Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem.
O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d
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Vinho de cor granada intensa, aromas complexos e definidos onde predominam os frutos vermelhos maduros e pequenas bagas de bosque, com notas balsâmicas, algum chocolate negro, especiarias e folha de tabaco. Na boca, apresenta taninos amplos e estruturados, finos e bem presentes, acidez viva e enorme frescura. O final é de notável equilíbrio entre a frescura da altitude e a persistência que os taninos polidos lhe conferem.
O projeto Altas Quintas nasce da vontade de fazer no Alentejo, vinhos com características diferentes para apreciadores exigentes. A diferença dos seus vinhos começa na localização das vinhas que lhes dão origem, plantadas num planalto a 600 metros de altitude, em pleno Alentejo. Aliado ao terroir está, também, a característica mais forte deste projecto: a obsessão pela d
O estágio de 6 meses em barricas de carvalho húngaro confere complexidade e estrutura, mas simultaneamente elegância e equilíbrio.
A inquietação e irreverência do projeto Monte das Bagas de Ouro, expresso em uma gama de qualidade incomparável que chamamos de SUPERIOR. A personalização do exotismo da primeira edição desenvolveu-se a partir da casta VIOGNIER, criando um vinho raro em uma edição especial - SUPERIOR. Este Viognier de grande intensidade e definição aromática nos envolve em um turbilhão de sensações mágicas, onde os frutos tropicais dominam. Na boca sentimos harmonia, o equilíbrio entre frescura e volume... entre acidez e persistência! Queremos tentar de novo, pelo prazer que nos dá... pela paixão que desperta em nós!
Foco principal na qualidade da uva. Produção integrada com vários desbastes selectivos para reduzir o rendimento até 4.000kg/ha. Vindima nocturna e separada por castas. Fermentação dos bagos, limpos e por castas separadas e sem esmagar, em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura controlada e durante um longo período. Leveduras próprias. Fermentação maloláctica em barricas Estágio em barriscas de carvalho francês Seguin Moreau por castas, durante 12 meses. Aplicação minima de sulfitos. Mistura das castas, engarrafamento e estágio do vinho na garrafa durante 2 anos, na herdade.
O Gloria Reynolds Art & Tradition 2013 é um vinho tinto de exceção, produzido apenas em anos de qualidade superior. Este vinho representa a arte e a tradição vitivinícola da família Reynolds, que há gerações produz vinhos de grande carácter no Alentejo. Com uma vinificação meticulosa e um longo estágio em barricas de carvalho francês, este vinho exibe uma estrutura notável, complexidade aromática e um impressionante potencial de envelhecimento.
Cor vermelho escuro com núcleo preto. Aroma de bouquet puro e nobre, frutos silvestres e especiarias. Na boca é elegante mas poderoso, taninos jovens e cremosos, muito extrato de fruta doce, bela mineralidade, final de boca muito duradouro. Grande potencial de envelhecimento.
Produzido a partir da casta Viognier, cujas uvas foram colhidas manulamente, estagiou cerca de 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta-se de cor amarelo citrino, com notas de flor de laranjeira e frutos tropicais. Na boca envolve pela sua textura cremosa, resultando do longo estágio em madeira, conferindo-lhe um final longo e persistente.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Phili
Produzido a partir da casta Syrah, estagiou por 16 meses em barricas de carvalho francês e americano. Apresenta uma cor muito concentrada, notas quentes e intensas a frutos pretos e especiarias. Na boca é encorpado, equilibrado e com taninos bem presentes e redondos.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vi
Porta da Ravessa, uma marca inspirada na icónica porta do secular Castelo de Redondo. Este vinho tinto Grande Reserva e é obtido pelas castas Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon e Touriga Franca e apresenta-se de cor rubi muito intensa e profunda, com aromas de fruta preta e bagas maduras bem integradas com nuances das barricas de carvalho francês, onde estagiou cerca de 12 meses. Na boca, apresenta-se denso, profundo e estruturado, com um final de grande persistência, conferindo um perfil distinto e cheio de carácter.
Desde 1956 que a Adega Cooperativa de Redondo se dedica aos vinhos alentejanos. Após 65 anos, situada em pleno coração do Alentejo, tem-se vindo a modernizar, adaptando-se também às novas exigências do mercado. Os vinhos produzidos são oriundos das uvas de cerca de
Vinho com cor citrina dourada, aromas elegantes de alguma complexidade, com predominância de fruta de caroço e ligeiras notas de madeira, onde fermentou. Boca elegante com untuosidade notória, bem integrada com a acidez, a proporcionar um final agradável e com alguma persistência.
Howard's Folly Sonhador rosé é produzido no nordeste do Alentejo, em Portalegre, junto aos contrafortes graníticos da Serra de São Mamede. É nesta serra que as temperaturas mais frias e as vinhas antigas unem-se para criar um vinho de exímia complexidade e frescura.
Com aromas complexos que relembram frutos silvestres maduros, geleia de framboesa e um toque de baunilha, é no paladar que revela o seu verdadeiro carácter. Uma acidez vibrante com um corpo generoso, cativa com um fim de boca prolongado e profundo.
Howard's Folly é uma mistura inspiradora de uma parceria inovadora entre o enólogo chefe, David Baverstock, e o empresário, Howard Bilton. Juntos aliam a sua paixão por enaltecer o melhor das castas portuguesas e produzir, de forma consistente, deliciosos vinhos.
As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Mainova Mainada Trincadeira Preta Tinto 2022 é um vinho de cor rubi com toques de granada. Nariz de intensidade média, com notas de terra e pimenta preta. Ataque muito fino, elegante e fresco, final de boca longo e persistente.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
Uvas provenientes da vindima dos nossos associados são descarregadas e imediatamente desengaçadas e esmagadas.
A fermentação ocorre em depósitos de inox com temperatura controlada a 26-28ºC. Durante este período é feita a maceração ou curtimenta, durante 15 dias.