Com quatro castas de grande carácter, o Villae tinto é um lote diferenciador formando um conjunto que pode apelidar-se de “casamento perfeito”. A Tinta Roriz confere estrutura e músculo, o Jaen evidencia a sua garra natural, o Alfrocheiro traz a mineralidade e a Tinta pinheira demonstra os aromas de floresta e do bosque.
Vinho
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Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
O Quinta da Perdonda Talhões Vinha Velha Tinto 2018 é um vinho premium do Dão. Produzido a partir de vinhas centenárias plantadas em 1948, destaca-se pela sua pureza, elegância e carácter de terroir, com uma produção de excelência muito limitada.
Cor: Vermelho profundo com reflexos anil.
Aroma: Muito intenso e poderoso, mas com frescor. Notas químicas e balsâmicas equilibram-se com os aromas de frutos do bosque, como mirtilo e amora preta, e de madeira de excelente qualidade e bem integrada.
Boca: Extraordinariamente elegante, com muito volume, frescor e um excelente equilíbrio.
Final de boca: O final é excepcionalmente longo, com o regresso das notas florais e de frutos do bosque.
Vinho equilibrado na prova, com boas notas aromáticas, e leve integração na madeira. Um vinho do Douro que tem bem presente no seu corpo as uvas do Cima-Corgo, das castas mais tradicionais da Região. Estágio de 3 meses em madeira de carvalho francês.
Castas: Castas tradicionais do Douro, com predominância de Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.
As uvas foram esmagadas e pisadas a pé, estiveram em curtimenta com o engaço durante 5 dias. Após esse período foram prensadas o vinho terminou a fermentação alcoólica em cuba.
Após a fermentação alcoólica o vinho foi dividido, por uma barrica de castanho nova na qual o vinho fez a fermentação malolática, e, por uma cuba de inox na qual o vinho não fez a fermentação malolática. Os vinhos estagiaram respetivamente 5 meses em barrica e em cuba.
Cor vermelha brilhante. Aromas que lembram frutas vermelhas maduras, bosque e especiarias. Na boca é encorpado, denso, com taninos firmes e final persistente.
Núcleo amarelo limão com nuances de cor verde flecks. Extraordinariamente intenso, complexo, com notas minerais de toranja e notas de carvalho bem integradas e de grande qualidade. Surpreendentemente amplo, cheio de volume, concentração e com boa acidez. O resultado é um perfil elegante, fresco e bem equilibrado. Final muito longo e persistente.
Coffret/ Estojo em madeira, com 3 Garrafas de Solar dos Dragos Reserva Tinto. Pack Oferta elegante e contemporâneo!
Na Solar dos Dragos, a paixão reside na criação de vinhos excecionais que incorporam o terroir único das vinhas. Localizadas no coração de uma paisagem banhada pelo sol, as vinhas beneficiam de condições ideais, permitindo a produção de vinhos de qualidade e caráter incomparáveis. Fundada nos princípios de dedicação, inovação e profundo respeito pela terra, a Solar dos Dragos tornou-se um símbolo de excelência na produção de vinho. A narrativa está entrelaçada com a rica história da região, onde gerações de enólogos aprimoraram as suas habilidades para criar vinhos que resistem à prova do tempo.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
É nas propriedades Quinta da Costa de Cima, Quinta do Sol e Quinta do Caleiro, que a Menin encontra o terroir perfeito para desenvolver vinhos complexos, com carácter, cheios de finesse e grande potencial de guarda.
São nos cerca de 55 hectares, dos quais 10 são vinha velha, que a filosofia da sustentabilidade está assente e é no conceito de gravidade que a adega foi construída. A enologia praticada pela Menin reúne o saber da vinha com as mais modernas tecnologias de vinificação para retirar o melhor partido do terroir duriense.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
Assim, na 5ª geração, nasce Dirk Niepoort, um produtor incontornável no mundo dos vinhos, reconhecido como uma das mais importantes personagens que trabalhou, e trabalha, em prol do vinho Português. Colaborou com várias dezenas de produtores, ajudou-os a melhorarem os seus vinhos e a compreenderem as suas vinhas, preparando, igualmente, o seu legado com quem está sempre a criar vinhos irreverentes. Hoje em dia, Dirk Niepoort colabora em muitos outros projectos, em praticamente todas
É um tinto encorpado com personalidade ímpar, aromas a violeta típicas das Casta Touriga Nacional. Frescura e acidez notória com notas de tosta e especiarias provenientes do estagio. Taninos finos, firmes mas suaves. Vinho longo com excelente potencial de envelhecimento.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.
Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, a Quinta do Crasto é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Como costuma ser com as grandes Quintas do Douro, a origem da Quinta do Crasto remonta a tempos longínquos - o nome Crasto deriva do latim "castrum", que significa forte romano.
Aragonez, Syrah e Alicante Bouschet. Aroma vinoso com amoras, fumo, e uma ligeira doçura especiada/salgada da madeira. Um sedutor malandro. Na boca fica mais sério pelos taninos visíveis, que pedem comida. Termina longo e com ligeiros amargos que convidam a explorar uma tábua de queijos.
Cor Rubi de elevada profundidade. Aroma intenso, complexo com predominância em frutos vermelhos, especiarias e pimenta. Notas de bergamota e esteva em equilíbrio com as notas superelegantes do estágio em barrica. Na boca têm um excelente volume, acidez bastante presente e bem integrada, taninos finos e intensos fazen-do este vinho longo e cheio antevendo um excelente potencial de envelhecimento em garrafa.