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Marcolino Sebo - Despercebido Blanc de Noir

12,70 €
Com IVA 5 a 15 dias úteis

É um vinho de cor citrina, aroma complexo, fruta tropical e frutos vermelhos, na boca mostra alguma estrutura, frescura e ligeira acidez, equilibrado e persistente.

Classificação: Vinho Regional Alentejano

Álcool 14% vol.

Castas: Aragonez e Touriga Nacional

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Em Novembro de 1998, a família Symington propôs a Bruno Prats a participação num novo projecto, que consistia em produzir um grande vinho não fortificado no Douro. A sua concretização deu-se em 1999, com a criação da PRATS & SYMINGTON Limitada como uma parceria equitativa entre as duas famílias. Algumas vinificações experimentais nesse primeiro ano permitiram definir e escolher as melhores parcelas e as castas mais adequadas para o projecto. O CHRYSEIA 2000 foi a primeira colheita a ser comercializada. O CHRYSEIA foi um dos pioneiros do ressurgimento, hoje amplamente reconhecido, dos vinhos não fortificados DOURO DOC. No entanto, este vinho, cujo nome significa «d’ouro» em grego clássico, tal como o nome do rio em português, mantém-se fiel a um estilo muito próprio. Nele predominam a eleg
Castas: Bical e maria Gomes / bairrada
Vinificação do Vinho Quinta das Bageiras Pai Abel Branco: é um vinho de uvas adquiridas com cerca de 15 anos, as quais se reduz drasticamente a produção. Foi vinificado de bica aberta, sendo o mais colocado em pequenos decantadores de 1 m³, onde permaneceu entre 24 a 36 horas para fazer a decantação através da utilização natural. No final deste processo, fermenta em barricas usadas de carvalho francês e compra na região de Borgonha. Foi feita uma ligação e estagnada nas barricas até ficar completamente límpida, de forma natural. Engarrafado sem filtragem ou colagem.
Cor vermelha intensa e profunda, este vinho apresenta um aroma complexo, intenso, com notas de frutos vermelhos, morango, cerejas e framboesas muito maduras ou em compota, flor de laranjeira com nuances de moka e frutas cristalizadas. No paladar, o vinho tem um ataque redondo volumoso e com uma boa presença de taninos, que, pelas castas e personalidade, se apresentam provocantes e robustos, mas de textura sedosa. A mostrar densidade, o corpo termina de forma longa e persistente.
A Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro, destaca-se pelo facto de ter sido das primeiras a engarrafar vinhos de marca própria. O nome desta Quinta já vem referenciado desde 17 de Abril de 1738, quando num documento datado surge que pela primeira vez a referência à Quinta “da Pacheca”, por ser sua proprietária D. Mariana Pacheco Pereira. Mas foi só em 1903 que D. José Freire de Serpa Pimentel decidiu desenvolver o seu crescente interesse pela enologia, comprando a propriedade com o objectivo de se dedicar à produção vitivinícola. Hoje, um século passado, a nova geração dos Serpa Pimentel assume a gestão da Quinta: Maria, Catarina e José são os jovens rostos desta empresa de cariz vincadamente familiar.
O Belondrade Quinta Apolonia branco é a expressão mais pura da casta da vinha ecológica Quinta San Diego. Este vinho resulta do primeiro assemblage do ano, combinando a frescura das parcelas que fermentaram em depósito com a estrutura e complexidade das que fermentaram em barricas. O nome deste vinho presta homenagem à filha mais velha de Didier, Apolline Belondrade. Com um potencial de guarda de 6 a 8 anos, este branco destaca-se pela sua elegância e pela capacidade de exprimir de forma autêntica as características únicas da sua origem. Ideal para apreciadores de vinhos brancos de grande carácter e sofisticação.
Fermentado com as películas, tem cor dourada e aroma rico, com casca de laranja, flores de citrinos, especiarias exóticas. Cheio e sólido, com algum tanino, mas ao mesmo tempo leve, elegante, notas de laranja amarga, avelãs, marmelo. Imensa complexidade e carácter, notável frescura, enorme presença.