A cor é rubi profundo típico da casta. No nariz um ligeiro destaque de vegetais nuances que combinam com notas finas de frutos maduros e notas terciárias típicos da variedade, como café e especiarias, oferecendo um monte de complexidade e intensidade. Na boca mostra tem um perfil que permite que ser consumido enquanto jovem, no entanto, certamente vai premiar aqueles que escolhem para a evolução na garrafa.
Vinho
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O Barca Velha de 2000 tem uma intensa cor rubi e um aroma de grande complexidade, com presença de frutos vermelhos bem maduros, como a ameixa e a framboesa, e especiarias como o cravinho e a canela. Ligeiros aromas mentolados são encontrados nesta colheita, que se destaca pela sua excelente estrutura tanínica e equilíbrio em acidez.
A Casa Ferreirinha, adquirida pela Sogrape Vinhos em 1987, e os seus vinhos são sinónimos de tempo e de arte. Assim acontece desde a sua fundação, no século XVIII, pela mão de Bernardo Ferreira, que viu a fórmula refinada pelos descendentes, especialmente por sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira, que carinhosamente ficou conhecida por "Ferreirinha" ou "Ferreirinha-da-Régua" pelas gentes da sua terra. Pelas mãos de Dona Antónia, que duas vezes viúva se viu à
Graça Reserva Tinto Após uma vinificação cuidada com temperatura e maceração controladas, o vinho estagiou em barricas novas de carvalho francês durante um período de 12 meses.
Jorge é a 5ª geração de uma longa linhagem de produtores de vinho e proprietários de adegas. Assim, em 2009, Sandra e Jorge adquiriram a Quinta da Manoella, uma propriedade com uma história que remonta a 1838.
As vinhas da Quinta da Manoella têm mais de cem anos, ladeadas de ambos os lados por vinhas mais jovens, sendo capazes de produzir vinhos com uma elevada frescura e delicadeza, e com uma concentração que os torna rapidamente reconhecidos como uns dos melhores vinhos do Douro.
Fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges, a empresa Wine & Soul tem investido e comprado vinhas velhas e propriedades no vale do Rio Pinhão.
O objectivo do casal passa por criar vinhos que expressem todo o carácter das vinhas velhas e castas indígenas do Douro, pro
As quintas da Ferreirinha são provavelmente as mais emblemáticas do Douro. De entre estas, a Quinta do Vale Meão reveste-se de uma simbologia enorme, visto ter sido um projeto idealizado de raiz, uma vez que a quinta foi adquirida em terra virgem.
Por mérito próprio, o Quinta do Vale Meão é realmente um dos mais interessantes e cobiçados vinhos de Portugal. Destaque merecido pela qualidade que este vinho oferece em todas as colheitas em que é lançado. A Quinta produz ainda um segundo vinho, o Meandro do Vale Meão, feito a partir das vinhas mais novas.
O Belondrade Quinta Apolonia branco é a expressão mais pura da casta da vinha ecológica Quinta San Diego. Este vinho resulta do primeiro assemblage do ano, combinando a frescura das parcelas que fermentaram em depósito com a estrutura e complexidade das que fermentaram em barricas. O nome deste vinho presta homenagem à filha mais velha de Didier, Apolline Belondrade.
Com um potencial de guarda de 6 a 8 anos, este branco destaca-se pela sua elegância e pela capacidade de exprimir de forma autêntica as características únicas da sua origem. Ideal para apreciadores de vinhos brancos de grande carácter e sofisticação.
Os mais frutados e os mais picantes dos varietais - um vinho único. É na Alsácia que esta variedade de uva atinge o auge da perfeição. Sua personalidade seca o torna ideal como um aperitivo e combina extremamente bem com cozinha especializada com sabores pronunciados. O Gewurztraminer é um excelente acompanhamento para peixes ou carnes temperadas, pratos exuberantes e exuberantes, queijos macios (como o famoso Munster) e uma infinidade de sobremesas.
O vinho mais caro da região de Bordéus teve um começo muito humilde. Em comparação com os melhores vinhos de Bordéus em Médoc, é também um produtor relativamente novo, apesar de as pesquisas mostrarem que os registos mais antigos sobre a história de Pétrus remontam a meados da década de 1750, tornando-o, igualmente, uma das mais antigas propriedades estabelecidas em Pomerol.
Jean-Francois Moueix e a sua descendência são hoje os proprietários de Pétrus. Quando Jean-Pierre Moueix faleceu em 2003, o seu filho mais velho com o mesmo nome, tomou conta de Pétrus, enquanto, Christian Moueix, o seu outro filho geria a produção. Assim, em 2005 Pétrus beneficiou de uma renovação e modernização das suas caves. O capítulo seguinte para a história de Pétrus abriu em 2008, quando Olivier Berrouet, de 3
Frutado no nariz. Aromas de marmelo se destacam, combinados com notas de lichia e maçã verde, além de um toque de cera de abelha. Na boca é frutado e suculento, com boa estrutura de acidez e estilo arredondado. Este vinho oferece notas cristalizadas de citrinos e maçã verde, com alguns toques de frutas exóticas mais leves e um toque de laranja.
Entrar na Quinta da Lapa é entrar num tempo diferente. Individual, privado e inesquecível. O lugar existe há mais de 300 anos e tem uma história que não pesa porque vive. Num copo de vinho, num passeio, numa noite, numa festa ou num simples momento de partilha.
O perfil dos vinhos Quinta da Lapa é a um tempo mineral e profundo, conseguindo aliar uma excelente maturação fenólica a uma grande frescura, quando normalmente isso só se consegue com vinhedos de altitude.
De cor vermelha intensa com leves reflexos violáceos, tem um aroma intenso e elegante, em que sobressaem os frutos do bosque vermelhos e pretos, bem combinados com ligeiras notas florais e de especiarias que conferem complexidade. No paladar é um vinho encorpado com taninos finos e sedosos bem envolvidos pela fruta. Final persistente. Vinho de “terroir”.
O Casal de Vale Pradinhos é uma exploração agrícola com 450 hectares, estabelecida em 1913 e propriedade da família Pinto de Azevedo desde então. Os vinhos aqui produzidos são uma combinação de castas indígenas como a Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Malvasia Fina, e reputadas castas internacionais, nomeadamente Cabernet Sauvignon, Gewürztraminer e Riesling.
Maria Antónia Pinto de Azevedo Mascarenhas, bisneta do fundador Manoel Pinto de Azevedo, é a atual proprietária do Casal de Vale Pradinhos. Tem vindo a implementar a sua visão nos vinhos que aqui se vinificam desde que assumiu o controlo da propriedade em 1994. A sua filha, Maria, será a 4ª geração de mulheres diretamente envolvidas na gestão da propriedade.
Aroma muito limpo a laranja caramelizada, marmelada e mel. Bom balanço entre doçura e acidez. Elegante e de grande prazer.
Cor salmão muito aberta. Aroma leve e fresco e de uma limpeza e pureza singular. Na boca apresenta estrutura, acidez viva, mas amigável; tenso e com um final longo e marcante.
Fermentado a temperaturas controladas, de forma a enaltecer e manter o aroma frutado das castas utilizadas.
Doce, suave, frutado, aromático.