A Herdade Papa Leite, situada em Alter do Chão, em pleno coração do Alto Alentejo, remonta ao século XVII, podendo ainda hoje, se encontrar marcos dessa época. Depois de muitas famílias por ali passarem, foi Filipe Barreiros Cardoso, que apaixonado pela propriedade, adquiriu-a, concretizando com o apoio da sua família e equipa, um sonho antigo de produzir produtos de grande qualidade. Assim a herdade foi expandida e revitalizada, contando com 320 hectares alargados à produção de vinho, azeite e bovinos. As vinhas são plantadas nos solos argilosos e as uvas colhidas à noite e selecionadas antes de entrarem na adega, onde é garantida a produção do vinho com a melhor matéria-prima obtida.
Vinho
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A edição do Malhadinha Branco 2022, à semelhança de anos anteriores, denota um nariz que conjuga frescura e complexidade, fruta, barrica e algum floral em perfeita harmonia. Na boca, a estrutura é suportada por boa acidez resultando num vinho equilibrado e elegante com um final longo e persistente.
Invisível é um vinho branco produzido a partir do mosto lágrma das uvas tintas da casta Aragonês, em que as mesmas são colhidas à noite e proveninetes de um talhão selecionado da propriedade da Ervideira. Quase transparente, com laivos rosa, apresenta um aroma floral, com notas de frutas brancas como o melão e a pera. O paladar confirma o aroma, com um bom equilíbrio e final levemente adocicado.
A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos se
Gloria Reynolds Art & Tradition Branco 2021 é um branco do Alentejo que combina profundidade aromática, textura cremosa e frescura vibrante. Feito para quem aprecia vinhos brancos ricos, com carácter, equilíbrio entre fruta e mineralidade, e um final persistente, muito frontal e elegante.
Aroma predominantemente a frutos de polpa branca, intenso em notas de aveia, baunilha e cereais tostados. Sabor complexo com excelente volume de boca e persistência distinta.
Aroma predominantemente a frutos de polpa branca, intenso em notas de aveia, baunilha e cereais tostados. Sabor complexo com excelente volume de boca e persistência distinta.
Na boca é volumoso mas fresco, com notas cítricas, fruta de polpa branca e untuoso, com um final prolongado.
Amarelo palha Brilhante. Aroma a frutos secos e mel, com ligeiro toque citrino. Excelente acidez, fresco, com boa persistência. Final intenso, longo e persistente.
O Caso do Canto 3 Barricas é um vinho de cor amarela-clara. Apresenta aromas a cereais, fruta cítrica, baunilha, frutos secos e mineralidade. O palato revela fruta cítrica, baunilha, fruta da caroço e manteiga.
Com notas florais e tostadas, aliadas a uma mineralidade cítrica, formam um aroma vigoroso e complexo.
O vinho Principal Grande Reserva branco, produzido a partir das castas Chardonnay e Sauvignon Blanc, revela tons amarelo limão e seduz com notas florais, cítricas e tostadas. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil volume com complexidade, estrutura e um carácter mineral.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Ao iniciar-se no mercado do Vinho do Porto como comerciante, rapidamente, instalou o seu negócio que se viria a revelar próspero e vindouro.
O Luis Pato 2020 Laranja da Madalena Blanc de Noirs apresenta uma cor citrino brilhante, indicativa da sua vivacidade e jovialidade. O perfil aromático está repleto de notas cítricas e de flores brancas, complementadas por subtis nuances de frutos de caroço e um toque de mineralidade. Na boca, o vinho é fresco e preciso, com uma acidez equilibrada que harmoniza com a sua textura cremosa. O final é longo e elegante, deixando impressões de raspa de limão e pedra molhada. Este vinho exemplifica a dedicação de Luis Pato à elaboração de vinhos expressivos e que reflectem o terroir, honrando as tradições da região da Bairrada.
É um vinho branco complexo e luxuoso, de perfil seco e mineral. Com caráter aromático aberto, apresenta um bouquet suave a nozes e baunilha, com notas de frutas cítricas e tropicais, levemente temperadas com nuances de casca de limão, que lhe proporcionam uma acidez cítrica e equilibrada.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinh
É um vinho produzido a partir de uvas de vinhas com mais de 15 anos, com produção reduzida, e envelhecido em barricas usadas de carvalho francês adquiridas na região da Borgonha. O aroma é frutado, mineral e muito complexo, com notas de compota, bergamota e especiarias. Na boca é firme, com muita acidez bem integrada e um final longo.
O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborad