Vinho com cor citrina dourada, aromas elegantes de alguma complexidade, com predominância de fruta de caroço e ligeiras notas de madeira, onde fermentou. Boca elegante com untuosidade notória, bem integrada com a acidez, a proporcionar um final agradável e com alguma persistência.
Vinho
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As uvas são desengaçadas, não esmagadas, e enviadas para “vinimatics”, onde permanecem durante 6 a 10 horas, a uma temperatura controlada que não ultrapassa os 12ºC. Depois são prensadas e enviadas para a câmara frigorífica, onde fermentam a temperatura controlada entre 13 e 15ºC. Estágio: 10 meses em barricas novas de carvalho Húngaro.
Cor palha brilhante, com um nariz tímido a transportar para erva seca e fruto de caroço, em boca o volume acompanha uma tensão e persistência característica de pão tostado. Elegante e com carácter.
Cor palha nublado de media intensidade, aroma muito jerezano assente na amêndoa tostada e notas salinas, em boca apresenta-se afiado no ataque e amplo na persistência, um branco de muita arte.
Produzido a partir de uma seleção das castas Antão Vaz e Arinto, foi fermentado parcialmente em barricas de carvalho francês e depósito de inox. A totalidade do lote passou depois por um estágio de 12 meses sobre borras finas com batonnage periódica, com um estágio final de 12 meses em garrafa.
Pêra-Manca é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida destina aos seus vinhos de exceção. Lançados pela primeira vez em 1990, é atualmente uma das marcas mais conceituadas e respeitadas da região vitivinícola do Alentejo, ganhando cada vez mais público-alvo. São vinhos dotados de complexidade, elegância e potencial de envelhecimento, sendo apreciados mundialmente.
O vinho Morais Rocha Reserva Branco 14 meses em barricas de Carvalho Francês. Morais Rocha Wines nasce da vontade, há muito esboçada, em produzir vinhos de excelência que exprimissem todo o carácter singular da região da Vidigueira.
Cor citrina brilhante. Aroma intenso e muito elegante, com predominância de notas cítricas diversas, como a lima e a toranja. Na boca é complexo, profundo e estruturado, com uma acidez viva, mas muito bem integrada, que lhe dá uma grande frescura e persistência. No longo final de boca persiste a mineralidade, algumas notas de frutos secos e um leve fumado. Um vinho com grande potencial de envelhecimento.
Plantado num solo caracterizado pelo xisto e granito, as uvas são de regime de produção integrada, tendo sido colhidas de acordo com o seu perfeito estado de maturação. Vindima manual, em caixas de 20Kg, e noturna, proporcionando uma seleção mais cuidada e preservando melhor os aromas. Na adega a prensagem é direta com cacho inteiro, a decantação a frio sem aditivos.
Fermentação alcoólica espontânea e fermentação malolática parcial. Pouca intervenção em todo o processo e baixo sulfuroso.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
A Herdade da Maroteira situa-se no sopé da Serra D’Ossa, e estende-se por 540 hectares, pertencentes à mesma família anglo-portuguesa há 5 gerações, desde meados do século XIX. Nessa altura, Robert Reynolds investiu no montado de sobro alentejano para satisfazer as necessidades da indústria do Vinho do Porto no norte de Portugal, e por cerca de 150 anos, o foco da produção da propriedade era a cortiça e gado. Só no ano 2000, Philip Mollet, atual proprietário e gestor da herdade revolucionou a estratégia da quinta e plantou vinha. Desde então, a herdade produz excelentes vinhos alentejanos com base na casta preferida, Syrah.
A vinha distribui-se pelos 15 hectares plantados em solos argilo-calcários, conferindo aos vinhos o carácter genuíno do Alentejo.
O vinho Balluta Chardonnay Branco com uvas colhidas na Herdade Penedo Gordo, durante as horas mais frescas,tratada de forma a reduzir as oxidações.Vinificação a baixas temperaturas.Final de fermentação e estágio em barrica de carvalho francês, com battonnage durante 3 meses.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
O Herdade da Candeeira Reserva branco, proveniente da Serra d´Ossa, é um espetáculo de luz e frescura entre os sobreiros. De cor amarelo palha, revela aromas complexos de fruta madura, frutos secos e delicada barrica. Na boca, é amplo e persistente, com a harmonia das castas Arinto, Antão Vaz e Roupeiro.
O Tapada do Chaves branco é produzido a partir de uvas da Vinha do Castanheiro, plantada em solos graníticos. Apresenta uma cor verde-citrina e um perfil aromático clássico, sem estágio em madeira, onde se destacam notas de fruta branca, nuances florais e apontamentos cítricos de casca de laranja, acompanhados por subtis notas de brioche. Na boca revela grande volume e untuosidade, com fruta expressiva, acidez firme e delicada mineralidade. O final é longo, elegante e cheio de carácter, refletindo com precisão a identidade do terroir.
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chave
A Herdade do Sobroso possui cerca de 1600 hectares e situada no concelho alentejano da Vidigueira. Delimitada pela Serra do Mendro a norte, pelo Rio Guadiana a leste e a sul pela enorme planície que se estende até perder de vista, é possível encontrar uma excelente harmonia geográfica que se assenta na riqueza das suas terras.
A Herdade do Sobroso caracteriza-se por apresentar solos franco-argilosos e arenosos, apostando na implantação de vinhas de acordo com critérios que visam a produção de uvas com elevada qualidade. No que diz respeito ao clima, esta região é conhecida pelos seus Invernos frios, seguidos por Verões longos e quentes.
Uma linha persistente de citrinos enquadrada por fruta de caroço branco - pêssego fresco fatiado e ousa mencionar - pêssego bellini. Mais uma vez, uma bela linearidade evidente. Tudo equilibrado por uma acidez de água na boca com uma subtil e subtil farinheira de nozes. Quando esta acidez é bastante pronunciada (quase incisiva), Uma mistura de clima fresco de três grandes fontes regionais de Chardonnay - satisfazendo todo o sabor palatino e expectativas estruturais. Uma união maravilhosa, uma mistura esclarecida.