O nome Mário Sérgio Alves Nuno poderá não dizer muito aos mais distraídos, mas não é nada menos que o grande mentor por detrás dos grandes vinhos da Quinta das Bágeiras. A história da Quinta das Bágeiras resume-se já ao trabalho de 3 gerações, no entanto apenas em 1989, e sob a alçada de Mário Sérgio, começou-se a engarrafar e a vender os vinhos Quinta das Bágeiras, tornando-se rapidamente uma referência nos vinhos da Bairrada e em Portugal.
Embora elaborados segundo os procedimentos das gerações anteriores, os vinhos da Quinta das Bágeiras não são vinhos de modas, mas que estão sempre na moda, revelando a cada colheita o caráter da região e das pessoas que os produzem.
Vinho
Existem 517 produtos.
Uma família que há várias gerações se dedica à cultura da vinha e à produção de vinho. Atualmente trabalham 170 hectares em duas propriedades no centro de Portugal: Quinta de São Mateus e Quinta de Vale de Azar.
São produzidos vinhos apoiados num conceito enológico de máximo respeito pelas uvas, com uso praticamente exclusivo de gravidade em todo o ciclo de vinificação e com exclusão de quaisquer produtos enológicos.
O vinho Principal Grande Reserva tinto, produzido a partir das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, revela tons violáceos e seduz com aromas de fruta preta madura e sublimes notas de especiarias. A sua complexidade excecional traduz-se num perfil encorpado, volume generoso e uma persistência longa, conjugada por taninos finos e suaves.
Na sua cor tem um vermelho rubi bem forte e intenso. No aroma é intenso e persistente com notas de frutos vermelhas em compota, e breves notas de especiarias (pimenta).
Na boca é encorpado e com taninos bem presentes, mas redondo, com boa acidez para equilibrar.
No final fica na boca uma duradoura memória sensorial.
O espírito Duckman não é fácil de definir, é uma mistura da herança dos nossos antepassados com um espírito intergeracional de olhar para o mundo em geral e para o vinho em particular. Além disso, definiu-se como um Projeto ART-isanal Wine que pretende levantar questões sobre costumes e tendências associadas ao mundo… e também ao vinho.
Aroma expressivo com notas de frutos silvestres e leve balsâmico. Conjuga a elegância e concentração, com boa acidez e taninos sedosos. O final é longo e persistente.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
Com origem na Bairrada, entre o sopé da Serra do Buçaco e o mar, nasce o Giz, um vinho que expressa de forma única as características dos solos calcários de onde provém.
Oriundo de vinhas centenárias e produzido a partir de castas autóctones, plantadas em solos pobres e pedregosos, a intervenção no processo de produção é mínima, tanto na vinha como na adega.
Assim, após uma vinificação artesanal, o vinho repousa por 8 meses em barricas de carvalho francês, para a obtenção de um néctar sem máscaras, autêntico, estruturado, elegante e complexo, pleno de individualidade e carácter.
Tinto elegante e mineral de vinhas centenárias em solos calcários, com estágio em carvalho e final longo.
O aroma revela um perfume de cereja e um toque cítrico, desenvolvimentos nos pontos da Copa para ervas como manjericão e sálvia, com notas finais de chocolate. O paladar é atraente, com taninos finos e longos, e uma frescura super agradável no final.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
O estágio de dois anos em carvalho francês (50% barricas novas), seguido de um repouso prolongado em garrafa, confere a este vinho a elegância e o equilíbrio necessários para ser apreciado ao longo de muitos anos.
A paisagem da Beira Interior é dramática e despovoada, o clima exigente, os solos graníticos e as altitudes elevadas. As vinhas convivem com lameiros, olivais e matas diversas, a uma altitude superior a 650 metros, em solos graníticos, com exposição solar de nascente e sudeste, com elevadas amplitudes térmicas entre o dia e a noite. As maturações são tradicionalmente longas. Um Terroir único, que confere qualidades distintivas aos vinhos Casas Altas. É nele que nasce o Vinho Tinto Casas Rufete.
“Quando crio os meus vinhos procuro a pureza das origens, sem maquilhagem. Busco a verdadeira expressão da terra e das uvas. No completo respeito pela viticultura, pelas uvas, pela natureza e elaborando os vinhos com um mínimo de intervenção.” – José Madeira Afonso
Cor violeta muito intensa, nariz com notas minerais e de fruta fresca (groselha, amoras e cerejas), flor de laranjeira, notas balsâmicas e fumados. Na boca é fresco, com taninos sedosos mas desafiantes.
O 70/30 Reserva Tinto 2022 é um vinho da região da Beira Interior, produzido pelo projeto Martin Boutique Wines do escanção Pedro Martin. O nome reflete a sua origem geográfica e conceito: 70% das uvas provêm de Pinhel (vinhas de altitude em solos graníticos que trazem frescura) e 30% vêm da Cova da Beira/Fundão (zona mais quente que traz maturação e notas de cereja).
Seña é um sinal estendido a todos que seguem os seus sonhos. Os fundadores da Seña, Robert Mondavi e Eduardo Chadwick, compartilharam um sonho e uniram forças para fazer um vinho verdadeiramente excepcional que demonstrasse a qualidade de classe mundial do Chile. Seña, uma mistura de estilo Bordeaux do Chile, é a melhor expressão do terroir Valle de Aconcagua.