É um tinto que impressiona pelo tom contido e elegante, com fruta delicada muito bonita e pura, com base nos frutos silvestres. sabor cheio e vibrante, delicado mas afirmativo, sempre orientado para a pureza e finura da fruta. Final muito longo e vibrante.
Vinho
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Na Casa de Mouraz, todas as vinhas são cultivadas de forma ecológica, sem o uso de herbicidas ou agroquímicos sintéticos, certificadas pela ECOCERT desde 1996. O solo é fertilizado através da sementeira de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos das vinhas utilizam produtos naturais como cobre, enxofre, algas marinhas, argila e tisanas de plantas.
A agricultura biológica na Casa de Mouraz é guiada pelo respeito ao solo, às plantas, ao ser humano e à vida em sua diversidade e integridade ecológica. Menos manipulado, o solo produz um vinho mais autêntico, refletindo fielmente o terroir e a vinha onde foi criado. Desde o final de 2006, a Casa de Mouraz também adota práticas biodinâmicas, buscando aprofundar a harmonia entre o solo, as plantas, os animais e o ser humano.
O Planet Mouraz "Nina" Tinto 2021 (frequentemente designado como um vinho estilo palhete ou clarete) é um vinho natural e biológico produzido pela Casa de Mouraz na prestigiada Região Demarcada do Dão, em Portugal. Este vinho destaca-se pela sua filosofia de intervenção mínima e pela homenagem à gata da família, a Nina, cujo padrão preto e branco inspirou a composição equilibrada das uvas.
É um tinto de médio corpo, com aromas de cerejas e ameixas pretas, apresentando nuances de tosta discreta.
É em Silvã de Cima junto à vinha da Taboadella que nasce o lagar construído no penedo monolítico de natureza rupestre, um dos mais antigos vestígios de vinificação no Dão, contrasta com a adega de arquitetura contemporânea construída com materiais naturais como a madeira e a cortiça, com uma varanda de onde é possível abarcar num só olhar a magnífica mancha única de vinhas rodeada por uma imensa floresta. Aqui, onde o passado e o futuro se completam, os vinhos nascem na vinha e na paisagem, com o cuidado particular e paciente que nos permite resgatar do passado a essência da natureza e projetar para o futuro grandes vinhos com uma tipicidade notável mantendo o caráter ancestral do Dão.
Vinho com aroma e paladar muito fresco, com aromas de fruta branca, ligeiramente tropical e algumas notas de chá e minerais. Algumas notas “mentoladas” e citrinas. Na boca apresenta-se bem fresco, mineral, com volume, estrutura e final persistente. Ressalta a frescura e volume com acidez e mineralidade também marcante.
A Sogrape Vinhos foi fundada em 1942 por Fernando van Zeller Guedes, com a ambição de dar a conhecer ao mundo os vinhos portugueses e uma visão de longo prazo assente na qualidade dos vinhos a comercializar, na importância da novidade das marcas e na apresentação dos seus vinhos. Liderada hoje pela terceira geração da família fundadora, a Sogrape Vinhos cumpre, cada vez mais fielmente, o objectivo assumido desde da sua fundação: ser uma empresa de cariz familiar e vocação internacional, focada na produção de vinhos de qualidade, na inovação e no desenvolvimento de marcas portuguesas de nível global. A Sogrape Vinhos possui cerca de 830 hectares de vinhas em Portugal.
A Quinta dos Carvalhais localiza-se no concelho de Mangualde, junto a Nelas e Alcafache. O solo, o clima, a experiência de
O Santar Vila Jardim Branco (frequentemente rotulado como Memórias de Santar Branco) é um vinho DOC Dão focado no perfil gastronómico, fresco e elegante.
Muitas castas como Barcelo, Bical, Dona Branca, Uva Cão, entre outras. Aromaticamente começa com redução atrativa, notas de pólvora e giz, tangerina e floral fresco subtil. Prova de boca muito fresca, com ótima acidez, tentativamente mineral, perfil sério com boa secura e um lado sério e austero que lhe assenta muito bem.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor amarela muito pálida. Aromas fresco e discretos - florais e tostados com complemento de toranja e citrinos. Na boca vivo, seco, acidez equilibrada, com volume e cheio e com uma frescura surpreendente.
Estamos perante um produtor que renasceu das cinzas. Veio para ficar e escrever uma nova história, mas a história desta casa é antiga, remontando ao Século XIX, quando foi erguida. Grandes vinhos nasceram desta casa e destas vinhas. Quem não se lembra dos P63, na altura vinificados pela José Maria da Fonseca. Quis o destino que estivesse "abandonada" para o mundo do vinho, mantendo-se apenas uma lembrança ténue dos grandes vinhos que ali nasceram. Quis também o destino que o novo proprietário, fosse gente de bom gosto, de extrema dedicação em fazer e fazer bem.
Nasceu assim a nova Casa da Passarella, para escrever um novo capítulo na história desta casa e na região do Dão. Os vinhos são excelentes e feitos com rigor e muita muita vontade de fazer o melhor.
Cor citrina, frutos brancos, Líchia, notas florais, encorpado, firme e elegante. Final de boa longo e persistente.
Encoberta é o nome de uma pequena localidade em Penalva do Castelo (sub-região de Castendo), onde em 2019 se produziu o Encoberta. Vinhas com 28 anos a 500 m de altitude com solos de granito e argila que estão em conversão para certificação biológica desde 2020.
Juliana Kelman, descendente de uma família portuguesa que emigra para o Brasil na década de 40, volta a Portugal com ideia de abraçar o mundo dos vinhos, sabendo que em território português a qualidade é primazia. Assim, em 2013 iniciou a sua produção na região do Dão, respeitando sempre o carácter da mesma, plantando as castas tradicionais Touriga Nacional e Encruzado. Hoje, combina as práticas ancestrais inteligentes com os modernos processos de produção, apresentando ao mundo vinhos autênticos, elegantes e gastronómicos.
O Líquen Encruzado 2021 é um vinho branco de excelência produzido pelo enólogo João Cabral de Almeida na prestigiada Região Demarcada do Dão. Elaborado inteiramente a partir da casta autóctone Encruzado, este vinho destaca-se pelo seu perfil sério, estruturado e com um enorme potencial de guarda.