A Gloria Reynolds Cathedral é o vinho mais exclusivo deste produtor, lançado apenas em anos de colheitas excecionais e criado com as castas Alicante Bouschet e Trincadeira. Este vinho tinto revela uma cor vermelha muito escura e tem um aroma intenso e complexo com notas de chocolate preto, solo florestal, ameixa, café e cola, juntamente com nuances de frutos secos, menta e tabaco. Na boca, é encorpado e sedoso, com muita fruta preta e um final explosivo, complexo e muito persistente.
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
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Herdade da Maroteira Dez Tostões Grande Reserva tinto é um vinho produzido a partir da casta Alicante Bouschet, que representa em plenitude a essência do Alentejo. Revela-se um vinho encorpado e frutado, com frescura e elegância notável, apresentando no seu conjunto, um perfil muito equilibrado.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estr
Produzido a partir da casta Moreto e fermentado em talha, este vinho tinto apresenta aromas terrosos, frutas vermelhas e especiarias. Na boca revela um corpo leve com taninos vivos e uma acidez média.
O vinho Herdade da Candeeira Barro tinto combina tradição e modernidade, revelando elegância e frescura distinta. A sua cor rubi antecipa um aroma de terra fresca e frutas vivas, e no paladar, é robusto, mas suave e revigorante, com uma textura aveludada.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O Quinta de Foz de Arouce é produzido com as castas Baga e Touriga Nacional, provenientes de solos xistosos, e estagiou durante 6 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano. É um vinho tinto com boa concentração de aromas, revelando notas de frutos vermelhos e resina. Na boca é equilibrado, com taninos suaves e um final persistente.
A Quinta de Foz de Arouce situa-se no Conselho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das Serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e o Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o Sec. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas, pois a primitiva casa foi por duas vezes consumida pelo fogo. A capela contígua à cas
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
Próximo ao Parque Nacional das Serras de São Mamede, o cenário, repleto de colinas e sobreiros, é o palco perfeito. A adega, no meio da vinha, reflete o compromisso com uvas especiais, resultando em vinhos praticamente isentos de sulfitos, de longa durabilidade e com recurso a certificação Vegan.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção.
Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos.
O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
A Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, renasceu em 2001 após anos de abandono. O monte alentejano do séc. XIX foi reconstruído com a arquitetura tradicional, oferecendo espaços de rara beleza. Com 100 hectares, destaca-se a barragem entre vinhas e olival, proporcionando uma tranquilidade única do Alentejo.
Em 2002, 33 hectares de vinha foram plantados, num terroir excecional com solos xistosos e temperaturas amenas. A "Vinha dos 100 pontos", criação de David Both e António Maçanita, une conhecimento e inovação, resultando em vinhos distintos. Com Nuno Ramalho como viticultor atual, as castas incluem Touriga Nacional, Syrah, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Antão Vaz, Chardonnay, Riesling, Viognier e Verdelho.
Sob o comando de António Antunes, os vinhos são únicos e sedu
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
O Calda Bordaleza é um vinho de cor rubi escura e aroma denso, elaborado a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot. Na boca apresenta uma boa estrutura e uma textura sedosa. É vivo, complexo e concentrado, mas fresco, com notas de frutos vermelhos, anis, balsâmico, ligeiro chocolate e tosta suave e elegante, com um final longo.
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar.
São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
Nariz sensual, chamativo, conjugando guloso fruto com densas sensações especiadas e queimadas. Boca carregada, muito suave, saborosa, mas com vibração limitada. Impressiona pela enorme suavidade de textura.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
As uvas deste vinho são provenientes de um terroir com clima de influência atlântica, protegido pelas Serras do Caramulo e Buçaco, com vinhas plantadas em alta densidade (5555 pés por hectare) em suaves colinas de solos argilo-calcários, na famosa mancha de calcário da região da Bairrada. De cor rubi com centro opaco, tem aromas de fruta preta, cedro, couro e grafite. Um vinho encorpado, com taninos firmes, mas de arestas polidas. Acidez vibrante que se mantém durante toda a prova, terminando longo e mineral. Está pronto a beber, mas irá evoluir muito bem com o tempo em garrafa. Excelente para acompanhar assados de carne ou peixe, cabrito, rosbife e carnes maturadas.