A Quinta da Romeira existe desde 1703 e na história deste carismático Solar que aqui se mantém com as suas janelas Manuelinas, chegou a repousar o Duque de Wellington e são referidos familiares do célebre Marquês de Pombal, famoso pelo apoio à vinha e ao incentivo à exportação.
Hoje em dia, a Quinta tem 130 hectares, dos quais 75 estão afetos à plantação de vinha, na sua maioria Arinto sendo esta a maior mancha de plantação da casta do País. Para além da área de vinha, a Quinta da Romeira tem 50 hectares afetos à exploração florestal para além do Solar e dos seus jardins.
Vinho
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Este vinho tem uma bela cor amarelo citrino. No nariz é elegante, fino, cheio e complexo. Na boca é muito fresco e frutado, com notas de pêra, marmelo e baunilha. Com a madeira bem integrada, quando está no copo, aromas de especiarias e nozes são liberados e torná-lo rico e muito interessante.
Vinho de grande vivacidade, perfil muito fresco e elegante. O estágio em barrica de luxo potência a sua acidez e revela-se no aroma, floral citrino maduro, ervas secas. Apresenta uma excelente evolução, muito persistente e um final de boca que prima pela excelência.
Para este monocasta limitamo-nos a conjugar a força da frescura com uma capacidade de envelhecimento majestosa.
O ANA é uma ideia, um sonho idealizado por Tiago Dias da Silva , materializado com a equipa Quinta Maria Izabel e afinado pelo enólogo Dirk Niepoort. Um 100% Arinto vinificado parte em inox e o restante em barrica de forma a atingir toda a plenitude deste vinho que será uma surpresa para si e para quem o provar. Pena ser uma edição tão limitada!
Este é um vinho complexo que combina a frescura típica dos brancos da Romaneira com uma profundidade de sabor e complexidade estrutural que o torna um magnífico exemplo do pleno potencial destas grandes castas de uva branca do Douro quando cultivadas no terroir vinícola de excelência como o de Pulga.
Vinho de cor palha intenso , com aromas expressivos de fumo, pedra molhada, levedura, pão torrado e flores brancas. Na boca tem muito volume e estrutura suportada por uma acidez viva e refrescante.
Ferradosa é um vinho branco com fruta vibrante no nariz, com toques a pêssego, damasco e alguns frutos tropicais. A madeira está presente com algum aroma a baunilha e a fumados. Na boca, este vinho revela-se extremamente fresco, aparecendo uma mineralidade impressionante, que perfura os sabores da barrica, criando assim um vinho extremamente fresco, vibrante e equilibrado.
Cor amarelo limão. Aroma muito intenso e poderoso, muito fresco, dominado pela mineralidade tão característica do Viosinho, em equilíbrio com notas de frutos de polpa branca - como pêra e ameixa - e madeira muito bem integrada e de grande qualidade. Extraordinariamente elegante, com muito volume, fresco e muito bem equilibrado. Retrogosto excepcionalmente longo com notas florais e frutadas.
Cor límpida e brilhante. No nariz, destacam-se aromas exuberantes, com notas florais e exóticas bem marcadas. Na boca, é elegante e expressivo, com frutos de polpa branca a envolverem uma acidez vibrante e refrescante. Um vinho leve, cheio de energia, perfeito para dias de sol.
A Quinta da Boavista é reconhecida desde a primeira demarcação da região vinícola do Douro, datada de 1756. Documentada está também a presença da Quinta da Boavista nos célebres mapas de Joseph James Forrester, do século XIX.
Durante o século XX, a Quinta passou por períodos desafiantes, tendo estado nas mãos de vários proprietários que trouxeram o seu conhecimento e experiência à produção vitícola dos vinhos da Boavista.
Localizada na sub-região do Cima-Corgo, perto do Pinhão, na margem direita do Douro, e com uma das melhores vistas sobre o rio, a Quinta da Boavista possui 36 hectares de vinhas de alta qualidade, algumas delas vinhas velhas plantadas com as castas nativas.
Em 2020, a Quinta foi adquirida pelo Grupo Sogevinus, um dos maiores grupos de vinhos do Douro, continuando a pro
Vinho muito fresco e complexo, com fruta cítrica, em harmonia com discretas nuances florais e fortes notas minerais próprias do “terroir”, complexado por ligeiras notas de madeira. “Battonage” por um longo período confere-lhe um volume de boca surpreendente. Final muito longo, fresco e mineral. É um branco ideal para acompanhar todo o tipo de peixes, marisco ou carnes brancas.
O Casa das Gaeiras reserva branco é obtido através da casta Vital, inserida na vinha velha da propriedade. Após completar um curto estágio em barricas de carvalho francês, apresenta uma cor citrina, de aromas bem definidos marcados pelas notas de fruto de caroço e alguma complexidade. Na boca, revela-se untuoso e estruturado, com acidez viva e pronunciada. O final é persistente e marcante.
Fernão Pires, feito para lembrar os antigos vinhos de lavrador, mais rústicos (apelidados de Fernão Pirão), aqui com forte componente de pedra raspada, sílex, fruta cristalizada. Na boca tem óptimo equilíbrio e frescura, com acidez cítrica a dar crocância e estrutura. É muito interessante e fica na boca. Um “Fernão Pirão” em bom!
Cor amarela esverdeada, aroma com notas cítricas, mel e frutos tropicais bem conjugado com a madeira onde estagiou. Fresco e elegante na boca, com final persistente. Pode estagiar em boas condições por um período de pelo menos 5 anos. Este vinho harmoniza-se perfeitamente com peixes estufados e assados ou bacalhaus no forno. Encontra ainda boa maridagem com queijos azuis de pasta cremosa.
O Montalegre Vinhas Velhas Branco 2021 é um vinho branco premium português da região de Trás-os-Montes, produzido pela FGWines com castas de vinhas velhas. Conhecido pela sua frescura, elevada acidez e perfil mineral, é um vinho complexo com 13% de álcool, estagiado em barricas de carvalho francês.