Susana Esteban é uma das Enólogas portuguesas a seguir. Em 2012 foi-lhe atribuído o prémio mais prestigiado que um enólogo pode receber em Portugal, o título de “Enólogo do Ano”, pela Revista de Vinhos, tendo sido até a data a única mulher a que foi atribuído está distinção.
Vinho
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A Ervideira é uma empresa produtora de vinhos de qualidade e excelência na região do Alentejo, em Portugal. O seu passado e a sua tradição familiar, na produção de vinhos, remontam ao final do século XIX, e com 160 hectares de vinha divididos pela Vidigueira e por Reguengos de Monsaraz, a administração da Ervideira é assegurada pela matriarca da família, Dona Maria Isabel Leal da Costa, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo.
A casta Petit Verdot foi a nossa inspiração, a nossa riqueza, a base e a razão deste Reserva. Aromaticamente é expressivo, intenso e envolvente. Os frutos do bosque mesclados com notas florais de violetas, envolvidas numa nota tímida de tosta e pimenta conquistam-nos de imediato. O estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês confere complexidade e estrutura, mas simultaneamente elegância e equilíbrio. Um Reserva que termina longo, que persiste e insiste em nos conquistar…
A Reynolds Wine Growers tem raízes que remonta a 1820, quando Thomas Reynolds se estabeleceu em Estremoz, Portugal. Com 40 hectares de vinha em colinas, o patriarca Robert consolidou a produção de vinhos de qualidade. O cultivo ocorre em solo de xisto, proporcionando ótimo escoamento e luz solar.
Próximo ao Parque Nacional das Serras de São Mamede, o cenário, repleto de colinas e sobreiros, é o palco perfeito. A adega, no meio da vinha, reflete o compromisso com uvas especiais, resultando em vinhos praticamente isentos de sulfitos, de longa durabilidade e com recurso a certificação Vegan.
O Malhadinha Tinto 2021 surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Surge com um nariz muito expressivo, mas sério, com notas de fruta preta e azul, especiarias e leves tostados. Na boca, à semelhança de edições anteriores, é um vinho bastante complexo, redondo com taninos maduros e polidos, muito longo no final e com um enorme potencial de envelhecimento.
Um vinho que desafia convenções e celebra a união entre o passado e o presente. “Sátiro”, pela ousadia e ironia de combinar métodos separados por séculos, e “Clandestino”, pela diferença e irreverência no seu processo de produção.
Produzido no Alentejo, este vinho resulta de uma filosofia única que conjuga os saberes ancestrais da região com as tecnologias mais inovadoras. A fermentação acontece num lote singular que junta talhas de barro tradicionais, inspiradas na prática romana, e modernos lagares de aço inox, com temperaturas controladas e pisadores automáticos.
O Sátiro Clandestino Tinto é a expressão perfeita de um equilíbrio entre tradição e inovação, um convite a redescobrir a essência da produção alentejana com um toque de modernidade.
A Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, renasceu em 2001 após anos de abandono. O monte alentejano do séc. XIX foi reconstruído com a arquitetura tradicional, oferecendo espaços de rara beleza. Com 100 hectares, destaca-se a barragem entre vinhas e olival, proporcionando uma tranquilidade única do Alentejo.
Em 2002, 33 hectares de vinha foram plantados, num terroir excecional com solos xistosos e temperaturas amenas. A "Vinha dos 100 pontos", criação de David Both e António Maçanita, une conhecimento e inovação, resultando em vinhos distintos. Com Nuno Ramalho como viticultor atual, as castas incluem Touriga Nacional, Syrah, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Antão Vaz, Chardonnay, Riesling, Viognier e Verdelho.
Sob o comando de António Antunes, os vinhos são únicos e sedu
Aroma complexo e intenso a fruta e especiarias como cereja, ginja e zimbro. Suaves notas de flor de esteja.
Cor aberta rubi. Nos aromas apresenta notas de cereja, ameixa e um leve toque vegetal. Na boca revela frescura e mineralidade.
Thomas Reynolds, marinheiro e comerciante inglês, chega a Portugal em 1820, atraído pelo negócio do vinho e tem dois filhos, Thomas e Robert. É a partir do Porto que abastece o seu armazém comercial em Londres com produtos ibéricos. Em 1838, introduzem-se na indústria corticeira em Espanha, expandindo-se até Portugal acabando por se fixar em Estremoz. Após a família ter partido para a Nova Zelândia Robert fica em Estremoz à frente dos negócios, que rapidamente desenvolve com a aquisição de novas terras e a produção de vinhos de qualidade, atividade esta que exercia com particular empenho e paixão. O Alentejo converte-se no berço definitivo dos Reynolds de Portugal e de Robert, o patriarca da família. Desse berço procedem o filho primogénito de Robert, Robert Rafael e, deste, Carlos. Carlos
O Penfolds St Henri Shiraz Vintage 2017 é um aclamado vinho tinto australiano, conhecido pelo seu perfil elegante, maturação em grandes cubas de carvalho velho sem nova influência de carvalho, e grande potencial de envelhecimento.
Poderoso vinho tinto no icônico estilo ultramarino, com 18 meses de estágio em barricas de carvalho pequeno; o Grange BIN 95 da Penfolds encanta com sua estrutura opulenta e profundidade luxuosa.
Cor cereja profunda e brilhante, com boa intensidade e viscosidade bem presente.
No aroma revela fruta elegante e expressiva, com notas típicas de morango e ameixa preta, envolvidas por nuances de alcaçuz e um ligeiro toque especiado (pimenta preta, louro, tomilho, alecrim).
Na boca mostra-se frutado, com bela estrutura e textura quase aveludada. O final é muito fresco, convidativo e equilibrado, refletindo o caráter autêntico da casta Baga.
Regateiro é uma homenagem à família de mesmo nome e seus mais de 350 anos de ligação com o mundo do vinho, do qual o diretor-presidente da Lusovini, Casimiro Gomes, é o único descendente a prosseguir no negócio.
Ícone da Lusovini na Bairrada, este single vineyard, elaborado unicamente a partir das vinhas velhas da Vinha do Forno, é cheio de sabor, fresco e apimentado. Monovarietal da variedade Baga, de produção limitada a 1500 garrafas, defende uma junção de estilos, tendo bom volume de boca mas mantendo o ataque clássico, mais seco e tânico, sem ser agressivo.
Com muito potencial de guarda, mais de dez anos.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.