Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Vinho
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Existem vinhos eternos. São vinhos que nos contam histórias e que nos fazem parar no tempo. Videira a videira, lemos o nosso mundo, as rugas da vinha velha, muito velha, guardadoras de sonhos, encantos, promessas, um diário vivo de sabedoria e resiliência, a guardar a história de cada vindima.
De cor rubi carregado, impressiona no nariz pela sua extraordinária complexidade e frescura aromática, onde se destacam elegantes notas de esteva, frutos silvestres do Douro e especiaria. Na prova de boca inicia de forma compacta, evoluindo para um vinho muito sedutor, onde podemos encontrar taninos de textura suave em perfeita harmonia com notas retro nasais que lembram frescos aromas de bosque. Termina de forma muito envolvente, em perfeito equilíbrio e com excelente persistência. Um vinho singular que expressa toda a identidade da centenária vinha Maria Teresa.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Que
O Barca Velha de 2015 apresenta uma profunda cor rubi e um aroma extremamente intenso e complexo, onde se destacam notas arbustivas, folha de oliveira, pasta de azeitona, fruta preta e especiarias, acompanhadas por nuances balsâmicas, cedro e caixa de tabaco. A madeira surge discreta e perfeitamente integrada. Na boca revela um ataque poderoso, acidez vibrante e taninos vivos, com notas de frutos vermelhos e especiarias que conduzem a um final muito longo, elegante e de grande distinção.
Cor vermelha rubi. Aroma quente, que contrasta com um paladar leve e sedoso, como o nome indica, derivado de fruta fresca e notas amanteigadas. Elegante no palato, com um corpo medianamente maduro, taninos suaves e uma sensação de boca persistente.
Muito concentrado no nariz, com notas de madeira associada a frutos silvestres pretos e chocolate negro
O projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da ligação apaixonada que os seus 3 fundadores, João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias, mantêm com o Douro, há mais de duas décadas. Depois de tantos anos a serem surpreendidos por esta região vitícola única, em 2009 chegou a altura de mostrar a forma como viam os vinhos do Douro. A história da empresa começa nesse ano, com vinhos brancos de Murça, uma zona esquecida pelo progresso, mas que produz vinhos únicos e cheios de identidade. Em 2010, iniciou-se um investimento na adega em Martim, Douro, e, em 2012, na região berço do Alvarinho, Monção. Em 2013, também se iniciou uma parceria no Alentejo, vinificando-se em instalações de terceiros as uvas escolhidas e adquiridas na região de Estremoz.
Com o crescimento do projeto, uniu-se
Um vinho tinto do Douro fresco e complexo, mas elegante, que ao nariz apresenta aromas intensos que lhe conferem complexidade e finesse.
O Barca Velha de 2011 é um vinho de cor rubi profunda e viva. O seu complexo aroma salienta as especiarias, como a pimenta, as notas balsâmicas como cedro e caixa de tabaco. Este leque é perfeitamente conjugado com as notas a frutos vermelhos e com a madeira de grande qualidade, revelando-se bem integrada. Na boca, manifesta uma acidez vibrante, taninos muito firmes, notas de especiarias, fruta preta e sabores balsâmicos. O final é o que os seus antecedentes sempre nos habituaram, extremamente longo, de grande elegância e complexidade.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente p
A Quinta da Vacaria, uma das mais antigas da região (primeiro registo data de 1616), fica situada na margem do Rio Douro junto à cidade da Régua, no coração da Região Demarcada mais antiga do mundo, o Douro. No cais da quinta atracavam os Barcos Rabelo para carregar as pipas cheias com o vinho do Porto e transportá-las até Gaia, na Foz do Rio, onde eram vendidos a granel para todo o mundo deixando para trás a sua identidade oculta uma vez que estes cascos de madeira não eram sequer marcados com o selo do produtor. No destino, o vinho era engarrafado e rotulado com a marca dos comerciantes estrangeiros que o adquirissem, entretanto, vindo algumas delas a ganhar bastante prestígio.
Cor vermelho granada. Floral em aromas como a bergamota e o manjerico da Touriga Nacional; mirtilo e amora preta da Touriga Franca. Muito elegante e estruturado. Final persistente onde regressam as notas de fruta madura.
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
A Quinta do Noval é uma das mais antigas casas de vinho do Porto e das mais prestigiadas, produzindo a maioria dos seus vinhos a partir de uvas próprias, nomeadamente, todos os vinhos do Porto Vintage. A Noval produz ainda um dos mais emblemáticos Vintage alguma vez produzidos no Douro, o Quinta do Noval Vintage Nacional.
Rubi violáceo escuro. Aroma intenso e rico, com notas de frutas negras madura, ameixas, passas, chocolate, defumados, tostados, baunilha, tabaco, nota mineral. Paladar encorpado, concentrado, textura macia, taninos doces, final longo e equilibrado.
O Quanta Terra Inteiro é um vinho produzido a partir de uvas de vinhas velhas das castas Touriga Franca e Touriga Nacional. O aroma é marcado por frutos pretos, combinados com notas mineiras, especiarias e nuances balsâmicas. É encorpado, com taninos poderosos e uma extraordinária frescura.
Tanto Celso Pereira como Jorge Alves poderiam ter como apelido “Quanta Terra”, não fossem eles próprios a personificação da marca de vinhos. Mais do que uma paixão assolada de cada um dos responsáveis pelo mundo dos vinhos, o Quanta Terra começou a dar os seus primeiros passos na década de 90, onde ambos se conheceram enquanto colaboravam no Departamento de Enologia nas Caves Transmontanas. Rapidamente desenvolveram uma cumplicidade profissional que viria a permitir criar uma base sólida para o Quanta
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.