Duas grandes enólogas juntaram-se para “costurar”, usaram as suas melhores “agulhas” e criaram uma obra-prima de grande caráter, o Crochet2011. Numa encosta típica e emblemática, as vinhas velhas da Quinta do Barão crescem e produzem em todo o seu esplendor as uvas selecionadas a dedo para participar nesta equipa como a linha utilizada pelas enólogas, na criação deste Crochet que de ponto em nó se revela um vinho de cor carregada, condensada, consistente. O potencial da matéria-prima aliado à experiência das enólogas Sandra Tavares e Susana Esteban, numa harmonia de aromas e sabores, que na complexidade do Douro, foi tricotada com mestria e elegância numa peça histórica.
Vinho
Existem 25 produtos.
Produzido unicamente em anos extraordinários, junta a intensidade de Reguengos de Monsaraz à vitalidade da altitude de Portalegre. Cada parcela foi vinificada e estagiou em separado. Feito para durar, representa a ambição do Esporão de fazer os melhores vinhos que a natureza proporciona, de modo responsável e inspirador.
A empresa Esporão nasceu no Alentejo da vontade incondicional de fazer os melhores vinhos. Esta motivação é o legado de todos os seus vinhos produzidos e a principal razão para terem alargado a gama para outros produtos e territórios.
A Herdade do Esporão, situada no coração do Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que ajuda a produzir em
É nos arredores de Portalegre, em terras do Alto Alentejo, que são produzidos os vinhos Tapada do Chaves. Há quase 100 anos que esta propriedade dá origem a vinhos de qualidade reconhecida e que estão entre os melhores de Portugal.
Os vinhos Tapada do Chaves preservam o calor e a suavidade da região do Alentejo e estão associados a uma forte tradição familiar, a uma história de paixão e dedicação à terra. Com origem nas vinhas da propriedade que lhes dá o nome, com idades entre os 15 e os 85 anos, estes são vinhos para guardar e mais tarde saboreá-los em pleno.
A história dos vinhos Luís Pato começa quando João Pato inicia o engarrafamento dos seus vinhos, provenientes da vinha própria, em 1970.
Após tornar-se o primeiro produtor engarrafador na região da Bairrada, depois da sua demarcação, o seu filho Luís Pato dá continuidade ao trabalho do pai e assim, em 1980, inicia-se uma nova Era no negócio de família.
Atualmente, a empresa conta com 60 hectares de vinha, distribuída entre solos arenosos e argilo-calcários, e com uma variada gama de vinhos prestigiados.
No início do século XIX, nascia uma das mais interessantes páginas do Vinho Português, com o lançamento de um vinho que viria a tornar-se um ícone, alvo de cobiça, mas que sempre foi mantido, por vontade própria, fora das luzes da ribalta.
O seu criador, Alexandre de Almeida, importou o conceito de aliar a hotelaria de luxo a uma adega e a um vinho próprio, criando desta forma, os raríssimos e históricos vinhos Buçaco, produzidos no belo Palácio do Bussaco, nas serras a norte de Coimbra.
Estes são vinhos que não adotaram modernismos e que invocam um enorme potencial de guarda, podendo manter-se na garrafa por décadas.
Todas as vinhas que integram a CASA de MOURAZ são cultivadas de forma ecológica, sem herbicidas e agroquímicos de síntese, sendo certificadas pela ECOCERT desde 1996. As adubações dos solos são feitas com base nas sementeiras de plantas e adubos orgânicos. Os tratamentos baseiam-se na utilização de cobre, enxofre, algas marinhas, argila, tisanas de plantas e outros produtos naturais. A ideia definidora da agricultura biológica é o respeito pelo solo, pelas plantas, pelo Homem, pela vida, na sua diversidade e integridade física, fisico-química e, sobretudo, ecológica. Menos manipulado, um solo dará origem a um vinho mais autêntico, expressão máxima do terroir, do lugar, da vinha onde foi criado. No final de 2006 iniciou-se também o trabalho em biodinâmica, com o objectivo de levar ainda mai
O Kelman As Tourigas Grande Reserva Tinto é um vinho excecional, proveniente de uma vinha velha com cerca de 80 anos, onde as castas Touriga Nacional e Touriga Fêmea (Touriga Brasileira) se destacam. Após a colheita manual, a maceração delicada valorizou a tipicidade destas castas autóctones, realçando a extração de fruta e taninos frescos. O estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de terceiro uso conferiu complexidade ao vinho, que se apresenta com uma cor rubi profunda, com reflexos vermelhos e violáceos ainda bem presentes.
No aroma, destaca-se a fruta madura, evocando a fruta negra, acompanhada por suaves notas florais. A Touriga Fêmea traz um toque de elegância, enquanto a Touriga Nacional oferece madureza e frescor, resultando num equilíbrio perfeito. Aromas de bosque, c
O Quinta do Bronze tinto combina a elegância e a força das castas Touriga Nacional, Sousão, Touriga Franca e Tinto Cão. No aroma, destaca-se a fruta preta densa e profunda, muito compacta, acompanhada por subtis notas de madeira seca. Na boca, impõe-se com estrutura e presença, revelando boa acidez, taninos firmes e um perfil austero, mas sedoso, que conduz a um final convincente e persistente.
Quinta dos Poços MGXXI tinto é obtido pelas castas tradicionais do Douro e vinificado em lagares de granito com pisa a pé. Após fermentações, estagia cerca de 18 meses em barricas de carvalho francês. Apresenta-se de aromas finos com sugestões a frutos maduros e um toque subtil a especiarias e ligeiros balsâmicos. Complexo, com profundidade e boa estrutura tanínica, finaliza longo e elegante.
Quinta dos Poços situa-se na zona de Património da Humanidade da Região Demarcada do Douro, na sub-região Baixo Corgo, na Vila de Valdigem, Concelho de Lamego. É uma das mais antigas Quintas da região, sendo a casa-mãe, um típico solar rural do século XVIII. Na mesma, permaneceram as tropas francesas do General de Brigada Loison, o "Maneta", aquando da primeira invasão napoleónica, em 1808.
A Quinta
Produzido a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, este vinho duriense apresenta uma cor intensa exuberante. No nariz expressa-se pelos aromas de frutas silvestres, harmonizados com as notas de barrica bem integradas. Na boca é bem estruturado e com apetência gastronómica.
A Quinta da Romaneira localiza-se em Cotas e é uma das maiores propriedades da região vitivinícola do Douro, com um total de 412 hectares e 3 quilómetros de área que percorrem as margens do rio Douro.
Em pleno centro da Região Demarcada do Douro, sobre as encostas xistosas dos seus vales, situa-se a Quinta Maria Izabel, que se estende por 130 hectares, numa das zonas mais privilegiadas da região.
Produtora de vinhos tranquilos e Vinho do Porto, a propriedade representa o sonho Brasileiro em terras lusas, consilidam-se ao longo dos anos em novas ideias e conceitos, desenvolvendo vinhos sedutores, encorpados e de forte carácter.
Ana Rola junta-se à sua amiga de longa data, Helga Rodrigues, para iniciar um projeto no Douro, cuja filosofia envolve criar vinhos originais e complexos, combinando as castas tradicionais provenientes de parcelas individuais e de solos com composição diferenciada.
Assim os seus vinhos são vinhos de autor, criados em pequenos lotes, enaltecendo a qualidade das suas origens e desenhado para um consumidor moderno e esclarecido.
De cor rubi carregado, impressiona no nariz pela sua extraordinária complexidade e frescura aromática, onde se destacam elegantes notas de esteva, frutos silvestres do Douro e especiaria. Na prova de boca inicia de forma compacta, evoluindo para um vinho muito sedutor, onde podemos encontrar taninos de textura suave em perfeita harmonia com notas retro nasais que lembram frescos aromas de bosque. Termina de forma muito envolvente, em perfeito equilíbrio e com excelente persistência. Um vinho singular que expressa toda a identidade da centenária vinha Maria Teresa.
Situada na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Que
Uma vinha a passar os 80 anos de idade, com várias falhas derivadas de um parcial abandono durante alguns anos. Numa zona de intensa exposição e com enormes afloramentos de xisto à superfície onde nem uma única erva subsiste. As gentes da Quinta depressa a apelidaram de “Vinha do Abandonado”.
Durante anos tentaram recuperar a vinha e replantar as videiras desaparecidas. Até que desistiram. Apesar de todo o cuidado apenas as cepas mais velhas eram capazes de subsistir em condições tão extremas. Em 2004 decidiram isolá-la pela primeira vez na adega da Quinta da Gaivosa. Revelou imediatamente uma personalidade e carácter únicos. Decidiram engarrafá-lo em homenagem às igualmente únicas vinhas velhas do Douro, que um dia desaparecerão.
Cor rubi profunda. Grande complexidade e frescura aromáti
Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada.
O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
O Feuerheerd's Garrafeira da colheita de 2017 é o resultado de uma criteriosa seleção das melhores uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Francesa e uma pequena quantidade de Tinta Amarela, Tinta Roriz e Sousão. Este vinho, de grande complexidade, elegância e equilíbrio, estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês, foi engarrafado em 2020 e passou mais 32 meses na cave antes do seu lançamento.