira vanilica leve, especiarias, frescura e elegância. Na boca, confirma a delicadeza tão característica de Francisco Montenegro, com taninos sedosos de final muito bom gosto e requintados e corpo médio.
Cor amarelo dourado, aroma muito complexo e elegante a frutos secos, alperce, mel e flores silvestres. De boa harmonia na boca, com média doçura e boa acidez, mostra excelentes sabores a frutos brancos maduros e algum tostado da barrica.
De aparência cristalina e cor citrina, este monocasta apresenta perfil fresco e mineral. Destacam-se os aromas florais, com toque muito discreto a especiarias. Fresco e elegante na boca, surgindo notas de citrinos, com final delicado, mas persistente.
Revela uma intensa cor rubi violácea e um nariz marcado por frutos pretos maduros, especialmente amoras. De forma mais discreta surgem notas de cassis e especiarias doces. Na prova apresenta-se robusto, com taninos firmes mas polidos. A fruta ressurge na forma de pele de ameixa preta, conferindo acidez e subtil amargor, muito elegante e típico da Tinta Roriz. Termina longo, fresco e com boa persistência aromática. O seu perfil equilibrado permite ser apreciado a solo ou acompanhado de queijos, carnes e cozinha mediterrânica em geral.
Cor: Amarelo citrino muito leve.
Aroma: Muito fresco e mineral, notas citrinas e forais muito típicas dos vinhos brancos de altitude do Douro.
Sabor: Fresco com frutado vivo.
Final de Boca: Médio
Gastronomia: Como aperitivo, com peixes grelhados, mariscos, pastas, pizzas...
Vinho de cor rubi profunda. Aroma a frutos vermelhos bem maduros. Revela notas de especiarias bem como aromas balsâmicos. Apresenta uma madeira de excelente qualidade muito bem integrada. Final de boca extremamente longo.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante.
Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808.
A Quinta