Herdade da Maroteira Dez Tostões Grande Reserva tinto é um vinho produzido a partir da casta Alicante Bouschet, que representa em plenitude a essência do Alentejo. Revela-se um vinho encorpado e frutado, com frescura e elegância notável, apresentando no seu conjunto, um perfil muito equilibrado.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estr
Vinho
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É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
Conjunto de 2 garrafas Herdade do Sobroso: Arché tinto / Arché branco. Uma prenda memorável que celebra bons momentos e partilhas especiais.
Fermentação com leveduras indígenas, em ânforas de cerâmica microporosa produzidas manualmente em Itália, com 600 litros de capacidade. Estágio sobre borras durante nove meses com bâtonnage.
Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
A edição do Malhadinha Branco 2022, à semelhança de anos anteriores, denota um nariz que conjuga frescura e complexidade, fruta, barrica e algum floral em perfeita harmonia. Na boca, a estrutura é suportada por boa acidez resultando num vinho equilibrado e elegante com um final longo e persistente.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção.
Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos.
O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
Na boca é volumoso mas fresco, com notas cítricas, fruta de polpa branca e untuoso, com um final prolongado.
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborad
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar.
São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Descubra o Vinho Luis Pato Quinta Do Ribeirinho Sercialinho Branco 2022, uma obra-prima do enólogo Luis Pato. Este vinho branco distingue-se pela sua complexidade e elegância, fruto de uma vinificação cuidadosa e de um estágio em barricas de carvalho.
Tinto elegante e mineral de vinhas centenárias em solos calcários, com estágio em carvalho e final longo.
O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
Apresenta aromas delicados, com notas de frutos vermelhos, um toque terroso, fresco e austero. Na boca, o caráter frutado é complementado por uma elevada sensação de frescura e elegância, com taninos secos, precisos e texturados. Um vinho de grande complexidade, com um enorme potencial de envelhecimento em garrafa.