Este Vindima Tardia é um vinho de aroma intenso a figos, frutos secos, marmelada e mel. Na boca revela uma doçura agradável e um interessante volume e elegância, terminando longo com uma equilibrada e vibrante acidez.
Vinho
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- Tipo de vinho: Branco
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos.
Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
O Morgado do Quintão Branco de Tintas 2023 apresenta uma cor amarelo-pálido com nuances acobreadas que refletem a singularidade do seu processo de vinificação. No nariz, destaca-se pelas notas frescas de cereja e um toque subtil de brioche, revelando complexidade e elegância. No paladar, é mineral e denso, com uma textura marcante e uma profundidade que proporciona um final envolvente e prolongado.
Criteriosa selecção de uvas afectadas pelo fungo Botrytis Cinerea, fenómeno natural vulgarmente designado por podridão nobre. Prensagem em prensa pneumática sem desengace, nem esmagamento. Inoculação com leveduras selecionadas. Fermentação lenta a baixas temperaturas durante aproximadamente, 2 meses. O vinho estagiou durante 24 meses em barricas de carvalho francês de segundo ano.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
Cor laranja mel, nariz muito exuberante,
notas de laranja cristalizada, algum
marmelo quase toques de vindima tardia.
Ataque cheio, super texturado a meio de
prova, guloso, mas com muita frescura.
Vinho elegante, com aromas frescos de fruta tropical e notas
de mineralidade envolvido na cremosidade da barrica onde
estagiou . Excelente equilíbrio, com final persistente
de extrema complexidade.
Cristalino, cor de palha com reflexos esverdeados. Aroma com notas de toranja e alperce, apontamentos de hortelã verde complementadas com pimenta branca e noz-moscada. Elegante e harmonioso na boca, equilibrado entre a fruta e as especiarias. Um final intenso e persistente.
A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivação é o legado de todos os seus vinhos produzidos e a principal razão para terem alargado a gama para outros produtos e territórios. A Herdade do Esporão, situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Herdade da Candeeira Reserva branco, proveniente da Serra d´Ossa, é um espetáculo de luz e frescura entre os sobreiros. De cor amarelo palha, revela aromas complexos de fruta madura, frutos secos e delicada barrica. Na boca, é amplo e persistente, com a harmonia das castas Arinto, Antão Vaz e Roupeiro.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chave
Fermentação com leveduras indígenas, em ânforas de cerâmica microporosa produzidas manualmente em Itália, com 600 litros de capacidade. Estágio sobre borras durante nove meses com bâtonnage.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos, pouca intervenção em todo o processo. Baixo sulfuroso.